Gordon B Hinckley Biografia
julho 9, 2008 by admin
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Gordon Bitney Hinckley é o atual Presidente e Profeta da Igreja Mórmon (cujo nome apropriado é A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) e o tem sido desde 1995. Durante a administração de seus antecessores, Spencer W. Kimball, Ezra Taft Benson e Howard W. Hunter, Presidente Hinckley realizou muitos dos deveres da presidência da Igreja quando esses homens estavam doentes. Como presidente da Igreja Mórmon, ele é considerado pelos Mórmons fiéis ser um profeta, vidente e revelador da vontade de Deus em favor da humanidade. Hinckley também serviu como Presidente do Quadro Educacional da igreja e do Quadro de Procuradores, que governa o Sistema Educacional da Igreja.
Gordon B. Hinckley nasceu em Salt Lake City, Utah, no dia 23 de junho de 1910. Quando criança, Hinckley era um garotinho doente. Ele lutou contra asma e alergias severas e para ajudar a família se mudou de Salt Lake City para uma área mais rural da cidade, East Millcreek. Ele cresceu nessa fazenda e sua saúde melhorou. Em 1928 ele completou seu ensino médio. Depois de freqüentar a Universidade de Utah ele foi chamado para servir uma missão em Londres, em 1933, um acontecimento pouco comum devido a Grande Depressão onde poucos podiam pagar para servir como missionário Mórmon. Gordon B. Hinckley voltou para os Estado Unidos em 1935 e rapidamente aceitou uma oferta de emprego de liderar o novo departamento de relações públicas da Igreja Mórmon (ele havia estudado Inglês e Jornalismo na Universidade). A responsabilidade de Hinckley incluía o desenvolvimento de transmissões de rádio da Igreja Mórmon e fazer o uso das novas tecnologias de comunicação da época. Começando em 1937 ele serviu no Quadro Geral da Escola Dominical. No dia 29 de abril de 1937 ele se casou com Marjorie Pay (*23 de novembro de 1911 – † 06 de abril de 2004). Eles estavam casados por 67anos quando a Irmã Hinckley faleceu.
Depois de servir na presidência de uma estaca, ele se tornou uma Autoridade Geral da Igreja Mórmon no agora extinto cargo de Assistente do Quorum dos Doze Apóstolos, em 1958. Em 1961 ele se tornou Apóstolo e membro do Quorum, o mais novo na época.
No começo da década de 80 a saúde precária dos membros da Primeira Presidência, o Presidente Spencer W. Kimball e seus dois conselheiros, N. Eldon Tanner e Marion G. Romney, levou a liderança da Igreja a recorrer a prática não comum de adicionar um conselheiro adicional à Presidência, e Gordon B. Hinckley preencheu essa posição no dia 23 de julho de 1981. Após o falecimento do Presidente Tanner, Presidente Romney o sucedeu como Primeiro Conselheiro e Presidente Hinckley sucedeu Presidente Romney como Segundo Conselheiro.
Durante esse período, apareceram um bom número de documentos históricos Mórmons questionáveis e Gordon B. Hinckley supervisionou a compra de alguns desses documentos. Mais tarde se descobriu que esses documentos haviam sido forjados por Mark Hofmann, incluindo a Carta Salamandra. Devido a sua proeminência na Igreja e sua responsabilidade de supervisionar a compra desses documentos históricos, Hinckley se tornou a figura chave na investigação de Hofmann.
Nesta época, entretanto, Presidente Hinckley estava suportando em seus ombros os fardos da primeira presidência por si mesmo. Embora ele tenha continuado oficialmente como Segundo Conselheiro, ele era informalmente chamado pela imprensa de “Presidente Interino (ou agente) da Igreja”. Os Presidentes Kimball e Romney permaneceram longe dos olhares públicos até o falecimento do Presidente Kimball em 1985. O Presidente do Quorum dos Doze Apóstolos, Ezra Taft Benson se tornou o Presidente da Igreja e nomeou Presidente Hinckley como seu Primeiro Conselheiro. Romney sucedeu Ezra Taft Benson como Presidente dos Doze, embora nunca tenha exercido as funções desse chamado. Thomas S. Monson foi chamado como Segundo Conselheiro e, por um tempo, todos os três membros da Primeira Presidência podiam realizar suas funções.
Entretanto, no inicio da década de 90, Ezra Taft Benson desenvolveu problemas de saúde graves que o tiraram dos olhares públicos, e o Primeiro Conselheiro, Gordon B. Hinckley, novamente assumiu muitas das responsabilidades do Presidente da Igreja até o falecimento do Presidente Benson em 1994. Howard W. Hunter, que havia sucedido Marion G. Romney como Presidente do Quorum dos Doze Apóstolos, se tornou o Presidente da Igreja Mórmon e chamou Hinckley e Monson como conselheiros e Hinckley, por ser o membro mais antigo do Quorum dos Doze Apóstolos, se tornou o Presidente do Quorum dos Doze. Quando Presidente Hunter faleceu, após nove meses apenas de presidência, Gordon B. Hinckley foi apoiado e ordenado Presidente da Igreja Mórmon com 84 anos de idade (ambos os seus antecessores haviam sido chamados como Presidente com 86 anos).
Presidente Gordon B. Hinckley é conhecido por sua extensiva construção de Templos Mórmons. Sob a sua liderança, a Igreja Mórmon expandiu o número de templos no mundo de 27 para 122 (de acordo com relatório de outubro de 2005, com mais 11 templos anunciados para construção). Apenas em 2000 foram abertos mais templos Mórmons (34) do que os existentes na época do chamado do Presidente Hinckley. Mais de dois terços dos templos em funcionamento hoje foram dedicados pelo Presidente Hinckley. Presidente Gordon B. Hinckley também supervisionou a construção de outros projetos, como o Centro de Conferências SUD.
No dia 23 de setembro de 1995 ele anunciou e leu “A Família: Proclamação ao Mundo”, uma declaração de crença e conselho preparada pela Primeira Presidência e o Quorum dos Doze Apóstolos da Igreja Mórmon. Esta foi acompanhada por outra proclamação em 2000 chamada “O Cristo Vivo” o qual contém os testemunhos e os ensinamentos da Igreja Mórmon sobre o Salvador Jesus Cristo.
No dia 31 de março de 2001 Presidente Hinckley anunciou o Fundo Perpetuo de Educação, um grande investimento que provê empréstimos para os estudantes para o desenvolvimento das nações. Ele é feito totalmente por doações, assumindo que os estudantes pagarão de volta o valor emprestado quando tiverem condição. Essa preocupação para com o pobre e a importância de ajudar outros a se ajudarem tem sido o lema do trabalho do Presidente Gordon B. Hinckley. Ele expandiu grandemente os esforços de Serviço Humanitário da Igreja Mórmon em todo o mundo e tem estado envolvido pessoalmente em muitos projetos de serviço e socorro a desastres.
No dia 22 de julho de 2005 realizaram uma celebração comemorando os seus 95 anos de idade. Em adição às vinte e duas mil pessoas que participaram pessoalmente, o evento foi transmitido pela BYU Television e para as capelas da Igreja por sistema de Satélite. Mike Wallace, antigo convidado de 60 Minutes, narrou a vida do Presidente Hinckley e suas conquistas. Depois Presidente Hinckley falou, agradecendo a todos por terem participado e disse: “Vamos fazer isso de novo daqui a cinco anos”.
No dia 24 de janeiro de 2006 Gordon B. Hinckley passou por uma cirurgia para remover um tumor que estava crescendo no seu intestino grosso. De acordo com o Deseret News, o procedimento correu bem e uma recuperação rápida era esperada. Ele recebeu alta do hospital no dia 31 de janeiro. No dia 10 de março de 2006 Presidente Gordon B. Hinckley viajou para Santiago, Chile, para rededicar um templo Mórmon. Lá ele disse as pessoas que seria provável que ele não voltasse ali mais para vê-los. Menos de um mes depois ele estava presidindo uma Conferência Geral. Algumas pessoas especularam que ele estava mal de saúde porque ele não fez o discurso de abertura. Essas especulações foram rapidamente derrubadas quando ele fortemente fez o discurso de encerramento na Sessão do Sacerdócio.
No dia 23 de junho de 2006, no seu 96º aniversario, Presidente Hinckley participou de uma cerimônia de abertura de solo na BYU (Universidade de Brigham Young) para um novo prédio em sua homenagem. O prédio se chamará “Gordon B. Hinckley Alumni and Visitors Center” e está programado a sua conclusão para o outono de 2007.
Gordon B. Hinckley tem sido descrito como o líder da igreja Mórmon mais viajado, do passado ou do presente, tendo viajado milhões de quilômetros nos últimos anos para cumprir com suas designações. Apesar de sua idade avançada, ele continua a viajar o mundo para dedicar templos e encontrar com os Santos. Até a idade de 95 anos e sua cirurgia, ele havia passado apenas uma noite em um hospital, durante a sua vida. Ele é um homem de um vigor incrível para a sua idade.
Presidente Gordon B. Hinckley tem sido excepcionalmente influente no crescimento da Igreja em todo o mundo ao se encontrar com diplomatas em suas viagens. Seus 60 anos de experiência em relações públicas e sua habilidade natural de ser caloroso e amigável tem lhe servido bem quando ele é o centro das atenções. Suas expressões de amor por todas as pessoas indiferentes de raça ou religião tem lhe garantido muitos amigos no mundo, fazendo com que seja possível a Igreja Mórmon se tornar uma instituição internacional.
No dia 23 de junho de 2004 (no 94º aniversario do Presidente Hinckley), Presidente George W. Bush concedeu ao Presidente Gordon B. Hinckley a Medalha Presidencial da Liberdade, a premiação de honra civil mais elevada dos Estados Unidos, em uma cerimônia na Casa Branca. A imprensa autorizada da Casa Branca declarou:
“Gordon B. Hinckley[…] tem inspirado milhões e tem guiado esforços para melhorar os auxílios humanitários, socorro a desastres, e provendo fundos educacionais em todo o mundo”.
Ele tem sido o recipiente de um número considerável de honrarias educacionais incluindo a: Premiação de Cidadão Distinto, da Universidade do Sul de Utah; Premiação de Bacharel Distinto, da Universidade de Utah; e doutorados honorário da Faculdade Westminster, Universidade do Estado de Utah, Universidade de Utah, Universidade Brigham Young – Idaho, Universidade Brigham Young e Universidade do Sul de Utah. Ele recebeu também o Búfalo de Prata dos Escoteiros da América e tem sido honrado pela Conferência Nacional (Antiga Conferência Nacional dos Cristãos e Judeus) por suas contribuições a tolerância e entendimento no mundo.
James E Faust Biografia
julho 9, 2008 by admin
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James Esdras Faust nasceu no dia 31 de julho de 1920 em Delta, Utah, filho de George A. e Amy Finlinson Faust. James nasceu em um lar com uma fundação construída sobre o evangelho de Jesus Cristo e onde sua mãe lia e ensinava a ele as lições das escrituras. Foi através dela que Presidente Faust aprendeu a amar as escrituras, especialmente o Livro de Mórmon. Ele relembra: “[Minha mãe] nos ensinou através de seu exemplo. Ela era uma mulher profundamente […] espiritual que exemplificava completamente a vida Cristã. Eu acredito pelo primeiro testemunho que eu tive” (Elder James E. Faust: Sharing His Love for the Lord, Ensign, Bangeter, Oct 1986, p.6).
