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	<title>História do Mormonismo</title>
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		<title>Papiros Egípcios e o Livro de Abraão</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 18:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papiros Egípcios]]></category>
		<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Kerry Muhlestein é um professor associado de escrituras antigas da BYU. Muitos críticos tem afirmado que a tradução de Joseph Smith dos papiros Egípcios e sua interpretação dos desenhos Egípcios não estão de acordo com o que a Egiptologia diria destas coisas. Tais críticos então questionam sua habilidade de traduzir registros antigos. Um exame mais [...]]]></description>
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			   </div><p><em>Kerry Muhlestein é um professor associado de escrituras antigas da BYU</em>.</p>
<p>Muitos críticos tem afirmado que a tradução de <a class="external_link_tool" href="http://igrejamormon.org/joseph_smith_mormon">Joseph Smith</a> dos papiros Egípcios e sua interpretação dos desenhos Egípcios não estão de acordo com o que a Egiptologia diria destas coisas. Tais críticos então questionam sua habilidade de traduzir registros antigos. Um exame mais cuidadoso revela que estas afirmações são baseadas em falsas suposições e má informações. Pesquisas sólidas dão suporte às afirmações de Joseph Smith.</p>
<p>Quando eu decidi fazer um doutorado em Egiptologia na UCLA, eu não pretendia estudar ou explicar assuntos referentes ao Livro de Abraão. Eu estava ciente das diversas controvérsias, mas não as achava convincente ou interessante na época. Eu estava terminando o meu mestrado em Hebreu bíblico e estava mais intrigado com o Êxodo e suas conexões Egípcias. Eu também estava fascinado com os assuntos Egiptólogos em si. Assim eu comecei meu programa de PhD sem qualquer plano de despender tempo em qualquer coisa que fosse associado ao Livro de Abraão.</p>
<p>Durante meu trabalho de doutorado, ao ensinar nas classes do instituto sobre a Pérola de Grande Valor, descobri que a mensagem do Livro de Abraão era cada vez mais poderosa e gravitacional. Eu não conseguia escapar do sentimento que eu estava apenas arranhando a superfície, e que havia muito mais coisa que eu não estava entendendo. Quanto mais compreendia as mensagens do Livro de Abraão, maior era este sentimento. Além disto, alguns anos depois, começaram a aparecer várias publicações feita por outros estudiosos sobre o tema que havia escolhido para minha tese; ele não parecia mais um foco viável para uma pesquisa original. Enquanto eu tentava decidir sobre outro tema para minha tese, vários eventos salientaram a necessidade de pesquisar alguns aspectos associados com o Livro de Abraão. Um grande número destes eventos revelaram que alguns Egiptólogos tinham sentimentos profundos contra qualquer assunto associado com aquele livro maravilhoso.</p>
<p>Em algum nível, eu posso entender os sentimentos negativos mantidos por alguns colegas. Os egiptólogos são bombardeados constantemente com ideias descabidas sobre como interpretar aspectos de símbolos e crenças egípcias. Isto foi uma grande verdade principalmente nos séculos XVIII e XIX, período em que houve um interesse renovado no Egito, mas uma ausência de habilidade acadêmica para levar ao conhecimento adequado da cultura do antigo Egito. Eu acredito que este fervor de interessa foi pelo menos parcialmente inspirado pelo Senhor. Ele resultou da chegada súbita de múmias e papiros nos Estados Unidos &#8211; algum dos quais continham o Livro de Abraão e acabaram nas mãos de Joseph Smith. Muitos estudiosos veem Joseph Smith como meramente uma parte desta fascinação dos americanos do século XIX com o Egito. Essa percepção leva a um foco particular do uso de Joseph Smith dos papiros egípcios.</p>
<p>Para entender melhor esta percepção, precisamos perceber que exceto Joseph Smith, nenhum daqueles que afirmaram estar interpretando artefatos  egípcios durante aquele período esteve sequer próximo de estar correto em suas conclusões. Se alguns dos religiosos contemporâneos de Joseph Smith, tais como Ann Lee, George Fox ou Alexander Campbell, afirmassem ter traduzidos papiros egípcios, eu não estaria inclinado a dar o mínima de crédito a suas afirmações. Os egiptólogos estão acostumados com esse tipo de declaração, mas há uma diferença significante entre as afirmações de Joseph Smith e de outros de sua época &#8211; Joseph ainda tem milhões de seguidores que aceitam a sua interpretação como certa. Nenhum dos outros tem seguidores modernos que acreditam em suas ideias. Porque sem a ajuda de Deus ninguém na época e lugar de Joseph poderiam traduzir egípcio, alguns de meus colegas estão maravilhados que alguém continue a acreditar que Joseph Smith o pudesse. Eles são unidos, e até mesmo estimulados, por pessoas de outras religiões que estão inclinados a desacreditar o Profeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_993" class="wp-caption aligncenter" style="width: 313px"><a href="http://historiamormon.org/files/2012/04/Fac-símile-1.gif"><img class="size-full wp-image-993" title="Fac-símile 1" src="http://historiamormon.org/files/2012/04/Fac-símile-1.gif" alt="" width="303" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fac-símile 1</p></div>
<p>Durante este mesmo período que eu estava sendo exposto a este rancor, eu também encontrei um grande número de pessoas boas que se tornaram cegas por aqueles com tal vitríolo. Existem muitas pessoas honestas buscando a verdade, tanto dentro quanto fora da Igreja, que não sabem o que fazer com as afirmações dos críticos anti-<a class="external_link_tool" href="http://gmormon.org/447/mitos-mormons">Mórmons</a> sobre o Livro de Abraão. Eu percebi que muitos membros da Igreja que tem dificuldade com este assuntos referente ao Livro de Abraão não são necessariamente pessoas buscando desculpas para deixar a Igreja. Muitos simplesmente encontraram argumentos bem escritos (mas não necessariamente bem documentado ou bem pesquisado) conta o Livro de Abraão e não sabem como responder as perguntas colocadas nestes argumentos. Eles, assim como Joseph Smith antes deles, não sabiam como responder as guerras de palavras ao seu redor, mas ainda procuram honestamente pela verdade.</p>