Desde cedo seu pai lhe instigou a importância da integridade. Ele disse: “’Seja verdadeiro consigo mesmo’. A coisa mais importante é o seu bom nome e reputação” (President James E. Faust”, Ensign, Maxwell, Oct 1995, p.16). James usou essa frase durante toda sua vida, quer fosse como pai, avô, em seus chamados na Igreja, ou em sua profissão. Aqueles que o conheciam sabiam que ele nunca seria persuadido por pressão – apenas por princípios.
James não tinha apenas uma boa fundação dos seus pais, ele recebeu treinamentos através de sua herança pioneira. Sua avó Faust lhe contou histórias de ter ouvido Brigham Young falar no Tabernáculo. Muitos anos antes, o bisavô de James, um jovem alemão emigrante passando por Utah em seu caminho a Califórnia na Corrida do Ouro, encontrou uma jovem em Fillmore, Utah. Ele ficou tão fascinado por ela que ele garimpou apenas o ouro suficiente para lhe comprar uma aliança. Ele voltou prontamente para se casar com ela e mais tarde se filiou à Igreja Mórmon.
George Faust, o pai de James, mudou sua família para o Vale de Salt Lake, onde trabalhou como procurador e como Juíz da Corte do Distrito. George esperava que seu filho servisse como um missionário Mórmon, freqüentasse a Faculdade e servisse o exército durante a guerra. James sabia que durante a sua vida que nunca haveria uma discussão sobre qualquer um desses assuntos. Embora George fosse um homem ocupado na comunidade e na Igreja, ele sempre apoiou seus filhos em suas atividades extracurriculares. James nunca questionou o amor que seu pai tinha por ele.
Em sua juventude, era esperado dele que trabalhasse arduamente no que quer que ele encontrasse durante a sua vida. Essa característica foi exemplificada bem cedo enquanto James estava no ensino fundamental. Por causa de suas boas notas e auto disciplina, ele pode pular um ano. Ele não trabalhou arduamente apenas na escola, mas ele também foi ensinado a ser responsável pelo “eterno todo dia”. Depois de se formar no ensino médio, James freqüentou a Universidade de Utah por dois anos.
Depois de três anos no serviço militar, James não estava certo se ele queria voltar para a Faculdade. Já havia se passado quase seis anos desde que ele havia deixado a Universidade e servido uma missão. Quando James falou para o seu pai que ele não estava certo se queria continuar seus estudos, seu pai lhe respondeu: “O que você pode fazer?”. Não havia mais nada a dizer depois daquela pergunta, e James voltou para a escola para receber o seu Bacharelado em Doutorado Júris da Universidade de Utah em 1948.
Serviço Missionário
Em 1938 James E. Faust recebeu um chamado do Profeta para servir como missionário Mórmon de tempo integral no Brasil. Elder Faust mais tarde disse: “Naqueles dias era uma missão difícil. Tínhamos poucos batismos, e era muito, muito desencorajador. Foi necessário muito esforço e disciplina sob aquelas circunstancias para trabalhar e ainda manter o Espírito”. Quando conversando com um de seus antigos companheiros missionários, ele disse: “Não fizemos muito a não ser as mudanças em nós mesmos. Eu sinto que esse foi o tempo mais produtivo e valioso em minha vida” (Elder James E. Faust: Sharing His Love for the Lord, Ensign, Bangeter, Oct 1986, p.6).
Ao servir sua missão Elder Faust se especializou no uso do seu idioma Português e desenvolveu suas habilidades também em Alemão – sendo este o idioma da maioria dos membros da Igreja no Brasil naquela época. Elder Faust presidiu sobre os Santos locais como um presidente de distrito e em outras posições de liderança entre os missionários.
Enquanto James servia sua missão, milhares de quilômetros daquele lugar, os Estados Unidos se envolveu na Segunda Guerra Mundial. Sua partida para casa de sua missão foi adiada por vários meses pois não havia meios de voltar pra casa. Quando ele finalmente pôde voltar, ele não podia viajar de barco devido a ameaças submarinas – então ele voltou para casa de avião, passando em vários lugares fazendo um “zigzag”.
Serviço Militar e Casamento
Seis semanas após o retorno da sua missão, James foi alistado e chamado para a Força Aérea. Por causa da sua experiência como missionário Mórmon, James teve vantagens sobre os soldados normais. Ele tinha o conhecimento de idiomas e uma educação prática e habilidades de liderança que o qualificaram para o treinamento de oficiais, do qual ele se graduou com honra.
Enquanto freqüentava a Escola Granite, James conheceu Ruth Wright. Quando ele voltou de sua missão, ele voltou a se sociabilizar com ela. Durante uma licença de dez dias do treinamento de oficiais na Florida, James e Ruth se casaram no Templo de Salt Lake no dia 21 de abril de 1943. Eles compraram um carro usado para que pudessem viajar juntos em cada designação militar e Ruth podia ficar com James o máximo possível. Eles viajaram de uma base para outra pelo menos umas dez vezes, viajando dia e noite para conseguir chegar a cada novo local designado tão rápido quanto poderiam ter chegado caso houvessem ido de trem..
James foi então designado para lugares como Nova Zelândia, Austrália, Tasmânia, e Egito. Ele era o único Mórmon a bordo de um navio militar por três meses, onde ele adorava sozinho aos domingos. Ele procurava lugares onde pudesse cantar sozinho, ler as escrituras, meditar e orar em particular. “As pessoas podem receber grande força espiritual mesmo se estão sozinhas. Se fizerem suas orações diárias, pagar o seu dízimo, e tentar se lembrar do Dia do Senhor da melhor maneira que lhes for possível, o Espírito virá e repousará sobre eles ricamente. Será uma grande força e conforto” (Elder James E. Faust: Sharing His Love for the Lord, Ensign, Bangeter, Oct 1986, p.6).
Enquanto esteve fora, James escreveu uma carta pra Ruth todos os dias, que em sua ausência havia voltado pra Salt Lake City para trabalhar. Durante esse período tumultuoso, as cartas às vezes demoravam a chegar; embora, um dia, aproximadamente noventa cartas de James chegaram para Ruth. Ela se lembra que seu patrão lhe deu a tarde de folga para que pudesse ir para casa e ler as cartas – todas elas.
Ninguém pode jamais questionar o amor e devoção que James tinha por sua esposa Ruth. Uma de suas filhas se lembra: “Meu pai sempre deixou bem claro o quanto ele ama minha mãe e respeita as mulheres. Ele sempre a tratou com a maior doçura”. Quando lhe foi pedido para relembrar um momento que ele mais se orgulhou de sua esposa, ele disse: “Isso acontece todos os dias! Ela é uma super esposa – e nenhuma criança no mundo poderia ter tido uma mãe melhor… Eu admiro como ela se submeteu ao Espírito para que o Senhor pudesse trabalhar em sua vida e isso ser refletido em sua vida e nas mensagens que ela compartilha quando fala” (Elder James E. Faust: Sharing His Love for the Lord, Ensign, Bangeter, Oct 1986, p.6).
Profissão
Ao se formar na Universidade de Utah e pelos vinte e quatro anos seguintes, James exerceu a função de advogado em Salt Lake City e recebeu distinções em sua profissão. Seus clientes firmes, que incluíam uma Igreja Católica local, confiavam nele e em sua habilidade e acima de tudo, em sua integridade. Ele carregou isso consigo durante toda a sua carreira profissional. Quando foi perguntado por seus filhos se ele mudaria qualquer coisa se ele tivesse a chance de fazer novamente, ele respondeu: “eu faria tudo exatamente do mesmo jeito”.
Em sua carreira profissional, ele foi eleito por seus amigos advogados para ser o presidente da Associação Bar do Estado de Utah de 1962 a 1965. Ele serviu como membro da Legislatura de Utah de 1949 à 1951. Ele também serviu como um conselheiro para o American Bar Journal, como um membro da Suprema Corte dos Estados Unidos do Comitê Nominal de Utah, como um membro do Comitê de Advogados do Presidente John F. Kennedy para Direitos Civis e Inquietação Racial, como um membro da Comissão de Revisão Constitucional de Utah, e como diretor da Força de Amizade do Estado. E no verão de 1995 James recebeu a premiação de Advogado Emérito Distinto pela Associação Bar do Estado de Utah. Quando lhe perguntaram o que fez sua prática como advogado tão recompensadora, ele disse: “Resolver problemas e ajeitar as coisas em seus lugares”. Durante toda a sua vida profissional, ele fez cada pessoa sentir como se fosse a mais importante no momento.
Serviço na Igreja
O serviço na Igreja Mórmon para James começou em uma idade bem jovem. Aos dezessete anos ele serviu na superintendência da Escola Dominical da ala. Com a idade de 28 anos ele recebeu o seu chamado para servir como um bispo Mórmon. Com a idade de apenas 35 anos, ele foi chamado para ser o presidente de estaca da Estaca Cottonwood Salt Lake. James havia servido em inúmeros chamados durante a sua vida. Sua lealdade ao Sacerdócio de Melquisedeque e um comprometimento total a seus chamados, o qual o Senhor lhe concedeu, e ele sempre honrou, foram inconfundíveis.
Em outubro de 1972 James E. Faust foi apoiado como um Assistente dos Doze Apóstolos. Ele foi chamado em 1976 para se tornar um membro da Presidência do Primeiro Quorum dos Setenta e dois anos mais tarde foi ordenado um membro do Quorum dos Doze Apóstolos. Foi durante esse último chamado que o Presidente Faust foi designado para ser o Presidente de uma missão internacional. Durante a sua designação, ele viajou para os cantos mais longínquos do mundo. Novamente, como ele fez em sua carreira profissional, Presidente Faust manteve um interesse pessoal em cada pessoa que ele encontrava. O Senhor o abençoou frequentemente para lembrar dos rostos e nomes em suas experiências previas com as pessoas. Não era apenas o nome da pessoa que ela lembrava; ele perguntava pelas esposas por nome e como elas estavam e então falava o nome de cada filho. Ele tinha o dom de sentir o amor sincero e o interesse pessoal, e de demonstrar isso.
Quando o Presidente Faust foi chamado para ser uma Autoridade Geral, e novamente quando ele foi chamado para a Primeira Presidência, ele reuniu sua família em uma Noite Familiar especial. Sua esposa Ruth relatou: “Jim foi passando pelo círculo e contou as seus filhos o que era único a respeito deles e como eles são individualmente especiais. Então ele lhes falou sobre os seus chamados, expressando que se ele não fosse uma pessoa boa, ele não teria sucesso como a Autoridade Geral” e adicionou “Eu nunca vou ser desobrigado de meu chamado como pai ou como avô” (Elder James E. Faust: Sharing His Love for the Lord, Ensign, Bangeter, Oct 1986, p.6).
Em 1995 Presidente Faust foi chamado para ser um conselheiro na Primeira Presidência, servindo com o Presidente Gordon B. Hinckley e Thomas S. Monson.
Durante os anos como Autoridade Geral, Presidente Faust ofereceu orações dedicatórias no Sri Lanka, Unganda, Kenya, Latvia e Zimbábue. Ele visitou e rededicou a China e voltou depois de décadas para o Oeste da África para ajudar a estabelecer a Igreja ali.
Ele fez esforços extras para ajudar a estabelecer o Centro Universitário Brigham Young de Jerusalém. Ele estabeleceu uma amizade baseada em confiança com o antigo Prefeito de Jerusalém. Existe uma quantidade enorme de bem que tem sido feito às nações não Cristãs do Oriente Médio graças aos esforços do Presidente Faust.
Presidente Faust tinha um testemunho inabalável do evangelho de Jesus Cristo.
Presidente Faust faleceu no dia 10 de agosto de 2007, de causas naturais.
Templo De Kirtland
julho 9, 2008 by admin
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Em Ohio, os Mórmons estavam construindo a sua comunidade em Kirtland, uma pequena comunidade ao sul de Cleveland. Em maio de 1833, no mesmo período, os Mórmons do Missouri estavam sendo expulsos de suas casa, Joseph Smith recebeu uma revelação dando o mandamento aos Mórmons de construir a Casa do Senhor em Kirtland para ser “dedicada ao Senhor para o trabalho da presidência”. A extrema pobreza dos Mórmons, muitos dos quais havia sido expulsos de suas terras sem nenhuma compensação, fez com que essa fosse uma tarefa difícil de fazer e por um mês, nada aconteceu. No dia 1º de junho, uma outra revelação foi dada a Joseph Smith castigando a ele e aos Mórmons por não começar a construção e prometendo ajudá-los a terminá-la. Imediatamente as valas do alicerce foram cavadas com Hyrum Smith, irmão do Profeta, sendo o primeiro a cavar. Em julho a pedra angular foi colocada e a construção continuou até o começo do ano de 1836. O interessante é que em Suas revelações a Joseph Smith Ele sempre se referiu a essa construção como a Sua Casa, e não era nunca chamada de templo, exceto pelos membros posteriores da Igreja. Isso é importante, porque a Casa do Senhor de Kirtland difere dos outros templos Mórmons construídos posteriormente em desenho, propósito e uso. Entretanto, as revelações repetidamente referem-se ao terreno designado do condado de Jackson e ao Templo de Nauvoo como Casas do Senhor.
O Templo de Kirtland incluem dois salões grandes de reunião, um superior e outro inferior. O último andar do templo continha escritórios e pequenas salas de reuniões usadas pela Presidência da Igreja Mórmon e mais tarde para a Escola de Profetas o qual treinava alguns missionários Mórmons. O salão grande de reuniões era usado como capela e como sala de aula e podia ser dividido em salas menores por grandes cortinas as quais ficavam penduradas no teto. O propósito desse templo não era para ser um local para realizar ordenanças e cerimônias como os templos Mórmons atuais, mas para prover um local para a educação e edificação dos Mórmons, para testar sua fé através de sacrifício, e prover um santuário onde Jesus Cristo poderia aparecer a Seu povo.
O primeiro templo Mórmon foi construído com muita dificuldade e foi requerido um dos maiores sacrifícios da historia Mórmon. A construção foi desacelerada por perseguições e alguns membros descreveram que trabalhavam com uma ferramenta em uma mão e uma arma na outra mão para se proteger da perseguição. Os homens sacrificaram tempo para trabalhar na construção e para procurar material, enquanto as mulheres teciam as cortinas e roupas. Muitas mulheres mais tarde doaram seus objetos de cristal para serem misturados com o gesso externo para dar uma aparência mais brilhante.
O Templo de Kirtland foi dedicado no dia 27 de março de 1836. Os 1000 Mórmons reunidos, a quantidade máxima de pessoas que cabia dentro dele, cantaram hinos, ouviram aos sermões de sacrifício para a construção da Casa do Senhor e ouviram Joseph Smith ler a oração dedicatória que ele havia recebido por revelação e agora está registrada como Doutrina e Convênios 109. Eles também instituíram o grito de Hosana como uma forma de adoração ao Senhor. Muitos dos presentes declararam ter visto anjos e de ouvir um forte correr do vento e ver línguas de fogo, como no dia de Pentecostes. Essas manifestações vieram como um resultado da grande fé e sacrifício dos primeiros Mórmons. O Templo de Kirtland proveu um lugar para educação religiosa na escola dos profetas e para muitas revelações importantes. Foi no templo que a primeira revelação sobre a salvação pelos mortos, mais tarde expandida em Nauvoo, foi recebida no dia 3 de abril de 1836, o próprio Salvador Jesus Cristo apareceu no templo para Joseph Smith e Oliver Cowdery. Ele aceitou o sacrifício de seu povo e aceitou a Casa (ver Doutrina e Convênios 110:7). Então Joseph Smith e Oliver viram Moisés, Elias e Elias o profeta, cada um do qual restaurou certas chaves, ou autoridades, do Sacerdócio, sobre a coligação de Israel, o Evangelho de Abraão, e os poderes seladores do Sacerdócio (ver D&C 110). Essas chaves do Sacerdócio são necessárias para construir e dirigir os templos Mórmons e todas as suas cerimônias.
Dentro de alguns anos, os Mórmons foram forçados a abandonar Kirtland, à medida que as perseguições aumentavam e ficavam muito severas. Eles se mudaram para o Missouri em 1838 e para Nauvoo em 1839. Eles abandonaram sua bela Casa do Senhor e todo o sacrifício que havia sido requerido para conseguir as coisas para construí-la.
Topicos Especiais
julho 9, 2008 by admin
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Os templos da Igreja Mórmon são uma de suas características mais distintas e únicas. Eles são símbolos da crença Mórmon sobre o além vida e sobre o propósito que todos temos aqui na Terra. Desde o começo da história Mórmon, os profetas e membros da Igreja Mórmon tem se sacrificado para construir esses edifícios sagrados para adorar dentro deles. Em comparação à maioria das igrejas Cristãs, o mormonismo fica virtualmente sozinho na afirmação da importância de seus líderes possuírem a autoridade adequada, dada por Deus, para administrar a Igreja. Essa autoridade, chamada de Sacerdócio, dá aos líderes a habilidade de guiar a Igreja de Cristo, e de construir e operar os templos para a salvação dos vivos e das pessoas já falecidas. Em uma revelação dada ao Profeta Joseph Smith, o Senhor Jesus Cristo declarou: “… meu povo sempre recebe ordem de construir [templos] a meu santo nome” (Doutrina e Convênios 24:39). (Leia Mais).
Os missionários Mórmons tem pregado o evangelho restaurado na Alemanha desde 1841 e, ao decorrer dos anos, milhares de pessoas se filiaram à Igreja Mórmon. Nos primeiros anos, a perseguição levou os Mórmons conversos a se mudar para o continente Americano, onde eles pudessem praticar sua religião livremente, mas hoje em dia, aproximadamente 40.000 Mórmons vivem e trabalham na Alemanha… (Leia Mais).
Desde que o profeta Joseph Smith compartilhou a sua mensagem sobre a Primeira Visão pela primeira vez, os Mórmons tem realizado o trabalho missionário. Esse trabalho e feito com grande fé e sacrifício e ilustra o poder da crença Mórmon e o compromisso daqueles que o seguem. Os Mórmons têm sacrificado muitas coisas para compartilhar a mensagem que o evangelho de Jesus Cristo foi novamente restaurado através de profetas vivos… (Leia Mais).
M Russel Ballard Biografia
julho 9, 2008 by admin
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Herança
Como neto de dois apóstolos, Elder Hyrum M. Smith e Elder Melvin J. Ballard, bisneto do falecido profeta Joseph F. Smith, tataraneto de Hyrum Smith, o irmão de Joseph Smith, M. Russell Ballard cumpre com a herança que lhe foi deixada. É uma herança que ele aceita alegremente e se esforça a cada dia para viver de modo digno. Quando Russell foi apoiado como um apóstolo na Conferência Geral, ele reconheceu: “Eu gostaria de prestar testemunho… [de que] o véu entre aqui e o outro lado é bastante fino. Eu reconheço que tem sido uma grande bênção em minha vida ser nascido de bons pais, avôs e bisavôs que deram de tudo que lhes fosse pedido para dar para construir o Reino de Deus na Terra”.
Infância
Melvin Russell Ballard Jr. nasceu no dia 8 de outubro de 1928 em Salt Lake City, filho de Melvin Russell e Geraldine Smith Ballard. Russell foi o único filho desse casal. Russell, juntamente com suas três irmãs, viveram na mesma casa em Salt Lake City desde o tempo do seu nascimento até o seu casamento.
O pai de Russell era o proprietário da Companhia Ballard Motor em Salt Lake City. Ele instigou em seu filho o desejo de trabalhar arduamente no que quer que fizesse. Assim como seu pai era conhecido por sua preocupação pelas outras pessoas, também Russell ficou conhecido à medida que encontrava outros nas caminhadas da vida. Desde a época que Russel tinha idade suficiente para trabalhar, ele sempre teve um trabalho. Qualquer trabalho que fizesse, ele o fazia com vigor e comprometimento. Para Russell, sua mãe era a sua melhor amiga nos seus anos de desenvolvimento; ela era uma mulher muito carinhosa e compassiva.
Missão, Casamento e Família
Em 1948 Russell foi chamado pela Primeira Presidência para servir uma missão Mórmon na Inglaterra. Quando era um missionário de vinte e um anos, ele foi chamado em 1949 para ser o primeiro conselheiro na presidência da Missão Britânica.
Ao retornar de sua missão, ele conheceu Barbara Bowen. Quando estava em um baile na Universidade de Utah, um amigo de Russell queria que ele conhecesse Barbara, então ele começou a dançar com ela. Seu amigo dançou com ela até onde Russell estava, e então lhes apresentou um para o outro, e Russell dançou com Barbara por trinta segundo antes que parassem. Aquilo foi o começo de um namoro que duraria 11 meses. “Ela não era apenas bonita, mas tinha uma personalidade cintilante. Eu sabia desde o começo que eu queria me casar com ela, mas ela não compartilhava do mesmo sentimento. Foi um pouco difícil de convencê-la. Eu brinco com ela agora que convencê-la a se cassar comigo foi o maior trabalho de vendas que eu já fiz!”, declara Russell.
Russell e Barbara se casaram para a eternidade em 1951 no Templo Mórmon de Salt Lake, e foram abençoados com sete filhos – dois filhos e cinco filhas. A família sempre foi a sua prioridade máxima, mesmo com todas as responsabilidades que ele tinha na Igreja e nos negócios. Barbara disse: “Ele é extremamente dedicado à família, e eles sempre vieram em primeiro lugar. Ele foi um bispo por muitos anos e teve várias posições na Igreja, mas essas responsabilidades nunca tiveram prioridade sobre sua família. Quando estava em casa, ele fazia o tempo valer a pena”.