<p>Nesta mesma época, eu comecei a corresponder  com alguns de meus irmãos Cristãos que estavam escrevendo publicações conta o Livro de Abraão. Eu descobri que a maioria deles tinham boa intenções e estavam simplesmente tentando fazer o que lhes parecia correto. Eu acho que poucas pessoas estão cientes de que as coisas que escrevem sobre o Livro de Abraão são baseado em informações incorretas e má suposições. Eles são enganados pelos erros, mentiras, e lixos colocados por alguns,  e acabam passando informações erradas inadvertidamente sem realmente pesquisar as fontes utilizadas. Eles fazem isso porque acreditam sinceramente nas coisas que leem, sem saber que eles também foram enganados.</p>
<p>Porque muitas pessoas acreditam nessas suposições incorretas, suas conclusões lógicas é que eles precisam ajudar outras pessoas a entender o que eles aprenderam. Esses homens e mulheres bons e anteciosos não estão geralmente consciente que eles precisam desenganar as suposições falsas e supostos fatos que eles encontraram.</p>
<p>Todos estes fatos me convenceram que havia uma necessidade real para se fazer um trabalho sério sobre o Livro de Abraão, especialmente no tangente a Egiptologia. Eu estava ciente que alguns estudiosos Santos dos Últimos Dias estavam trabalhando neste tema, mais notavelmente Michael D. Rhodes e John Gee. Mas eu também me convenci que precisava fazer algo mais.</p>
<p><strong>Sacrifício Humano no Egito e o Livro de Abraão</strong></p>
<p>Um assunto que me intrigava era baseado em intimações de alguns autores que o sacrifício humano não existia no antigo Egito. Os egiptólogos negam amplamente a existência dessa prática, algumas vezes com veemência. Eu sempre aceitei essa linha de pensamento, até um amigo Santo dos Últimos Dias em meu programa de doutorado, Val Sederholm, apontar um possível exemplo de sacrifício humano na história Egípcia. Nenhum de nós sentíamos que a prova de sacrifícios humanos era necessário para dar suporte a historia do Livro de Abraão sobre o quase sacrifício de Abraão, pois Abraão deixa claro que o sacerdote que quase o sacrificou representava uma amálgama de religiões do Oriente Médio (ver <a href="http://scriptures.lds.org/pt/abr/1">Abraão 1:7</a>). Algumas das culturas representadas certamente realizavam sacrifício humano. Ainda assim, o conceito completo de violência sagrada me fascinava, então eu determinei escrever minha tese sobre a estrutura religiosa para assassinato sancionado no antigo Egito. Eu não tinha um assunto específico, apenas queria descobrir o que aconteceu no Egito referente a este tema.</p>
<p>Por um ano e meio eu dediquei quase todo o meu tempo &#8211; às vezes quatorze horas por dia &#8211; par pesquisar e escrever sobre a violência sagrada no Egito. O que mais me surpreendeu foi o quanto a cultura Egípcia que eu estava descobrindo se encaixava bem na cultura retratada no Livro de Abraão e também como esse conhecimento me ajudou a entender várias nuances daquele livro. Aqui eu poderei apenas dar uma sinopse de meus achados.</p>
<p>Embora os egípcios <em>possam</em> ter tido algum tipo de programa regular de sacrifício humano (pequenas evidências sugerem isto, mas não há evidência conclusiva), ao mesmo tempo eles certamente <em>acreditavam</em> que haviam algumas circunstancias nas quais a única resposta apropriada era um ritual para matar alguém. O cenário mais provável para isto acontecia quando um indivíduo perturbava a ordem religiosa ou política. O Livro de Abraão indica que Abraão estava pregando contra a idolatria (um conceito que está no coração de quase todo aspecto da cultura e crença Egípcia) e isto fez com que o sacerdote local o tentasse sacrificar (ver Abraão 1:5-7). Uma grande quantidade de tradições não canônicas sobre Abraão concordam com este cenário.</p>
<p>Não só os cenários se encaixam, como eles completam um ao outro. Por exemplo, eu sempre achei curioso que a maioria das tradições não canônicas afirmassem que Abraão devia ser queimado, enquanto o Livro de Abraão fala de um altar &#8211; embora ele nunca especifica como ele seria morto no altar. O Fac-símile 1 indica uma faca sendo usada. O que eu encontrei nos poucos casos de sacrifício egípcios (humanos ou não) sobre os quais temos detalhes é que tipicamente a vítima do sacrifício era atingida com uma lâmina e então era queimada. Em retrospectiva, isto faz muito sentido. É muito mais fácil queimar alguém ou alguma coisa que já está morta. Quase todo sacrifício animal era feito desta maneira. Isto era o que provavelmente iria acontecer com Abraão também, primeiro ser atingido com uma faca enquanto estava no altar (conforme retratado no fac-símile 1) e então queimado. Assim as fontes egípcias ajudaram a compreender o sentido de vários elementos da historia de Abraão.</p>
<p>Eu descobri que realizar pesquisas Egiptólogas completas e corretas eram a chave para entender o Livro de Abraão. Quando buscamos os fatos pesquisando os materiais cuidadosamente, eles se encaixam perfeitamente com as informações recebidas de Joseph Smith. A figura que o Livro de Abraão retrata detalhes claros do grande mural da historia e prática egípcia.</p>
<p><strong>Encontrando Mais Suporte para o Livro de Abraão</strong></p>
<p>Tendo percebido que a egiptologia resolvia um problema que os críticos usavam para tentar desacreditar o Livro de Abraão, eu comecei a me perguntar o que mais minha disciplina poderia oferecer para aproximar e entender o volume sagrado. Eu também estava intrigado com as ideias antigas encontradas dentro do livro de escrituras. Ao começar a procurar em vários elementos textuais, eu não apenas encontrei respostas, mas eu descobri que outros também encontraram estas mesmas respostas. Muitos fragmentos textuais do Livro de Abraão tinham suporte histórico. Deixe-me providenciar um exemplo.</p>
<p>Abraão fala sobre um ponto particular entre Ur e Harã; embora haja algum desentendimento sobre onde Ur de Abraão realmente ficava, muitos estudiosos Santos dos Últimos Dias que consideram a evidencia fornecida no Livro de Abraão acham que a candidata mais provável está em algum lugar a leste de Harã; Abraão cita um lugar próximo chamando-as de planícies de Olisem (ver Abraão 1:10). Este é um nome que ninguém havia ouvido durante os dias de Joseph Smith, mas uma vez que o Livro de Abraão usa vários termos que ninguém havia encontrado em nenhum lugar, Olisem não se destacou a princípio. Entretanto, descobertas de textos antigos desde os dias de Joseph revelam dois textos &#8211; um de antes da época de Abraão e um relativamente contemporâneo a Abraão &#8211; citam um local próximo a Harã chamado Olisem. As chances de que Joseph Smith tivesse inventado uma terra fictícia que veio a ser precisa em nome, tempo e local são muito astronômicas até mesmo para serem consideradas. Eu não sei como este fato poderia ser interpretado como qualquer outra coisa a não ser como uma evidência de que Joseph Smith realmente estava traduzindo um documento antigo.</p>
<p>Existem várias palavras estrangeiras no Livro de Abraão que não encontramos homólogos antigos para elas &#8211; palavras como <em>kae-e-vanrash</em>, a explicação para a figura 5 no Fac-símile 2. Embora estas possam parecer evidencias contra a validade do Livro de Abraão, o caso de palavras estranhas no Livro de Abraão não é de maneira alguma incomum. Isto também é verdade para vários textos egípcios que datam da mesma época e período dos papiros; frequentemente encontramos nomes e palavras que não fazem nenhum sentido para nós. Ao mesmo tempo, uma grande quantidade de palavras do Livro de Abraão tem homólogos bastante reais que dão suporte as traduções de Joseph Smith.</p>
<p>Estas palavras, juntamente com o nome <em>Olisem</em> nos levam a conclusão que uma boa pesquisa tornam o vocabulário de um livro &#8211; antes um dos motivos para subjeção dos críticos &#8211; em uma grande força em favor do Livro de Abraão.</p>
<p>Recentemente u comecei uma outra pesquisa que trouxe mais luz no Livro de Abraão do que eu esperava. Eu estava ciente que algum trabalho havia sido feito sobre o uso de nomes bíblicos e historias em textos religiosos egípcios, os quais me interessavam, especialmente porque eu escavei no Egito, em uma área onde havia uma presença significante de Judeus e onde o Cristianismo pode ter sido divulgado com bastante antecedência. Devido ao meu desejo de entender o passado religioso cultural que possa ter levado a essa rápida conversão ao Cristianismo, e porque o Livro de Abraão parecia pertencer a um sacerdote Egípcio, eu queria aprender mais sobre este assunto. Assim, quando a Academia Russa de Ciências me convidou para participar de uma conferencia sobre Egiptologia que focaria parcialmente em interação intercultural, eu decidi que era a hora perfeita para continuar com minhas investigações sobre este assunto.</p>
<p>Então eu me organizei para investigar mais o fenômeno cultural que poderia me ajudar a entender melhor tanto os resultados da escavação e a historia dos papiros de Joseph Smith, sem saber onde estas evidências podia levar. Embora eu tenha feito pesquisa egiptológa, a evidência me levava para a conclusão que os sacerdotes em Tebas tinham tanto textos bíblicos quanto histórias não bíblicas sobre figuras bíblicas em sua posse desde pelo menos 200 A.C. e que o personagem que mais liam sobre era Abraão. Eu apresentei essa informação na conferência e houve uma aceitação universal, tanto que muitos especialistas em interação entre Judeus e Egípcios deste período de tempo me procuraram após a minha apresentação para compartilhar comigo o quanto eles concordavam com meus achados. O artigo foi solicitado para publicações no procedimento, e eu antecipo que dentro dos próximos anos vai ser publicado.</p>
<p>O mais surpreendente é que, como será discutido mais detalhadamente abaixo, o proprietário do Fac-símile 1 era um sacerdote de Tebas que viveu cerca de 200 A.C. Este fato é perfeitamente complementado pela descoberta que os sacerdotes de Tebas tinham textos bíblicos por volta de 200 A.C. Eu tenho ficado forçosamente impressionado com o quanto as evidências da Egiptologia estão em harmonia com o Livro de Abraão.</p>
<p><strong>Suposições Equivocadas e a Fonte do Livro de Abraão</strong></p>
<p>Uma das questões mais prementes concernentes ao Livro de Abraão tem a ver com sua origem. Qual foi a fonte da tradução de Joseph? Esta questão se torna muito importante quando o Museu Metropolitano de Nova York revela que ele obteve alguns dos papiros que Joseph Smith possuía, incluindo o Fac-símile 1. Eles deram estes papiros &#8211; conhecidos como Papiros Joseph Smith &#8211; para a Igreja e segui-se o fervor sobre o Livro de Abraão. Os textos nestes fragmentos de papiros foram traduzidos como versões de textos funerais egípcios comuns. O texto adjacente ao Fac-símile 1 era uma cópia do Livro de Respirações (Book of Breathings), uma composição que era designada para ajudar os falecidos a atingirem suas metas desejadas no pós-vida.</p>
<p>Uma vez que a existência do papiro foi levada a público, a suposição imediata era que o texto adjacente do Fac-símile 1 deve ter sido o texto de onde Joseph Smith traduziu o Livro de Abraão. A ideia que o texto adjacente à Fac-símile 1 era a fonte do Livro de Abraão foi uma suposição tentadora. Porque agora temos a habilidade de traduzir tais textos, a ideia agradou igualmente Mórmons e não-Mórmons; o primeiro grupo ansioso para ter alguma prova palpável da inspiração do profeta e o outro querendo evidencias contra a habilidade reveladora. Embora a maioria de ambos os grupos não estejam cientes sobre o assunto, suas esperanças estavam baseadas em uma suposição, e uma suposição problemática sobre o tema. Embora a primeira vista parece razoável assumir que o texto adjunto à Fac-símile 1 seria o lugar para procurar a fonte do Livro de Abraão, existem muitas razões para descartar esta suposição. Abaixo estão as seis mais significativas:</p>
<p>1. Mesmo com modernos softwares e tecnologia de publicações, frequentemente não somos capazes de colocar uma ilustração ao lado do texto com os Papiros Egípcios e o Livro de Abraão, o qual é associado. Assim quando um texto diz &#8220;ver figura 3.2&#8243;, esta figura geralmente está em uma outra página. Mesmo com as habilidades de layouts eletrônicos sofisticados que desenvolvemos, quando eu peço a meus alunos quantos deles possuem textos que se enquadram neste caso, quase todos levantam as mãos. Esta dissonância entre texto e figura é ainda mais pronunciada com papiros antigos; é comum encontrar a figura (em um papiro egípcio as chamamos de vinhetas) longe do texto. Tal incongruência foi especialmente endêmica para a época de Ptolomeu, período no qual o Papiro Joseph Smith foi criado e o tipo de texto que encontramos próximo ao Fac-símile 1.21 neste caso, o Papiro Joseph Smith passa a ser exatamente como a maioria dos papiros desta época.</p>
<p>2. Além disto, durante o período no qual o Papiro Joseph Smith foi criado, era comum não apenas para o texto e suas figuras acompanhantes ficarem separadas uns dos outros, mas também era comum vinhetas erradas serem associadas ao texto, ou o texto e a vinheta ficarem completamente desalinhados em um longo pergaminho. O conteúdo de uma vinheta e o conteúdo do texto frequentemente faltavam uma conexão aparente. Isto é particularmente comum no Livro das Respirações, o tipo de textos que está adjacente ao Fac-símile 1 no Papiro Joseph Smith.</p>