Russell sempre deu à sua esposa o credito de ajudá-lo a cumprir com as suas responsabilidades. “Eu casei com a mulher certa. Sem a ajuda e direção de Barbara, nosso relacionamento familiar não teria sido tão bom como tem sido. Foi difícil ser um bispo, o dono de meu próprio negócio e ao mesmo tempo ser pai desses filhos que nasceram no decorrer do tempo, mas de algum modo eu consegui conciliar tudo. Eu dou todos os créditos para Barbara e seu bom julgamento”.
Educação, Serviço Militar e Carreira
Quando Russell freqüentou a Escola Secundaria East em Salt Lake, seus amigos o viam como seu líder. Russell Freqüentou a Universidade de Utah e era conhecido como o “bispo” dos irmãos da fraternidade. Seus amigos sabia que em qualquer situação que Russell se encontrava, ele seria fiel à suas crenças e era um exemplo do evangelho de Jesus Cristo para todos.
A educação de Russell era do tipo “mãos à obra”. Com seu pai dono da Companhia Ballard Motor, Russell teve a oportunidade de trabalhar com seu pai e aprender a importância do trabalho árduo. Ele aprendeu a ter metas e ter objetividade nos negócios, igreja e assuntos familiares.
Profissionalmente, Russell se envolveu com várias empresas, incluindo automotivas, imobiliárias e negócios de investimento. Russel foi o melhor vendedor da companhia do seu pai quando ele saiu em 1950. Em 1956 Russell voltou e assumiu a Companhia Ballard Motor de seu pai. Durante aquele época, ele também serviu como Reservista do Exército dos Estados Unidos. Em 1957, quando deixou a reserva, Russell era primeiro tenente.
No final da década de 50, ao retornar de uma viagem de negócios, Russell conquistou o direito de ser o negociante de carros da Edsel para Salt Lake. Seus negócios se tornaram os mais bem sucedido do pais; A Companhia Ford Motor o convidou e seus associados para Detroit para explicar para outros negociadores como eles conseguiam aquilo. No fim, a Edsel faliu e a companhia automotiva e os representantes em todo o país, incluindo o negócio de Russell, perdeu milhões de dólares. Foi necessário anos para que se recobrasse do prejuízo, mas o seu trabalho árduo e integridade continuaram intactas ao decorrer dos anos, e Russell pôde dar a volta por cima e ainda ter a confiança das instituições financeiras. Ele disse: “Para mim, falência é apenas quando você deixa de tentar. Se você continua trabalhando e tenta fazer o que é certo e honesto, certamente tudo dará certo”.
O empreendimento do qual Russell mais se orgulhava era o de sua responsabilidade como presidente do Valley Music Hall (Teatro do Vale) em Bountiful, Utah. O teatro ofereceu entretenimento de alta qualidade para as famílias por vários anos. Russell pôde trabalhar com inúmeras pessoas no negócio de entretenimento que lhe ofereceram experiência e conselhos. Ainda que o Teatro tenha falido financeiramente, Russell certificou-se que todos os investidores tivessem a oportunidade de receber de volta todo o dinheiro que haviam investido.
Russell continuou nos anos seguintes com vários projetos de negócios. Seu tempo também era gasto em varias posições em organizações profissionais e na Câmara de Comércio. Ele serviu em várias diretorias tais como da Deseret Books Company e do Quadro de Consultoria Salt Palace.
Serviço na Igreja
Logo após o casamento de Russell e Barbara, Russell foi chamado para o bispado e desde então teve vários chamados na Igreja. Em 1974 Russell foi chamado como presidente da Missão Toronto Canadá, onde serviu por dois anos. Em 1976 seu chamado para serviço na igreja de tempo integral se tornou permanente. Ele foi chamado para o Primeiro Quorum dos Setenta. E em 1980 ele foi chamado para a presidência do Quorum dos Setenta.
Ele ainda teve chamados como Diretor Executivo do Departamento Missionário da Igreja Mórmon, ele dirigia os currículos e departamento correlacionados, e serviu como presidente de uma missão internacional.
Outubro de 1985 trouxe uma mudança para a família Ballard, algo que era inesperado. Barbara se lembra: “Foi uma grande surpresa. Estávamos prontos para sair de casa para ir para a conferência. O telefone tocou, e era o Presidente Hinckley quem estava pedindo a meu marido que fosse para o escritório. Ele pensou que pudesse ser um pedido para falar na conferência, uma vez que um dos oradores estava doente. Estávamos tranqüilos a caminho do escritório do Presidente Hinckley e até conversamos sobre qual tema ele deveria falar caso fosse chamado para discursar. Quando chegamos ao escritório, Presidente Hinckley chamou meu marido como um Apóstolo. Eu quase pensei, “por favor, poderia repetir novamente? Eu acho que não ouvi direito”. Russell olhou para mim com lágrimas nos olhos. Foi um experiência incrível”. Com isso M. Russell Ballard foi apoiado como membro do Quorum dos Doze Apóstolos em outubro de 1985 na Conferência Geral.
Com o seu chamado como um Apóstolo, Elder Ballard agora é uma testemunha e testificador do Evangelho de Jesus Cristo. Ao sentar no seu escritório com fotos e estátuas dos seus antecessores, ele se sente humilde com a responsabilidade que o Senhor lhe tem proporcionado. Falando na Conferência Geral de 1985 ele disse: “Eu estou profundamente humilde com a confiança que o Senhor e meus irmãos tem, e prometo a todos que eu farei o melhor que eu sei… Eu entendo qual é a fonte [deste] chamado. Essa é a Igreja do nosso Pai Celestial. …Eu sei, como estou agora diante de vocês, que Jesus é o Cristo e que Ele vive. Ele está bem próximo desse trabalho, e bem próximo de todos nós que somos pedidos para realizar esse trabalho em toda a Terra, em seu nome”.
Templo Mormon Em Toda Terra
julho 9, 2008 by admin
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Em 1995 Gordon B. Hinckley se tornou o Presidente e Profeta da Igreja Mórmon. Talvez nenhuma pessoa no Mormonismo desde Joseph Smith tenha tido tanto impacto sobre os templos Mórmons e nas cerimônias dos templos Mórmons. Após a Segunda Guerra Mundial ele ajudou a supervisionar o projeto de transição das cerimônias dos templos Mórmons para filmes, para ajudar nos países estrangeiros. Ele também dedicou mais templos do que todos os outros líderes da Igreja juntos. Dos 122 templos Mórmons em funcionamento até 2006, Presidente Hinckley dedicou mais de 70, ou seja, quase 60% de todos os templos Mórmons.Dieter F Uchtdorf Biografia
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Dieter F. Uchtdorf nasceu em Mahrisch Ostrau, Tchecoslováquia, no dia 6 de novembro de 1940, é um membro atual do Quorum dos Doze Apóstolos. O pai de Dieter, Karl Albert Uchtdorf, foi alistado no exército alemão e foi imediatamente tomado de sua esposa e filhos pequenos. Dieter era o filho mais novo da família e não entendia aonde o seu pai estava indo, apenas que seu pai havia sido levado de sua família. A mãe de Dieter, Hildegard, sabia então que ela deveria cuidar de sua família sozinha durante um tempo quando a guerra na Europa estava bombardeando em todos os termos.
Com os aliados no oeste e as forças de Stalin no leste, Hildegard queria chegar o mais próximo possível do lado oeste. Ela pegou seus filhos e foi para Zwickau, Alemanha. Felizmente, o seu marido sobreviveu a guerra e se uniu a sua família em Zwickau; entretanto, Karl se tornou um oponente amargo tanto com o regime nazista quanto o comunista. Os nazistas haviam sido destruídos e Satalin agora controlava as vidas dos alemães como um resultado da divisão pós-guerra da Alemanha. A posição política de Karl colocou a vida da família em perigo, então, pela segunda vez em 7 anos, a família teve que deixar tudo o que possuía e, apesar do perigo, foram para Frankfurt, Alemanha Ocidental.
Dieter comentou sobre esse período: “Éramos refugiados com um futuro incerto… eu brincava em casas destruídas por bombas e cresci com as conseqüências sempre presentes de uma guerra perdida e com a consciência que meu próprio país havia causado terríveis dores em muitas nações durante a horrível Segunda Guerra Mundial” (A Igreja Global Abençoada pela Voz dos Profetas, Ensing, nov. 2002, p.10).
Quando era um jovem adolescente, Dieter pedalava sua bicicleta para o aeroporto de Frankfurt e ficava olhando os aviões. Ao olhar os aviões e quando era permitido pelos funcionários do aeroporto que observace a cabine dos aviões, seu amor por voar cresceu. Ele sonhava com o dia em que poderia sentir a liberdade de voar pelos céus.
Conversão
Apesar de todas as nuvens tumultuosas que envolviam suas vidas, uma luz brilhou na escuridão. Foi quando a família estava em Zwickau que eles encontraram a Igreja Mórmon. “Após a Segunda Guerra Mundial minha avó estava em uma fila para receber alimento quando uma sister missionária solteira de idade mais avançada sem nenhum membro de sua família, a convidou para uma reunião sacramental… minha avó e meus pais aceitaram o convite. Eles fora a igreja, sentiram o Espírito, e foram elevados pelo gentileza dos membros, e fora edificados pelos hinos da Restauração… Quão grato eu sou pela sensibilidade espiritual de minha avó, por pais ensináveis, e uma sábia sister missionária de cabelos grisalhos que teve a doce coragem de … seguir o exemplo do Salvador convidando-nos para vir e ver” (A Oportunidade de Testificar, Ensign, nov. 2004, p.74).
Educação
Com 18 anos, Dieter foi educado em engenharia, seguido de mais seis anos na Força Aérea Alemã. Então, devido ao relacionamento mutuo entre o governo dos Estados Unidos e da Alemanha, Dieter foi para a escola de treinamento de pilotos de guerra em Big Spring, Texas, onde ele ganhou premiações nas Forças Aéreas Americanas e Alemãs. A maior conquista na escola para Dieter foi vencer o Troféu do Comandante, por ser o aluno de destaque na escola de pilotagem.
Casamento e Família
Harriet Reich tinha quatro anos de idade e vivia em Frankfurt próximo ao fim da Segunda Guerra Mundial. Ela se lembra de um soldado americano bonito que passou por ela nas ruas e gentilmente ofereceu um chiclete. Ela pegou o tentadoramente e jamais esqueceu o rosto do jovem rapaz e seu gesto amigável. Dez anos mais tarde, dois missionários Mórmons bateram na porta de Reich. Harriet abriu a porta enquanto sua mãe proibia os dois missionários de entrar. Vendo o mesmo tipo de olhar no rosto dos missionários que ela havia visto naquele soldado, Harriet implorou para sua mãe deixar que eles entrassem.