<p>3. Não há caso conhecido de qualquer vinheta remotamente semelhante a Fac-símile 1 que está associada com o tipo de texto que esta adjacente a este Fac-símile. Nenhuma outra cópia do Livro de Respirações contem algo semelhante. Baseado em paralelos antigos do Livro de Respirações, a conclusão mais provável é que a figura ao lado do texto não estava associada a ele.</p>
<p>4. o Livro de Abraão em si diz que as imagens (ou desenhos) dos deuses idolatras &#8220;se encontram no início&#8221; (Abraão 1:14), presumidamente do registro ou do papiro no qual o texto foi registrado. Esta declaração parece indicar que a vinheta descrevendo o altar e os ídolos não está adjacente ao texto, mas em algum lugar longe dele &#8211; no início. Não sabemos se foi Abraão ou um outro escritor depois que criou os desenhos e os inseriu na declaração. Além disto, nos manuscritos mais antigos que temos do Livro de Abraão, esta frase foi inserida depois que o resto do texto foi escrito, significando que Joseph ou seu escriba provavelmente o inseriu enquanto estavam preparando para publicar o texto. Não podemos falar quem escreveu esta linha.</p>
<p>5. alguns registros indicam que a fonte para o Livro de Abraão tem alguns caracteres Hebreus inseridos nele. Nenhum dos fragmentos que temos hoje em dia contém qualquer caractere Hebreu. Assim devemos concluir que as testemunhas oculares estavam descrevendo outros textos alem dos que possuímos agora.</p>
<p>6. Finalmente, os registros de testemunhas oculares dos dias de Joseph Smith concordam que o Livro de Abraão estava no longo pergaminho. Através de documentos dos museus podemos corroborar que o longo pergaminho foi vendido para o museu de Chicago. Infelizmente, ele foi destruído por fogo em 1871. A pequena porção do lado de fora daquele rolo parece ter sido cortada e montada para sua proteção (a parte externa do pergaminho é sempre a mais danificada e Joseph deve ter sentido que esta parte danificada precisava de ser preservada). Porque esta parte do pergaminho foi colado a papel que data o período de Kirtland, o registro de uma testemunha ocular concorda que o Livro de Abraão foi traduzido de um longo pergaminho depois que fragmentos foram cortados, testemunhas oculares do papiro durante o período de Nauvoo não pensavam que os fragmentos que temos hoje continham o Livro de Abraão. Novamente, somos forçados a concluir devido a evidências históricas que temos que os fragmentos que temos hoje não são a fonte do Livro de Abraão.</p>
<p>Dados os problemas com a suposição que o texto ao redor do Fac-símile 1 era a fonte do Livro de Abraão e o fato que possuímos apenas uma pequena porcentagem do rolo de papiro original no qual o Fac-símile 1 foi desenhado (talvez apenas 5 por cento), devemos concluir que seja muito improvável e temerário insistir que o texto adjunto a Fac-símile 1 deva ser o texto do Livro de Abraão. Ainda assim os críticos insistem nesta suposição equivocada.</p>
<p>Isto traz a tona a questão de quanto papiro Joseph Smith tinha, e especialmente quão longo o papiro com o Fac-símile 1 pode ter sido. Os fragmentos que temos hoje em dia (os quais contém o Fac-símile 1, o Papiro Egípcio, e o Livro de Abraão e o texto adjacente) consistem em menos de 60 centímetros quando colocados juntos. Mas qual era o tamanho do pergaminho originalmente, e ele continha a fonte para o Livro de Abraão?</p>
<p>Sabemos de testemunhas  oculares que Joseph tinha &#8220;dois rolos de papiros, alem de alguns outros escritos do Egito antigo&#8221;. Do papiro sobrevivente, podemos identificar cinco antigos donos, indicando que haviam pelo menos cinco conjuntos de papiros. Uma variedade de registros estabeleceram que pelo menos dois destes eram de tamanho considerável. Outra testemunha contemporânea descreveu uma quantidade de fragmentos de papiros contidos em um vidro, um &#8220;rolo longo&#8221; supostamente contendo o Livro de Abraão, bem como &#8220;um outro rolo&#8221;. Assim as evidências históricas que temos estabelecem a existência de um papiro de tamanho considerável, um outro pergaminho mais longo, e várias outras peças de papiros. A maior parte dos escritos deviam estar nos dois rolos de papiro.</p>
<p>Concernente a tamanho, não podemos ter certeza do comprimento dos rolos. Vários métodos foram usados na tentativa de descobrir seu comprimento, mas a mais apropriada probabilidade vem das aplicações de uma fórmula matemática de John Gee (que foram usadas por outros Egiptólogos) no qual a circunferência do rolo e o quão firmemente apertado ele estava pode ser usado para calcular seu comprimento original. Aplicando esta fórmula matemática, Gee estimou que o pergaminho antigo que pertencia a Seminis (o rolo menor) teria cerca de 6,1 a 7,6 cm de comprimento. O pergaminho mais longo (que continha Fac-símile 1) pertencia na antiguidade a um sacerdote chamado Horus. É estimado que este papiro tivesse mais de 12m de comprimento. Estas evidências combinadas retratam uma realidade convincente que Joseph Smith tinha uma grande quantidade de papiros em sua posse. Como é muito comum que os rolos de papiros tenham escritos em ambos os lados, um conservador estima aproximadamente mais de 24m de textos no rolo que continha o Fac-símile 1. Estes achados indicam que temos apenas cerca de 2,5% do que Joseph Smith tinha originalmente. Havia claramente espaço para o Livro das Respirações, o Livro de Abraão, e uma quantidade enorme de outros textos no rolo longo. Durante aquela época não era incomum ter múltiplos textos em um único papiro.</p>
<p><strong>Os Papéis Egípcios de Kirtland</strong></p>
<p>Alguns supuseram que uma coleção de papéis ecléticos, às vezes conhecidos como os Papéis Egípcios de Kirtland, provam que o texto adjacente ao Fac-símile 1 era a fonte para o Livro de Abraão. Este argumento vem de algumas folhas de papel, duas das quais exibem alguns escritos com a caligrafia de Joseph Smith, que mostram caracteres hieráticos egípcios na margem e nos parágrafos do Livro de Abraão escritos ao lado deles. Algumas pessoas supuseram que isso significa que os longos parágrafos do texto de Abraão são uma tradução dos caracteres hieráticos próximos as escritas. Uma vez que estes caracteres parecem vir do texto hierático próximo ao Fac-símile 1no Papiro Joseph Smith, alguns tem argumentado que Joseph estava traduzindo do papiro que temos atualmente quando ele nos deu o Livro de Abraão.</p>
<p>Existem algum problemas com esta interpretação: (1) como foi claramente explicado acima, as evidências indicam que estes papiros não eram a fonte do Livro de Abraão. Devido a registros de testemunhas oculares, somos levados a concluir que a fonte estava em algum outro lugar no pergaminho, os caracteres do Papéis Egípcios de Kirtland devem servir para algum outro propósito. (2) Erros de transcrição em todas estas cópias mostram claramente que esta não é a tradução original do Livro de Abraão. Eles são cópias posteriores daquele livro. Se Joseph tivesse escrito originalmente um caractere egípcio na margem e então tivesse ficado intrigado ou tivesse a tradução revelada para ele, não haveria a necessidade de continuar a escrever os caracteres originais quando tivesse fazendo a terceira ou quarta cópias do texto de escrituras. (3) Podemos documentar que Joseph Smith não estava em Kirtland quando muitos dos Papéis Egípcios de Kirtland foram criados. (4) Tanto o fato de que o texto hierático foi substituído na versão em inglês do Livro de Abraão quanto a evidência de práticas escriba especifica sugerem que o texto hierático foi uma adição posterior. Isto indica que eles foram escritos depois que o texto estava completo, não copiado previamente e então traduzido.</p>
<p>Eu não entendo a relação entre os caracteres egípcios e o resto dos papeis. Eu acredito que as evidências nos levam a concluir que os papeis não são um registro do processo de tradução, mas eu estou meio perdido para dizer de que registros eles foram tirados. Talvez os caracteres egípcio foram colocados ao lado do texto para excitar a mente de leitores em potencial na esperança de aumentar a circulação do livro; talvez eles são meramente uma manifestação do tipo de fascinação com línguas e escritos que sabemos que W. W. Phelps demonstrava frequentemente. Ou as figuras egípcias podiam meramente servir como adornos caprichosos e arcaicos. Provavelmente nenhuma destas especulações é a resposta. O ponto importante é que as evidentes que temos não apoiam a conclusão que os críticos tentam derivar deste papeis. De fato, elas indicam que estas conclusões estão erradas.</p>
<p><strong>O Autor do Livro de Abraão</strong></p>
<p>Tanto os membros de A <a class="external_link_tool" href="http://www.mormons.eng.br/PrincipiosEvangelho/Capitulo17.htm">Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</a> quanto aqueles de outras religiões  tem frequentemente assumido que a declaração: &#8220;Os escritos de Abraão enquanto se encontrava no Egito, chamados Livro de Abraão, escritos do próprio punho em papiro&#8221; (cabeçalho do Livro de Abraão), significa que o próprio Abraão copiou os escritos para o papiro adquirido pelo Profeta Joseph. Os críticos tem atacado este pressuposto porque podemos datar os papiros que temos, incluindo o Fac-símile 1, em um período posterior ao de Abraão. Sabemos exatamente quem era o dono deste rolo de papiro, quais eram seus ofícios sacerdotais e seus deveres, que ele serviu e viveu em Tebas, e o nome de várias gerações de sua família. O homem que era dono (e provavelmente o criador) dos fragmentos do Papiro Joseph Smith 1, 10 e 11 (que constituem o inicio do pergaminho que contem o Fac-símile 1) era Hor (Horus em sua forma grega) &#8211; um sacerdote influente de Tebas, por volta da época da criação da Rosetta Stone (que é uma pedra do antigo Egito contendo um decreto emitido em Memphis, aproximadamente 200 A.C.). Seu pai era o governador de Tebas e tinha a mesma posição sacerdotal que seu filho. Horus teria sido altamente educado, letrado , e provavelmente tinha o conhecimento de vários idiomas; ele também devia ter acesso às grandes bibliotecas dos templos de Tebas. Eu já discuti a evidência mostrando que os sacerdotes em Tebas durante este período tinham acesso a historias sobre Abraão. Assim o proprietário deste papiro era um sacerdote com alto nível de educação que provavelmente tinha acesso a informações sobre figuras bíblicas. Curiosamente, um dos seus papéis como sacerdote estava associado com os rituais de execração egípcias, que às vezes envolvia o sacrifício humano &#8211; algo semelhante ao que Abraão descreve no Livro de Abraão e que está retratado no Fac-símile 1.</p>
<p>Os críticos dizem que se este papiro foi escrito no segundo século antes de cristo, não é possível que ele tenha sido escrito por Abraão. Referente a esta suposição, eu pergunto, quem disse que este papiro particular foi escrito pelas próprias mãos de Abraão? O cabeçalho não indica que Abraão escreveu naquela cópia em particular, mas que ele era o autor do texto original. O que estes críticos tem feito é confundir as diferenças entre o texto e o manuscrito. Por exemplo, muitas pessoas tem uma copia do best seller de J. R. R. Tolkien, O Senhor dos Anéis; cada um tem uma cópia manuscrita do texto que Tolkien escreveu originalmente. Um texto, indiferente de quantas cópias ele possa ter no mundo, é escrito pelo mesmo autor. Entretanto, cada cópia daquele texto é um manuscrito.</p>
<p>As primeiras cópias conhecidas do livro de Isaías datam de centenas de anos após a morte do profeta. Ainda assim isto não nos leva a conclusão que Isaias não seja o autor do Livro de Isaías. Certamente os manuscritos que temos são cópias do texto original que ele escreveu durante a sua vida. Todos sabemos que quando um autor do mundo antigo escrevia alguma coisa, se estes escritos deviam sobreviver ou ser disseminado, o texto tinha que ser copiado várias vezes, por várias gerações. Quando o cabeçalho declara que o livro foi escrito pelas próprias mãos de Abraão, ele refere quem é o autor, não quem copiou o manuscrito particular que veio a ficar em posso de Joseph Smith. Se os críticos tivessem pensado sobre o assunto cuidadosamente, eles nunca o teriam levantado. Estes assuntos também destacam a questão de como o Livro de Abraão veio a estar no Egito, pra inicio de conversa. Existe um número estonteante de possibilidades. O próprio Abraão estava no Egito, assim como estava seu bisneto, José, e todos os seus descendentes israelitas por centenas de anos depois. Após o Êxodo, os Israelitas continuaram a viajar e a viver no Egito. Após a destruição de Jerusalém pela Babilônia, um grande grupo de judeus se mudaram para o Egito e criaram comunidades duradouras e prósperas, até ao ponto de construírem um templo. Foi durante este período que os Papiros Joseph Smith 1, 10 e 11 foram criados. Cópias destes papiros poderiam ter sido levados de um lado para o outro entre o Egito e Israel por vários anos desta era.</p>