Os missionários deixaram uma copia do Livro de Mórmon com algumas escrituras marcadas. Aquela noite a mãe de Harriet leu o Livro de Mórmon. Harriet se lembra de como o semblante da sua mãe mudou quase imediatamente. Desde que a guerra terminou, a mãe de Harriet, que havia ficado viúva recentemente, e mãe de duas meninas, estava deprimida e infeliz. Mas ao ler o Livro de Mórmon, Harriet viu a luz voltar aos olhos de sua mãe. Quando os missionários voltaram, eles perguntaram: “A senhora leu as escrituras marcadas?” “Sim, li todas” respondeu a mãe de Harriet “entrem, tenho algumas perguntas que gostaria que vocês respondessem”. Harriet, sua mãe e sua irmã foram batizadas na Igreja Mórmon quatro semanas mais tarde. “A vida mudou para nós naquele dia. Mais uma vez nós rimos e corremos e encontramos felicidade em nosso lar. Eu devo tudo isso ao evangelho de Jesus Cristo” explicou Harriet.
Foi enquanto freqüentava uma atividade para jovens aos treze anos de idade que Dieter encontrou Harriet pela primeira vez. Dieter relembra: “Eu sempre a amei. Eu me apaixonei por ela desde o começo… Ela era uma garota muito bonita. E ainda é”. Foi amor a primeira vista para Dieter, mas não para Harriet. Somente quando Dieter completou o seu serviço militar obrigatório e voltou para a Alemanha que ela começou a apreciar Dieter. Eles começaram a namorar e se casaram no dia 14 de dezembro de 1962, no Templo da Suíça. Eles foram abençoados com dois filhos – Guido e Antie.
Mesmo com sua ocupada agenda profissional e com os chamados da igreja, a prioridade principal de Dieter sempre foi sua família. Antie relembra:”Quando [papai] estava em casa, ele era totalmente dedicado a mamãe e a nós. Certamente tudo era emocionante para mamãe, e papai fazia coisas sempre emocionantes. Ele fazia tudo parecer uma aventura – até mesmo ir ao supermercado. Ele nos levou nas férias familiares mais estimulantes que uma criança poderia imaginar. Então, quando éramos criança, vivíamos entusiasmados de um jeito ou de outro, o tempo todo!” Guido ainda diz: “Não me lembro de nenhum sermão. Eu sempre me lembro que ele se interessava em mim. Tínhamos passeios, os quais geralmente eram caminhadas ao fim da tarde, e em ocasiões mais especiais, caminhadas nas montanhas. Eu amava esse tempo que tínhamos para conversar. E em todas as situações, ele ensinava pelo exemplo”.
Carreira
Em 1970 com a idade de 29 anos, Dieter foi nomeado capitão na Lufthansa Airlines, um nível que lhe foi dito uma vez que jamais alcançaria antes do final da sua carreira. Em 1972 ele foi nomeado gerente de um jato 737. Em 1975 ele se tornou o diretor da escola de treinamento de pilotos em Goodyear, Arizona – o posto de treinamento principal e mais honrado na organização Lufthansa. Mais tarde sua responsabilidade seria como piloto chefe e o cabeça da tripulação de cabine em 1980 e como vice-presidente sênior de operação de vôos em 1982.
Em dezembro de 1973 o presidente das Linhas Aéreas Alemã Lufthansa recebeu notícias perturbadoras:
Cinco terroristas haviam seqüestrado um avião 737 em Roma, Itália, e estavam indo para Atenas, na Grécia, com reféns a bordo. Ao fazerem isso, 32 pessoas morreram em Roma e um dos reféns que estava no vôo estava para ser morto a tiros e sumariamente atirado sob a pista de decolagem em Atenas. Com as armas nas cabeças do piloto e co-piloto e com reféns tremendo de pavor, os instáveis seqüestradores fizeram um trajeto bizarro de Roma para Beirute, então para Atenas depois para Damasco e então Kuait.
Em um instante, o presidente da Lufthansa mandou para o ar o seu piloto chefe atrás do 737. Dieter, com apenas 33 anos, deveria levar um pequeno grupo de emergência e seguir o avião dos seqüestradores aonde quer que a guerrilha o levasse. Ele deveria, sempre que possível, negociar a libertação do avião, dos pilotos e dos reféns. Então, quando tudo isso fosse cumprido, ele deveria levar o avião 737 seqüestrado de volta para a sede em Frankfurt.
Felizmente, não houve mais derramamento de sangue e a missão foi cumprida com sucesso.
Serviço na Igreja
Enquanto freqüentava a escola para treinamento de pilotos de guerra no Texas, Dieter ajudou a construir a capela para o ramo local da Igreja Mórmon. Apesar de todas as premiações que ele recebeu, ele sempre sentiu que isso era muito mais significante.
Em meio as mudanças e responsabilidades de sua carreira, Dieter foi chamado para ser o Presidente da Estaca Frankfurt Alemanha e então presidente da Estaca Mannheim Alemanha. Então, em 1994, ele foi chamado para o Segundo Quorum dos Setenta.
Elder Larsen era um Presidente de Área de quem o Elder Uchtdorf serviu como conselheiro. Elder Larsen disse: “Nossa área naquela época cobria a maior parte da Europa Central e Ocidental, países que haviam sido afetados pela Segunda Guerra Mundial. Todos que conheciam Dieter o amavam instantaneamente, mas naqueles primeiros meses ele não poderia ter ajudado, mas pensava sobre viajar e presidir em países onde eles não o conhecia e onde ainda havia dolorosas memórias sobre a guerra… Elder Uchtdorf ama as pessoas tão genuinamente e é tão dedicado que aonde quer que ele tenha ido ele foi abraçado, literalmente e figurativamente. O evangelho faz milagres em tais situações, e os membros da Igreja a quem ele visitou eram tão magnânimos e gentis quanto Dieter era humilde, inspirador e dedicado a eles” (Elder Dieter F. Uchtdorf: Ruma a Novos Horizontes, A Liahona, mar. 2005, pp. 8-13).
Uma situação em particular ocorreu quando o governo da Alemanha estava tomando algumas medidas contra as religiões menos conhecidas. Elder Anderson dos Setenta que serviu com o Elder Uchtdorf relembra como foi a situação: Uma lista inicial de “seitas” incluía A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Para opor-se a essa séria ameaça ao trabalho, os líderes da Igreja precisavam do representante alemão mais decidido e renomado que pudessem encontrar para ir a Bonn. Tal pessoa foi Dieter F. Uchtdorf. Sua apresentação destemida e corajosa foi tão persuasiva e articulada, e sua reputação junto à Lufthansa tão ampla e admirada, que os oficiais do governo alemão que o receberam em audiência ficaram de certo modo atordoados com o que haviam feito inadvertidamente. Na verdade disseram: “Se você é um Santo dos Últimos Dias, não precisamos de qualquer outra evidência. Sua Igreja certamente não será incluída em qualquer lista semelhante de religiões no futuro.” (Elder Dieter F. Uchtdorf: Ruma a Novos Horizontes, A Liahona, mar. 2005, pp. 8-13).
Em outubro de 2004 Elder Uchtdorf foi chamado para o Quorum dos Doze Apóstolos. Ele é o primeiro apóstolo em mais de cinqüenta anos que não nasceu nos Estados Unidos, e o primeiro nascido na Alemanha.
Evangelho De Jesus Cristo
julho 9, 2008 by admin
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O Evangelho de Jesus Cristo são as “boas novas” que Jesus Cristo venceu a morte e o pecado através de Seu sacrifício, morte, e ressurreição. Também significa que a humanidade, através de fé no nome de Jesus Cristo, arrependimento pelos pecados cometidos, batismo pela água e pelo fogo (Espírito Santo), e perseverar até o fim, pode ser salvo por causa do sacrifício de Jesus Cristo. É chamado de evangelho, o qual quer dizer literalmente “boas novas”, porque se não fosse Jesus Cristo e seu sacrifício, nenhuma pessoa poderia ser salva da morte e do inferno. As Boas Novas é que um meio foi preparado para todos poderem escolher segui-lo. O caminho é gratuito e aberto a todos.
Os Mórmons ensinam que o Evangelho de Jesus Cristo é a mensagem mais importante para o mundo que os missionários Mórmons dedicam suas vidas para ensinar os outros. O Profeta Joseph Smith escreveu o seguinte:
“Cremos que os primeiros princípios e ordenanças do Evangelho são: primeiro, Fé no Senhor Jesus Cristo; segundo, Arrependimento; terceiro, Batismo por imersão para remissão de pecados; quarto, Imposição das mãos para o dom do Espírito Santo” (Regras de Fé 1:4).
Isso representa a fundação básica do Evangelho de Jesus Cristo como ensinado pela Igreja Mórmon. Esses passos são o que uma pessoa precisa fazer para entrar em convênio com Cristo e entrar no caminho que leva À Vida Eterna. Os Mórmons ensinam que a plenitude do Evangelho, ou os ensinamentos completos sobre o Evangelho, bem como a autoridade para realizar o batismo e os convênios que Deus faz com os homens foram retirados da Terra nos séculos seguintes à crucificação de Cristo e que esses ensinamentos e sua autoridade foram restaurados através de um profeta dos nossos dias, começando com Joseph Smith. Parte da restauração foi o Livro de Mórmon, o qual o Senhor nos deu para ajudar a entender mais completamente essas doutrinas essenciais. Em uma revelação dada a Joseph Smith, Jesus Cristo disse: “E também os élderes, sacerdotes e mestres desta igreja ensinarão os princípios de meu evangelho que estão na Bíblia e no Livro de Mórmon, no qual se acha a plenitude do evangelho” (Doutrina e Convênios 42:12).
Fé no Senhor Jesus Cristo
Paulo disse: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus cria que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6). Sem fé, não podemos ser salvos e assim não podemos agradar a Deus, que deseja que todos sejam salvos. Fé é saber que Deus vive, mas também significa confiar Nele, como Paulo disse, precisamos acreditar que ele “é galardoador dos que o buscam”. A menos que confiemos em Deus cumprirá Suas promessas, e a menos que confiemos em Deus o suficiente para guardar os seus mandamentos, não temos fé de verdade.
Os Mórmons acreditam que nossa fé deve ser centrada em Jesus Cristo. Fé é mais que acreditar que Jesus Cristo existe, mas é acreditar Nele quando Ele diz que seremos perdoados de nossos pecados e seremos salvos no Reino dos Céus, ou confiar Nele o suficiente para guardar os seus mandamentos ou cumprir com uma promessa feita a Deus. Fé em Jesus Cristo consiste em confiar que Ele tem todo o poder e pode cumprir com Suas promessas de ressuscitar toda a humanidade e salvar do pecado aqueles que se arrependem e O seguem como o seu líder. Aqueles que tem fé em Deus terão a coragem de guardar os Seus mandamentos mesmo quando lhes parecer difícil.
Ter fé significa que você agirá de acordo com as suas crenças. Apenas acreditar ou pensar que existe um Deus ou que Jesus Cristo é o Salvador do mundo não é o suficiente. Jesus disse em seu Sermão da Montanha que: “Nem todo o que me diz: ‘Senhor, Senhor!’ entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21). O Apóstolo Tiago disse àqueles que meramente acreditavam, mas não agiam de acordo com as suas crenças: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios os crêem, e estremecem. Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?” (Tiago 2:19-20).