<p><strong>Interpretações dos Fac-símiles</strong></p>
<p>As possíveis interpretações dos Fac-símiles são complicadas e numerosas, fazendo com que seja possível nos aprofundar muito concernente as muitas questões que são levantadas referente a estes Fac-símiles. Ainda assim alguns assuntos precisam ser tratados, especialmente referente aqueles ataques feitos contra os Fac-símiles, baseados em um pressuposto problemático. Tipicamente, as pessoas tem perguntado como os Egípcios teriam interpretado estes desenhos e como isto se compara com a maneira que Joseph Smith os interpretou. Mas esta questão é geralmente respondida sem examinar as crenças Egípcias, mas baseadas no que os Egiptólogos modernos dizem. Isto é compreensível, já que não temos acesso a nenhum Egípcio antigo. Ainda assim sabemos que os egiptólogos modernos podem estar errados concernente a como os egípcios teriam interpretado estes desenhos. Por exemplo, John Gee demonstrou que as poucas vezes encontramos rótulos egípcios das várias figuras nos hipocéfalos (desenhos semelhantes ao Fac-símile 2), os rótulos raramente estavam de acordo com o que os egiptólogos modernos haviam dado para as figuras. Além disto, nós, egiptólogos, usamos uma metodologia pobre quando interpretamos os símbolos egípcios do período do Papiro Joseph Smith. A maior parte do nosso conhecimento sobre o que os símbolos do antigo Egito significam vem da Décima oitava Dinastia , por volta de 1500 A.C. Nós então aplicamos, frequentemente, estes significados para figuras semelhantes de qualquer período de tempo. Entretanto, o Papiro Joseph Smith data de mais de mil anos voláteis depois, e é quase certo que as interpretações de muitas imagens mudaram durante este período de tempo. Assim, um problema em criticar as interpretações que Joseph fez dos Fac-símiles é que nosso único meio de interpretá-las é baseado em uma comparação equivocada.</p>
<p>Devido a estes problemas, é ineficiente usar a interpretação de egiptólogos modernos dos Fac-símiles para julgar a validade da interpretação de Joseph Smith. Se tivéssemos que nomear a interpretação de Joseph como X, a dos egiptólogos como Y e o que os Egípcios antigos acreditavam como Z, muitos provavelmente diriam que se Joseph está certo, então X é igual a Z. Mas para descobrir se X é igual a Z, eles comparam X com Y. Como não sabemos se Y é igual a Z, essa comparação se torna completamente sem sentido. Além do mais, sequer podemos assegurar que os egípcios saberiam como interpretar os símbolos do Livro de Abraão. Sabemos que, em muitas ocasiões, os descendentes de Abraão pegaram elementos da cultura egípcia e aplicaram seu próprio significado para elas. Assim precisamos perguntar se devemos procurar por uma interpretação judaica ao invés de uma interpretação egípcia. Devemos considerar a possibilidade que o artista original primeiro desenhou em um estilo artístico judeu, mas quando um Egípcio copiou novamente os desenhos no Século II A.C., o artista o fez de acordo com seus costumes artísticos. Então, onde devemos procurar para saber como interpretar estes desenhos? É aparente que existem sérios problemas em tentar verificar as explicações de Joseph sobre os Fac-símiles comparando-os às explicações egiptológas.</p>
<p>Tendo dito isto, ainda é interessante ver como os Fac-símiles se encaixam no que conhecemos do seu contexto egípcio; há uma chance que podemos aprender alguma coisa desta maneira. Começaremos com o Fac-símile 1. Já esclarecemos que ele não esta associado ao Livro de Respirações. Mas se não é uma vinheta do Livro de Respirações, o que ele é?</p>
<p>Alguns tem sugerido que é uma cena típica de embalsamento. Ainda assim ela é mais diferente do que igual a cenas de embalsamento. A única semelhança é que a pessoa está em uma mesa com forma de leão com outra pessoa de pé ao lado. Outros sugeririam que o paralelo mais próximo desta cena estão no templo de Dendera e que a figura na mesa está associada a Osiris. Recentemente John Gee examinou detalhadamente estas descrições de Dendera. Ele observou que apenas um destes tinha uma figura alada, de certa forma semelhante ao Fac-símile 1. Esta cena está acompanhada por um texto que diz que Bastet, uma deusa egípcia sequer retratada na cena &#8220;é a sua proteção diária; ela ordena que seus mensageiros matem seus inimigos&#8221;. Assim encontramos um irmão contextual perfeito para iconográfico mais próximo de se encaixar ao Fac-símile 1, de que ambos são sobre alguém que está em perigo e recebe proteção. Existem outros textos semelhantes que acompanham cenas semelhantes em Dendera. Outra cena com mesa em forma de leão no templo inclui cenas de Anubis e os filhos de Horus defendendo alguém de seus adversários, ou listam Shesmu, um deus associado com o sacrifício humano, como parte da cena. 48 textos adjacentes descrevem que a pessoa no altar está sendo morta, seus confederados sendo apunhalados, e &#8220;sua carne sendo cinzas, o mau conspirador destinado a mesa em forma de leão / matadouro, para que não mais exista&#8221;.  Eu continuo sem me convencer que estas cenas em Dendera são realmente paralelos ao Fac-símile 1, embora possa ser. Ainda assim, se os críticos continuam insistindo em associar os dois, eles também devem estar dispostos a associa-los com os elementos sacrificais das cenas de Dendera &#8211; as quais apenas corroboram com a interpretação de Joseph deste Fac-símile.</p>
<p>Entretanto,  deve-se notar que o Fac-símile 1 é único em vários aspectos. Nesta cena a figura não está nem na forma mumificada, nem nua, como é o caso da maioria dos supostos paralelos. A figura na mesa tem as duas mãos levantadas, em uma posição que quase certamente denota um esforço. E embora ninguém possa falar isto do Fac-símile, no papiro original fica claro que o sacerdote está de pé entre o altar e as pernas da pessoa no altar. Em outras palavras, a pessoa no altar está apenas com uma parte do corpo sobre ele, porque o sacerdote está ocupando o espaço entre ambas as pernas da vitima e o altar. Eu não consigo imaginar nenhuma outra razão para isto, se não que a pessoa no altar estava tentando fugir. Se o sacerdote estivesse ajudando-o a subir no altar ele não estaria entre suas pernas. Fica claro que esta descrição é única e que denota algum tipo de movimento que não é encontrado em qualquer paralelo.</p>
<p>Além disto, é interessante notar que encontramos um papiro descrevendo uma pessoa em uma mesa em forma de leão que os Egípcios descreveram como Abraão. Aqui vemos que os próprios egípcios associaram a cena com Abraão.</p>
<p>Como já foi discutido anteriormente, a história sacrifical descrita  no Fac-símile 1, contrário a maioria das publicações, descreve algo que temos agora estabelecido como algo congruente com as práticas egípcias. Embora o Fac-símile 1 seja incomum em vários aspectos, a interpretação que Joseph Smith fez sobre ele é corroborada por uma pesquisa egiptóloga bem feita.</p>
<p>Argumentos semelhantes podem também ser feitos para os outros dois Fac-símiles. Os próprios egípcios identificaram textualmente cenas paralelas com a de Abraão em dado período de tempo. Cada um tem elementos que se encaixam bem com as interpretações de Joseph, e todas, como de costume, tem sido interpretadas erroneamente pelos críticos. Alguns aspectos dos Fac-símiles ainda me deixam intrigados, mas porque eu entendendo o relacionamento entre minhas perguntas e o conhecimento revelado (veja abaixo) eles não me perturbam. Até o presente, sempre que algo da egiptologia parece estar em desacordo com o conhecimento revelado, estudos egiptólogos cuidadosos tem dado suporte para o que eu já sabia através de revelação. A egiptologia está continuamente evoluindo e avançando. Todos os anos decidimos que algo que estávamos ensinando está incorreto. Mas este não é o caso para conhecimento revelado. Assim, embora eu tenha um grande respeito pelo conhecimento obtido através de ferramentas e habilidades da minha disciplina, eu não as considero tão confiável quando o conhecimento obtido pelo Espírito Santo.</p>
<p><strong>Primazia do Conhecimento</strong></p>
<p>Aqui eu tive a oportunidade de abordar apenas algumas poucas questões sobre o Livro de Abraão. Mas por fim, um principio pode responder a todas as questões que temos &#8211; ou teremos &#8211; relacionadas a este livro de escrituras. Este principio é entender como valorizar as várias formas de aprender.</p>
<p>Enquanto fazia meu PhD em Egiptologia na UCLA, eu desenvolvi uma dor aguda em meu joelho. Ela se tornou tão aguda que eu podia usar apenas as calças mais largas, não podia me ajoelhar, e ficava receoso toda vez que meus filhos se moviam em direção a minha perna, com medo que eles pudesse tocar no meu joelho. Eu podia sentir uma pequena saliência debaixo da pele que estava pressionando o nervo ou alguma outra coisa. Eu procurei os médicos do departamento médico da UCLA. Eles tentaram sentir esta saliência e tiraram vários tipos de raio-x e ressonância magnéticas. Não foi encontrado nada. Nenhum dos muitos médicos que me viram acreditaram que havia alguma coisa dentro do meu joelho; eles acharam que devia ser algum outro tipo de problema. Alguns até tentaram tratar problemas imaginados. Finalmente fui encaminhado para a diretoria da medicina ortopédica, que disse que ele estava pensando em fazer uma incisão e ver se conseguia achar alguma coisa. Através desta incisão ele achou um pedaço de cartilagem que havia se soltado e havia começado a arrancar os tecidos circunvizinhos. Sua remoção me curou por completo.</p>
<p>O ponto da minha historia é que de acordo com as melhores práticas e tecnologias disponíveis, não havia nada no meu joelho. Porque muitos médicos confiavam apenas no que eles mesmos sentiam ou viam, ou o que a tecnologia lhes havia mostrado, eles não acreditavam que havia de fato um objeto físico me causando dor. Ainda assim, com os sentidos que estavam disponíveis para mim, mas não para eles, eu podia sentir que havia alguma coisa dentro de mim. O fato que os outros não podiam achar ou detectar esta coisa não mudou o fato que ele estava lá, nem o fato que eu podia senti-lo e ter certeza que estava lá. Ele não diminuiu os efeitos reais que tinha em minha vida. No fim, meus sentidos (que não estavam disponíveis no processo empírico) estavam certos.</p>
<p>Eu sei que Joseph Smith foi um profeta inspirado através de processo semelhante. Eu aprendi através dos sentidos disponíveis para mim (mas não para a ciência ou para a tecnologia) que Joseph Smith foi um profeta de Deus. O fato que outros não podem provar isto não quer dizer que seja mentira ou que seja menos real para mim. Portanto, parece algo tolo questionar o Livro de Abraão devido a qualquer coisa que a egiptologia me diga. Eu sei que durante a minha vida os egiptólogos vão mudar sua visão sobre a maioria das coisas que eles tem certeza agora. Os egiptólogos sabem que estão errados com certa frequência. Contudo, o que eu aprendi através do Espírito jamais esteve errado. Por que eu estaria mais de acordo com o que um egiptólogo pode me falar do que um profeta? Isto seria como acreditar nos médicos que me falaram que não havia nada no meu joelho. Eu me recusei a ser tão tolo.</p>
<p>Mesmo com esta certeza, estou ansioso para aprender mais sobre o Livro de Abraão. Eu espero fazer isto tanto através de revelação pessoal quanto através de inspiração que está disponível para meus colegas e para eu mesmo aplicar em nossos melhores esforços, treinamento e ponderação. Eu tenho sido afortunado de não estar sozinho em meus estudos de Egiptologia de do Livro de Abraão; muitos outros estão avançando neste tema, mais notavelmente John Gee e Michael Rhodes. Eu tenho desfrutado de fica colaboração com estes homens e com outros. Estamos atualmente em um período de pesquisas intensas referente ao Livro de Abraão. Parece que a cada mês aparecem informações novas e empolgantes. Somos abençoados por viver em uma época em que respostas e oportunidades excedem nossas energias e tempo para continuar as pesquisas.</p>
<p>A maioria dos materiais em ambos os lados deste assunto tem sido preenchidos com trabalhos mal feitos. Alguns Santos dos Últimos Dias tem oferecido argumentos para apoiar o Livro de Abraão que são tão problemáticos quanto os argumentos que estão tentando negar. Temos sido desleixados em nossos esforços de tentar encontrar uma prova da legitimidade do livro através de materiais paralelos, e eu acho que temos causado tanto estragos quanto benefícios em muitas destas tentativas. Talvez o pior trabalho tenha sido feito por Santos dos Últimos Dias bem intencionados que querem genuinamente entender o Evangelho mais profundamente e de alguma forma chega a conclusões que uma má interpretação de religiões e símbolos egípcios os ajudaram a entender melhor o verdadeiro evangelho. Esta prática tem sido usada tanto em ensinamentos verbais quanto impressos. Precisamos fazer mais com relação a isto.</p>