Fé é um dom de Deus para aqueles que o procuram diligentemente. Desenvolvemos fé através do tempo, nos abrindo às influencias do Espírito Santo. O primeiro passo é ser humilde e ensinavel. Se formos arrogantes, então o Espírito de Deus não poder trabalhar conosco. Precisamos desejar acreditar. Mesmo se não acreditarmos a princípio, devemos desejar acreditar. O Livro de Mórmon compara esse sentimento a uma semente que plantamos e cuidamos. Por exemplo, se uma pessoa quer saber se o Livro de Mórmon é verdadeiro, ele deve então ler o Livro de Mórmon e ponderar sobre os seus ensinamentos através de oração sincera e meditação. Isso é plantar a semente.
Depois disto a semente precisa ser nutrida. Uma pessoa nutre a semente através de oração, estudo das escrituras, servir ao próximo, e guardando os mandamentos. Então, uma pessoa que orou sobre o Livro de Mórmon começa a aplicar os ensinamentos em suas vidas. O Livro de Mórmon compara essa etapa a plantar e cuidar da semente, ou exercitar um partícula de fé (ver Alma 32: 18-43). O Espírito Santo entrará no coração da pessoa e confirmará que o que ele está estudando é fazendo é verdadeiro e correto. Se não experimentarmos nossa fé guardando os mandamentos, orando, e freqüentando a igreja com um verdadeiro intuito de saber a verdade, o Espírito não nos falará se a escritura é verdadeira ou não. Portanto, a fé vem quando tentamos estudar e seguir as escrituras. Precisamos perguntar a nós mesmos: “Será que isso é verdade?”. À medida que vivemos esperando e desejando saber se alguma coisa é verdadeira, com o passar do tempo saberemos com certeza a veracidade do que procuramos através do Espírito Santo.
Os Mórmons se esforçam para desenvolver sua fé através do estudo, oração, serviço e obediência aos mandamentos de Deus. Fé uma forma de trabalho espiritual modelador de caráter, em conjunto com os milagres do Sacrifício de Jesus Cristo. Os Mórmons se referem a sua fé pessoal como seu testemunho e chamam compartilhar esses sentimentos com outras pessoas de Prestar Testemunho.
Arrependimento
O arrependimento é um dom maravilhoso de um Pai Celestial amável. Os Mórmons acreditam que o arrependimento deve ser visto de uma forma positiva, como uma oportunidade para melhorar. A raiz da palavra arrependimento é tanto em hebreu quando em grego voltar do pecado em direção a Deus ou mudança de coração. O arrependimento não significa apenas reconhecer o pecado, ou sofrer por causa de nossos pecados, mas é um desejo de mudança espiritual. O Livro de Mórmon se refere ao arrependimento como uma mudança de coração. O arrependimento é, portanto, o ato de tentar fazer a vida mais próxima ou mais de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo.
Para nos arrependermos precisamos reconhecer nossos erros e fraquezas. Precisamos nos responsabilizar por nossas ações e reconhecer que o que temos feito magoou outras pessoas e ofendeu a Deus. Segundo, precisamos abandonar nossos pecados. Isso significa que iremos parar de fazer o que for errado e nunca mais repetiremos esse ato novamente. Precisamos, se possível, fazer restituição. Isso significa que se roubamos alguma coisa, devemos devolver ou pagar pelo que foi roubado para a pessoa de quem roubamos. Se mentimos ou machucamos os sentimentos de alguém, precisamos pedir desculpas. A restituição nem sempre é possível, mas devemos nos desculpar sempre e pedir pelo perdão das pessoas a quem ofendemos. Deus pode curar todas as feridas quando confiamos Nele, e podemos receber o perdão de nossos pecados. Finalmente, precisamos pedir perdão a Deus através de oração. Em alguns casos específicos, devemos também confessar aos líderes locais, pois sem isso o arrependimento não está completo.
Quando fizermos isso, temos a seguinte promessa de Deus:
“Eis que aquele que se arrependeu de seus pecados é perdoado e eu, o Senhor, deles não mais me lembro. Desta maneira sabereis se um homem se arrepende de seus pecados – eis que ele os confessará e abandonará” (Doutrina e Convênios 58:42-43).
Quando nos arrependemos sinceramente, temos a promessa de Deus – e Deus não mente – que seremos perdoados. Para nos tornarmos limpos de todos os nossos pecados e nos tornar uma nova criatura em Cristo, devemos seguir o arrependimento com o batismo, caso a pessoa ainda não tenha sido batizada por quem possua a devida autoridade. Porém, todos nós cometemos erros sempre, e precisamos arrepender durante toda a nossa vida e devemos continuamente voltarmos nossos pensamentos e ações para Deus para que possamos receber forças e perdão pelos nossos erros. Através do sacramento, o qual os Mórmons partilham todos os domingos, podemos renovar nossos convênios batismais e assim sermos purificados através do Espírito Santo. Doutrina e Convênios da Igreja Mórmon nos ensina o seguinte:
“Sim, arrependei-vos e sede batizados, cada um de vós, para a remissão de vossos pecados; sim, sede batizados com água e então virá o batismo do fogo e do Espírito Santo. Eis que em verdade, em verdade vos digo: Este é o meu evangelho; e lembrai-vos de que eles terão fé em mim ou de modo algum poderão ser salvos; E sobre esta rocha edificarei a minha igreja; sim, sobre esta rocha estais edificados e, se perseverardes, as portas do inferno não prevalecerão contra vós” (D&C 33:11-13).
Batismo por Imersão para a Remissão dos Pecados e o Batismo pelo Fogo
Batismo por Água
O Mormonismo acredita na importância do batismo. A quarta Regra de Fé, escrita pelo Profeta Joseph Smith, declara essa crença dos Mórmons: “Cremos que os primeiros princípios e ordenanças do Evangelho são: primeiro, Fé no Senhor Jesus Cristo; segundo, Arrependimento; terceiro, Batismo por imersão para remissão de pecados; quarto, Imposição das mãos para o dom do Espírito Santo”.
A Igreja Mórmon pratica o batismo por completa imersão na água. Isto é um simbolismo da morte e sepultamente da pessoa carnal e o renascimento da pessoa como um discípulo de Jesus Cristo e um membro de Sua Igreja. É também um simbolismo da morte e sepultamento de Cristo e de sua ressurreição. Assim como a maioria dos Cristãos, os Mórmons acreditam que uma pessoa que se arrepende e é batizada tem todos os pecados anteriores à esse acontecimento perdoados e se tornam limpos perante Deus.
O batismo é também o ato de fazer promessas ao Senhor. No batismo, os Mórmons fazem convênios, ou uma promessa tanto da pessoa quanto de Deus, de que eles tomarão sobre si o nome de Cristo, se lembrarão sempre Dele, e guardarão os seus mandamentos. Em retorno, o Senhor promete abençoar os membros fiéis batizados com a companhia constante do Espírito do Senhor, também chamado de Espírito Santo.
Na Igreja Mórmon o batismo nunca é realizado antes da pessoa completar a idade de responsabilidade, a qual, para os Mórmons, é de oito anos de idade. A idade de oito anos foi dada através de revelações modernas como a idade em que a criança se torna responsável por seus pecados, significando que eles são capazes de discernir independentemente entre o que é certo e o que é errado e de tomar sobre si as conseqüências de suas escolhas. Joseph Smith recebeu a seguinte revelação: “E seus filhos serão batizados para a remissão de seus pecados quando tiverem oito anos de idade; e receberão a imposição das mãos” (Doutrina e Convênios 68:27). Para aquelas pessoas que têm a idade suficiente, mas que não são capazes de discernir o certo do errado devido a condições como doenças mentais severas, por exemplo, não são responsáveis por seus pecados. Estas pessoas são salva através do Sacrifício de Cristo, assim como são todos os bebês e crianças que morrem antes de completar oito anos. Sobre isso o Livro de Mórmon proíbe veementemente a prática de batismo de crianças, afirmando que tal atitude é “um sério escárnio perante Deus”. O profeta historiador Mórmon, após quem o Livro de Mórmon foi nomeado, escreveu o seguinte:
“…inquiri o Senhor a respeito do assunto (batismo de crianças). E pelo poder do Espírito Santo veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Ouve as palavras de Cristo, teu Redentor, teu Senhor e teu Deus. Eis que vim ao mundo, não para chamar os juntos, mas os pecadores, ao arrependimento; os sãos não necessitam de medico, mas sim os que estão doentes; portanto as criancinhas são sãs, por serem incapazes de cometer pecado; portanto a maldição de Adão é delas removida por minha causa, de modo que sobre elas não tem poder; e a lei da circuncisão foi abolida por minha causa. E desta maneira o Espírito Santo manifestou-me a palavra de Deus; portanto, meu amado filho, sei que é um sério escárnio perante Deus batizar criancinhas. (…) E suas criancinhas não necessitam de arrependimento, nem de batismo. Eis que batismo é para arrependimento, a fim de que se cumpram os mandamentos para a remissão de pecados. As criancinhas, porém, estão vivas em Cristo desde a fundação do mundo; se não for assim, Deus é um Deus parcial e também um Deus variável, que faz acepção de pessoas; porque quantas criancinhas morreram sem batismo! Portanto, se as criancinhas não podiam ser salvas sem batismo, devem ter ido para um inferno sem fim. Eis que vos digo que aquele que pensa que as criancinhas necessitam de batismo, está n fel da amargura e nos laços da iniqüidade; porque não tem fé nem esperança nem caridade; portanto, se morrer com esse pensamento, deverá ir para o inferno” (Morôni 8:7-9, 11-14).
Embora Jesus Cristo tenha sido perfeito, o Livro de Mórmon ensina que Ele foi batizado para mostrar “aos filhos dos homens que, segundo a carne, se humilha ante o Pai e testifica-lhe que lhe será obediente na observância de seus mandamentos” (2 Néfi 31:7). As criancinhas não são capazes de fazer tal compromisso, então, eles não têm necessidade do batismo.
O batismo somente é reconhecido como válido, quando é realizado por alguém que possua a devida autoridade para realizá-lo. O Mormonismo declara ter o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo o qual é mantido principalmente sobre a base da autoridade divinamente concedida (o Sacerdócio) e de revelação contínua.
Semelhante à crença de outras denominações Cristãs, os Mórmons acreditam que o batismo é um pré-requisito para entrar no Reino de Deus após a morte. Essa crença apresenta um problema, porém, por causa dos milhões de pessoas que viveram e morreram sem a oportunidade de sequer ouvir o nome de Cristo, e não tendo a oportunidade de ser batizados. Por essa razão, os Mórmons acreditam na ordenança do Batismo pelos Mortos. Esse trabalho é feito somente nos templos Mórmons e é realizado por alguém que recebe essa ordenança em lugar e a favor da pessoa falecida. Os Mórmons acreditam que essa ordenança é somente válida quando a pessoa falecida aceita o trabalho feito em seu favor. Se a ordenança for de fato aceita, a pessoa poderá entrar no Reino de Deus da mesma maneira como poderia caso ela tivesse aceitado aqui na Terra.
Os Mórmons acreditam que mesmo depois do batismo os membros ainda pecarão de uma maneira ou de outra. Ao partilhar do sacramento semanalmente, os Mórmons tem a oportunidade de renovar os convênios feitos no batismo. Isso inclui a chance de se sentir totalmente perdoado de seus pecados e limpos de seus atos incorretos da semana anterior. Os Mórmons acreditam que o sentimento de ser purificado semanalmente pode ajudar a pessoa a evitar os pecados. As bênçãos do batismo oferecem esperança aos indivíduos através do Sacrifício e infinito amor do Salvador Jesus Cristo.
Batismo do Fogo e do Espírito Santo
Depois de ser batizado, os Mórmons recebem o dom do Espírito Santo. Diferente do poder ocasional do Espírito Santo, sentido, por exemplo, por alguém quando esta procurando saber de todo o coração se a Igreja é verdadeira, o dom do Espírito Santo é permanente. Como Joseph Smith escreveu na quarta Regra de Fé, o dom é concedido através da imposição das mãos sobre a cabeça da pessoa recebendo. Isso significa que os homens que portam o sacerdócio colocam as mãos sobre a cabeça da pessoa recebendo a bênção, e um dos homens age como porta-voz, confirmando a pessoa como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e lhe conferindo o Espírito Santo, e então deixam uma bênção especial com a pessoa. A pessoa então pode ter a companhia contínua do Espírito Santo daquele momento me diante, podendo ser direcionado, advertida e confortado pelo Espírito Santo. Se a pessoa voltar a cometer pecados e não se arrepender, o Espírito Santo não estará mais com essa pessoa. Mas quando a pessoa se arrepende e se esforça para ser justa, digna e receptiva, o Espírito Santo pode prover grandes bênçãos de entendimento, proteção e paz.
Perseverar até o fim
Jesus Cristo disse a seus discípulos: “… estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mateus 7:14). O batismo em nome de Jesus Cristo, realizado por quem possua a devida autoridade, é o portão que leva a esse caminho. O Livro de Mórmon nos ensina mais claramente:
“… Porque a porta pela qual deveis entrar é o arrependimento e o batismo com água; e recebereis, então, a remissão de vossos pecados pelo fogo e pelo Espírito Santo. E estareis então no caminho estreito e apertado que conduz à vida eterna; sim, havereis entrado pela porta; havereis procedido segundo os mandamentos do Pai e do Filho; e havereis recebido o Espírito Santo, que dá testemunho do Pai e do Filho em cumprimento da promessa que vos fez de que, se entrásseis pelo caminho, receberíeis” (2 Néfi 31:17-18)..
Uma vez que entramos nesse caminho, precisamos continuar nele para que possamos alcançar a Vida Eterna. Os Mórmons chamam isto de perseverar até o fim. Novamente o Livro de Mórmon nos dá uma boa explicação sobre o que isso significa:
“Deveis, pois, prosseguir com firmeza em Cristo, tendo um perfeito esplendor de esperança e amor a Deus e a todos os homens. Portanto, se assim prosseguirdes, banqueteando-vos com a palavra de Cristo, e perseverardes até o fim, eis que assim diz o Pai: Tereis vida eterna” (2 Néfi 31:20).
Precisamos perseverar com firmeza na obediência aos mandamentos de Jesus Cristo, sendo cheios de amor e esperança. Precisamos nos banquetear com as palavras de Cristo, o que significa que precisamos estudar continuamente as Suas palavras nas escrituras e as que nos são dadas por revelação através de profetas vivos. Isso corresponde ao que o Apóstolo Paulo disse quando falou sobre fé, esperança e caridade (ver 1 Coríntios 13).
Perseverar até o fim não significa que os Mórmons esperam que sejam perfeitos. Uma parte de perseverar até o fim é continuar a melhorar a si mesmo continuamente através de arrependimento, sempre que alguma coisa estiver em desarmonia com a vontade de Deus. Perseverar até o fim também significa que devemos ajudar o próximo. O Livro de Mórmon nos ensina que quando servimos a nosso irmão, estamos servindo a Deus (ver Mosias 2:17). Uma pessoa persevera até o fim crescendo em atributos divinos. Elder Dallin H. Oaks, um dos Doze Apóstolos atuais, disse:
O Apóstolo Paulo ensinou que os ensinamentos e professores do Senhor foram dados para que possamos nos ater “à medida da estatura completa de Cristo” (Efésios 4:13). Esse processo requer muito mais do que apenas adquirir conhecimento. Não é nem suficiente para nos convencer do evangelho; precisamos agir e pensar para que sejamos convencidos por ele. Em contraste com as instituições do mundo, as quais nos ensinam a saber alguma coisa, o Evangelho de Jesus Cristo nos desafia a nos tornar em alguma coisa” (O Desafio de Tornar-se, Conference Report, outubro 2000, tradução livre).
Ele ainda diz:
“De tais ensinamentos concluímos que o Julgamento Final não é apenas uma avaliação da soma total de atos bons e maus – o que temos feito. É um reconhecimento do efeito final de nossos atos e pensamentos – o que nos tornamos. Não é o suficiente para qualquer um passar por nossas emoções. Os mandamentos, ordenanças e convênios do evangelho não são uma lista de depósitos requeridos para se fazer uma conta celestial. O Evangelho de Jesus Cristo é um plano que nos mostra como nos tornar o que o Pai Celestial deseja que nos tornemos” (O Desafio de Tornar-se, Conference Report, outubro 2000, tradução livre).
Pedro disse algo semelhante em sua epístola geral. Ele aconselhou os seguidores justos de Cristo em seus dias a se tornar “participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção…” (2 Pedro 1:4). Para fazer isto, ele diz, precisamos “[pôr] nisto mesmo toda a diligência, [acrescentando] a [nossa] fé a virtude, e à virtude a ciência, e à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade, e à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal a caridade” (2 Pedro 1:5-7).
“Pois clamava desde a manhã até o pôr-do-sol, exortando o povo a crer em Deus e a arrepender-se, a fim de não ser destruído, dizendo que, pela fé, todas as coisas se cumprem. Portanto todos os que crêem em Deus podem, com segurança, esperar por um mundo melhor, sim, até mesmo um lugar à mão direita de Deus, esperança essa que vem pela fé e é uma âncora para a alma dos homens, tornando-os seguros e constantes, sempre abundantes em boas obras, sendo levados a glorificar a Deus” (Éter 12:3-4).
Esse caminho de esperança e fé em Deus o qual leva os homens a fazer o que é bom é o caminho estreito e apertado do qual Jesus falou, que nos leva rumo à Vida Eterna, o qual é conhecer a Deus e a Jesus Cristo (ver João 17:3), porque temos que nos tornar como Eles são (ver 1 João 3:2). Então, através do poder do sacrifício e da ressurreição de Jesus Cristo, aqueles que seguiram esse caminho serão limpos de seus pecados e levados, ao final, para o lugar onde habitarão com Deus e Jesus Cristo para sempre.
Palavra De Sabedoria
julho 9, 2008 by admin
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Os Mórmons acreditam que as coisas espirituais e físicas influenciam umas às outras. Por exemplo, quando alguém está fisicamente doente, ele geralmente se sente emocionalmente esgotado. O mesmo é verídico para aqueles que estão espiritualmente ou emocionalmente deprimidos; eles também se sentem doentes. Em Doutrina e Convênios, que contém as revelações de Jesus Cristo para profetas modernos como Joseph Smith, o Senhor disse o seguinte:
“Portanto em verdade vos digo que todas as coisas são espirituais para mim e em tempo algum vos dei uma lei que fosse terrena; nem a homem algum nem aos filhos dos homens nem a Adão, vosso pai, a quem criei” (D&C 29:34).
Isso significa que todos os mandamentos de Deus para nós são espirituais, mesmo quando eles têm relação com coisas temporais, como a saúde física. O Senhor deseja que cada um de nós cuide de nosso corpo. Nosso corpo é um dom de Deus e é necessário para nossa felicidade plena. Em uma revelação dada para o Profeta Joseph Smith, o Senhor nos deu algumas instruções em como devemos cuidar de nossos corpos. Essa revelação é conhecida como A Palavra de Sabedoria e é encontrada em Doutrina e Convênios, seção 89.
De acordo com a Palavra de Sabedoria, existem certos tipos de alimentos e bebidas que Deus nos dá o mandamento de evitar e outras que Ele encoraja que usemos. A maioria das pessoas conhece os Mórmons por não beber bebidas alcoólicas ou por não tomar café, ou por não fumar. Essas “proibições” são geralmente mais conhecidas do que as coisas que devemos fazer, mas ambas são muito importantes. É importante conhecer e seguir ambas.
Permissões
É nos dado o mandamento de comer os seguintes alimentos, com o coração grato e com moderação (ver D&C 89:11):
- Todas as ervas salutares e frutos em sua estação (D&C 89:10-11)
- Carne de animais e aves devem ser usadas moderadamente (D&C 89:12-13)
- Os grãos são o centeio da vida (D&C 89:16).
Proibições
Existem certas coisas que nos é dado o mandamento para evitar porque são prejudiciais tanto para o corpo quanto para o espírito. Estes são:
-
- Vinho e Bebidas Fortes (que são as bebidas alcoólicas) (D&C 89:5-6)
- Tabaco (D&C 89:8)
- Bebidas Quentes (Chá preto e café) (D&C 89:9)
Os profetas modernos tem também adicionado a essas listas, através de revelação, que devemos evitar drogas ilícitas como a maconha, cocaína, etc. Uma vez que elas podem ser prejudiciais tanto para o corpo quanto para o espírito. Até mesmo os medicamentos, que são um tipo de droga, como os analgésicos, devem ser usados moderadamente, e com cuidado, e sob supervisão médica.
Aqueles que obedecem a Palavra de Sabedoria evitando essas coisas que são proibidas lhes são prometidos grandes bênçãos. A revelação diz:
“E todos os santos que se lembrarem de guardar e fazer estas coisas, obedecendo aos mandamentos, receberão saúde para o umbigo e medula para os ossos; E encontrarão sabedoria e grandes tesouros de conhecimento, sim, tesouros ocultos; E correrão e não se cansarão; e caminharão e não desfalecerão. E eu, o Senhor, faço-lhes uma promessa de que o anjo destruidor passará por eles, como os filhos de Israel, e não os matará. Amém” (Doutrina e Convênios 89: 18-21).
Spencer W Kimball Biografia
julho 9, 2008 by admin
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Spencer Woolley kimball nasceu em Salt Lake City, Utah, no dia 28 de março de 1895, filho de Andrew e Olive Wooley Kimball, do qual era o sexto filho de onze filhos e filhas que a família tinha. Quando Spencer tinha três anos, seu pai foi chamado para presidir a Estaca St. Joseph em Thatcher, Arizona. Ali ele cumpriria sua designação pelos vinte e seis anos seguintes.
Spencer veio de uma longa linha de servos devotos do Senhor. Seu avô paterno, Heber C. Kimball, foi um apóstolo e amigo do Profeta Joseph Smith e um conselheiro na Primeira Presidência, quando Brigham Young era o Presidente da Igreja Mórmon. Seu avô materno Edwin Woolley, era um líder em Salt Lake, um gerente de negócios para Brigham Young, e bispo da Ala Treze de Salt Lake City por mais de quarenta anos.
Criando desde pequeno nos princípios da Igreja Mórmon, Spencer foi ensinado a amar e a servir ao Senhor e a seu próximo. Durante a sua vida, ele sofreu com acidentes, doenças, operações, as quais serviram para ele ajudar ao próximo. Sua filha, Olive, disse o seguinte sobre seu pai: “Papai teve uma grande quantidade de tristezas e doenças e muitas difíceis de vencer. Isso apenas serviu para fazê-lo uma pessoa mais forte, e lhe fez ter muita empatia pelas outras pessoas”. Uma ocasião triste foi recontada posteriormente por Spencer: “Veio um pensamento em minha memória de uma antiga cena de angústia, terror, medo e falta de esperança. Ali estávamos, oito dos onze filhos de minha mãe no quarto de nossos pais. Nossa mãe estava morta, nosso pai distante, e nosso irmão mais velho, Gordon, sentou-se na cadeira segurando nossa irmã caçula enquanto ela morria, com todos nós, os mais novos, ao redor da cadeira, amedrontados, e orando e chorando. O médico ficava a milhas de distância. Seu cavalo e carroça provavelmente não poderiam trazê-lo rápido o suficiente, e o que ele poderia fazer caso chegasse? Parecia ser uma combinação de difteria e crupe membranosa, e a pequena Rachel esta literalmente engasgando até a morte. Em terror assistimos o pequeno corpo lutar valentemente por ar e vida, e então relaxou completamente. A dura batalha havia terminado. Ela havia perdido” (Como uma Filha Vê Seu Pai, o Profeta, abr. 1976, p.3-4).
Quando criança, Spencer estava sempre perto do Salvador através da leitura das escrituras, guardando a Palavra de Sabedoria, e freqüentando as reuniões da Igreja todos os domingos. Ele se orgulhava de ter uma freqüência perfeita na Escola Dominical e Primária. Sempre que Spencer tirava o leite das vacas, poderia ouvi-lo cantando hinos, e perto dele, no chão, estariam as palavras de um hino que ele estivesse memorizando. Ele tinha a meta de memorizar todos os hinos da Igreja. Quando Spencer tinha dez anos, seu pai previu: “Eu dediquei [Spencer] para ser um porta-voz do Senhor – caso fosse à vontade do Senhor. Vocês o verão um dia como um grande líder. Eu o dediquei para servir a Deus, e ele se tornará um homem poderoso na Igreja” (Early Prophecies Made about Mission of Elder Kimball (Primeiras Profecias Feitas sobre a Missão do Elder Kimball), Nov 1961, p.16 ).
Educação e Trabalho Missionário
Em 1914 Spencer se graduou na Academia Gila em Thatcher, Arizona, onde ele era a estrela do time de basquete, recebendo altas honrarias acadêmicas, e foi o presidente da classe. Spencer amava tocar o piano e cantar, tanto que eram constantes as demandas dos seus talentos. Ele foi também um membro de um quarteto popular chamado “Os Conquistadores”.
Logo após a sua formatura, Spencer recebeu uma carta do Presidente Joseph F. Smith, presidente da Igreja Mórmon na época. O Presidente o chamou para servir na Missão Suíça-Alemã, para o qual ele partiria em Outubro. Spencer ficou entusiasmado para servir uma vez que ele havia estudado alemão na Academia. Seus planos estavam para ser mudados, com a situação que estava se desenvolvendo na Europa. A designação missionária de Spencer foi suspensa. Ele serviria agora na Missão dos Estados Centrais, onde a sede ficava em Independence, Missouri. Ele ficou desapontado, pois essa havia sido a missão que seu pai, sua madrasta e seu irmão mais velho, Gordon, serviram. Após aceitar a mudança, Spencer embaçou no trem com entusiasmo e com um grande desejo de servir ao Senhor.
Sua missão foi cheia de muita tristeza e desencorajamento. Durante a sua missão, ele recebeu uma carta dizendo que sua irmã Ruth havia falecido. Juntamente com essa dor, as pessoas em sua missão não eram receptivas as mensagens que tinha para compartilhar. Ele, porém não desistiu. Ele fez o seu trabalho missionário com muita oração e determinação de plantar as sementes do Evangelho de Jesus Cristo nos corações das pessoas. Ele distribuiu panfletos, teve reuniões nas ruas, e foi de porta em porta.
Spencer voltou para casa ao terminar sua missão em janeiro de 1917. Spencer freqüentou a Universidade do Estado do Arizona e logo após serviu no exército, pouco antes da assinatura do Armistício de 1918.
Casamento
Antes de sua missão, ele foi apresentado a uma jovem chamada Camilla Eyring. Ao fazer um relato de sua missão, ele a viu entre as pessoas na audiência, e teve a esperança de fazer contato com ela novamente. Quatro dias depois Spencer e Camilla se encontraram em uma parada de ônibus, onde ele se apresentou novamente para ela. Ele perguntou se poderia ligar para ela novamente e ela disse sim e o namoro continuou. Spencer e Camilla se casaram em novembro de 1917.
Serviço na Igreja e Doenças Físicas
Com vinte e três anos de idade, Spencer foi chamado para servir como secretário da Estaca St. Joseph no Arizona. Seis anos depois ele foi chamado para servir como conselheiro na presidência da estaca. Quando a estaca foi dividida em 1938 ele foi chamado para ser o novo presidente da Estaca Mount Graham.
Em 1943, depois de servir por mais de vinte e cinco anos na liderança da estaca, Spencer foi chamado para ser um membro do Quorum dos Doze Apóstolos. Seu chamado como Apóstolo fez com que pensasse profundamente o que o Senhor queria que ele fizesse. Ele não aceitou esse chamado com estardalhaço, mas com humildade. Falando na Conferência Geral de outubro de 1943 ele humildemente disse: “…Talvez [os irmãos] foram mais inspirados a me dar o tempo que eu precisava de um longo período de purificação, pois naqueles dias e semanas eu fiz muita ponderação, oração e jejum.. Houve pensamentos conflitantes que surgiram em minha mente – parecendo uma voz dizendo: ‘você não pode fazer o trabalho. Você não está digno. Você não tem a capacidade de fazê-lo’ – e sempre vinha um pensamento triunfante: ‘Você precisa fazer o trabalho para o qual foi designado – você precisa se tornar capaz, digno e qualificado…’ o fim do dia me encontrou ajoelhado orando ao Senhor para me ajudar e me fortalecer e me capacitar para essa grande responsabilidade que veio sobre mim” (Conference Report, Oct 1943, p.15-16).
A bênção patriarcal do Elder Kimball, que lhe foi dado anos antes, dizia: “você pregará o evangelho para muitos povos, mas mais especialmente para os Lamanitas, pois o Senhor te abençoará com o dom de línguas e o poder de relatar as pessoas, o evangelho com grande clareza. Você os verá organizados e preparados como um baluarte ‘para este povo’…” (Conference Report”, Apr 1947, p.144-45). Anos antes, seu pai havia presidido a missão no Território Índio, o qual fez com que Elder Kimball desenvolvesse um grande amor pelos povos Lamanitas. Em 1946 ele foi designado para presidir o Comitê da Igreja para os Índios. Com esse programa, ele pode estabelecer a Igreja Mórmon entre os Lamanitas, disponibilizando a Bíblia e outras escrituras para eles, ajudando-os a se preparar para entrar no templo do Senhor, e ajudando-os a aprender sobre as promessas feitas a seus antepassados.
Depois de seu chamado para o apostolado, Elder Kimball sofreu uma série de ataques cardíacos. Em 1957, depois de anos com problemas na sua voz, foi diagnosticado um câncer na garganta e nas cordas vocais. Este seria o maior desafio que passaria em sua vida. Ele implorou ao Senhor: “… como poderia viver sem sua voz, pois sua voz era para pregar e falar era o seu ministério”. “Após a cirurgia sua voz havia sumido completamente, mas uma nova voz tomou o seu lugar. Uma voz calma, persuasiva e mansa, uma voz adquirida, uma voz apelativa, uma voz que [foi] amada pelos Santos dos Últimos Dias” (Ensign”, March 1974, p.4). Após vários anos, sua condição cardíaca piorou e foi requerido fazer uma cirurgia para que pudesse ser salvo.
Profeta, Vidente e Revelador
Em 1973, dois anos após a cirurgia cardíaca de Spencer, Presidente Harold B. Lee faleceu, e Elder Kimball foi apoiado como Profeta, Vidente e Revelador da Igreja Mórmon. Ele permaneceu como profeta nos doze anos seguintes.
Enquanto Spencer W. Kimball era presidente da Igreja Mórmon, vinte e um templos foram dedicados, juntamente com o Prédio de Escritórios da Igreja em Salt Lake City em 1975. Em 1979 e 1981 novas edições das escrituras – a Bíblia, o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios e Pérola de Grande Valor – foram impressas com referências de escrituras em seu rodapé. Uma nova edição do hinário Mórmon com hinos adicionais foi impressa. Ele escreveu o livro “O Milagre do Perdão”, o qual ensina princípios sobre o arrependimento e o qual dá conselhos e palavras inspiradoras para muitos viverem por elas. Duas revelações foram adicionadas à Pérola de Grande Valor, que agora são Doutrina e Convênios 137 e 138, e em 1978 a Primeira Presidência anunciou a revelação de que todo membro fiel da Igreja poderia receber o santo sacerdócio.
Durante a sua vida ele pregou a necessidade dos missionários Mórmons serem melhores preparados para servir suas missões. Presidente kimball declarou que “todo rapaz digno e capaz deveria se preparar para servir uma missão. Quando eu peço mais missionários, eu não estou pedindo mais testemunhos estéreis ou missionários indignos. Eu estou pedindo que comecemos a preparar mais cedo e treinar nossos missionários… para que os jovens entendam que é um grande privilégio servir uma missão e que precisam estar bem fisicamente, mentalmente, espiritualmente e que o Senhor não pode olhar para os seus pecados com o menor grau de aceitação… A pergunta é frequentemente feita: Todo rapaz deveria servir uma missão? E a resposta foi dada pelo Senhor, e é sim. Todo rapaz deve cumprir uma missão. Ele não estabeleceu limites. A resposta é sim…” (Ensign, Oct 1974, p.7-8).
Presidente Kimball faleceu no dia 05 de novembro de 1985. Sob a sua liderança os membros da Igreja aceitaram o desafio de ‘alargar o passo’ aumentando seu trabalho missionário, construção de templos, e em todos os aspectos do evangelho. Sua declaração aos membros de “Faça-O” os encorajou a fazer o seu melhor e a utilizar o seu tempo para construir o reino de Deus.
Obstáculos, tristezas, e desapontamentos durante a vida do Presidente Kimball o preparou para a liderança na Igreja do Senhor. Seu amor pelas pessoas, seu amor pelo Evangelho de Jesus Cristo, sua integridade e atenção às suas responsabilidades radiavam para todos os indivíduos que o encontrasse. Todos sabiam de seu amor pelo Salvador e o testemunho que tinha do Evangelho de Jesus Cristo.