<p>Mas ainda existem muitas coisas que estamos fazendo bem. Eu antecipo os Santos dos Últimos Dias farão um grande bem a egiptologia com o passar dos próximo dez ou vinte anos. Tem experiência pessoal que quando estudamos a egiptologia corretamente, o que aprendemos apoia as coisas que muitos de nós já acreditamos e com frequência nos ajuda a expandir um pouco mais o nosso entendimento. Tais estudos contém muitos achados que confirmam a fé. Embora ainda haja muitas perguntas a serem respondidas, os próximos anos parecem promissores.</p>
<p><strong>Recursos Adicionais:</strong></p>
<p>A <a href="http://scriptures.lds.org/pt/pgp/contents">Pérola de Grande Valor</a> inclui o Livro de Abraão e é uma coleção de registros de escrituras. Aprenda mais no <a href="http://lds.org.br/">site oficial</a> de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada por amigos de outras religiões de &#8220;Igreja Mórmon&#8221;).</p>
<p><a href="http://profetasmodernos.org/">Os profetas falam atualmente</a>.</p>
<p><a href="http://mormon.org/freeoffers/1,17785,2071-2-1-BRAZ,00.html?src=tv">Peça uma cópia gratuita do Livro de Mórmon</a>.</p>
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		<title>Filhas Em Meu Reino, A História da Sociedade de Socorro</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 15:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
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			   </div><p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/03/DaughtersinMyKingdom.png"><img class=" wp-image-986 alignleft" title="DaughtersinMyKingdom" src="http://historiamormon.org/files/2012/03/DaughtersinMyKingdom.png" alt="" width="125" height="145" /></a>A história de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (muitas vezes chamada de a “<a href="http://giuseppemartinengo.net/?cat=3" class="external_link_tool">Igreja Mórmon</a>” por pessoas de outras religiões) não seria completa sem reconhecer a influência e apoio da Sociedade de Socorro e milhares de incríveis mulheres que serviram fielmente e em silêncio. Esta história foi recentemente compilada em um belo livro chamado Filhas em Meu Reino: a história e o trabalho da Sociedade de Socorro. Um grande esforço foi realizado para a compilação deste livro, porque os líderes da Igreja, tanto homens quanto mulheres, sentiram que seria uma fonte de força maravilhosa para mulheres mórmons de hoje.</p>
<p>A Sociedade de Socorro foi organizada em Nauvoo, Illinois. Em 1842, os santos estavam trabalhando duro para construir o Templo de Nauvoo, e um pequeno grupo de mulheres se ofereceram para ajudar. Elas se organizaram para fornecer aos homens que trabalhavam no templo alimentos, vestuário, um lugar para dormir e outros suprimentos. Elas organizaram o seu próprio estatuto e o apresentaram ao Profeta <a href="http://profetajosephsmith.net/" class="external_link_tool">Joseph Smith</a>, que declarou “que era o melhor estatuto que ele já tinha visto”. No entanto, ele viu em seus planos o potencial para algo ainda maior. Em 17 de março de 1842, vinte mulheres reunidas com o Profeta se organizaram em uma forma divinamente inspirada. Deus tinha um plano para as mulheres de Sua igreja.</p>
<p>Desde aquela época, a Sociedade de Socorro (que é uma das maiores organizações de mulheres no mundo) tem ajudado milhões de pessoas. Muitas servem dentro dos limites de suas próprias congregações, mas o serviço prestado é imensurável e contribuem também a cada ano ao confeccionarem kits de higiene, cobertores de bebê, ligaduras para hanseníase, e inúmeros outros itens para ajudar as vítimas de desastres naturais, guerra e pobreza em todo o mundo.</p>
<p>A Presidente Geral da Sociedade de Socorro Julie Beck falou o seguinte a respeito dessa divina organização:</p>
<p>O propósito da Sociedade de Socorro é preparar as filhas de Deus para as bênçãos da vida eterna, pois aumentam sua fé e dignidade pessoal, fortalecem a família e o lar, e buscam e ajudam os necessitados.</p>
<p>A Sociedade de Socorro esclarece nosso trabalho e nos une como filhas de Deus na defesa de Seu plano. Nesta época de identidades indefinidas, confusão e distração, a Sociedade de Socorro foi criada para ser uma bússola e um guia ao ensinar a verdade para as mulheres fiéis. As mulheres justas de hoje buscam uma manifestação abundante de revelação para resistirem as distrações, combaterem o mal e a destruição espiritual, e para erguerem-se das tragédias pessoais, aumentando a sua fé, fortalecendo a família, e proporcionar alívio para o próximo (“Filhas em Meu Reino: A História e Trabalho da Sociedade de Socorro”, Julie Beck, A Liahona, novembro de 2010).</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/03/mormon-visiting1.jpg"><img class="alignright  wp-image-987" title="mormon-visiting1" src="http://historiamormon.org/files/2012/03/mormon-visiting1-240x300.jpg" alt="" width="168" height="210" /></a>Aqueles que compilaram este livro tinham em mente várias metas específicas para seu uso. Eles reconhecem que “um estudo deste livro pode ajudar as mulheres a aumentarem a sua apreciação pelo passado e compreenderem sua herança espiritual” (Filhas em Meu Reino: a História e o Trabalho da Sociedade de Socorro).</p>
<p>Histórias de mulheres incríveis, sua fé e compromisso, e as coisas maravilhosas que têm realizado, relembram as leitoras de sua identidade divina e o infinito valor e potencial que possuem como filhas de Deus. O livro ensina através da história da Sociedade de Socorro os “propósitos, princípios e padrões” para as mulheres de Deus e como coloca-los em prática em suas próprias vidas, princípios que lhes trará a felicidade eterna (Filhas em Meu Reino: a História e o Trabalho da Sociedade de Socorro).</p>
<p>Um dos propósitos maravilhosos da Sociedade de Socorro é fornecer segurança e um refúgio as irmãs que fazem parte dela. As irmãs mais velhas podem ensinar suas habilidades as irmãs mais jovens e as verdades espirituais que aprenderam através da experiência. Nenhuma mulher está sempre sozinha, não importa o quão perto ou quão longe sua mãe ou família pode estar. As mulheres se unem para cuidar umas das outras nos momentos de provação e compartilharem suas alegrias também.</p>
<p>Ler as experiências de tantas mulheres fortes, humildes e fiéis será uma oportunidade maravilhosa para as mulheres em todo o mundo. Uma força miraculosa preencherá a vida de quem o ler não importa se seja um membro de A Igreja de <a href="http://messias.co/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> dos Santos dos Últimos Dias ou não.</p>
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		<title>As Doações Mórmons de Mitt Romney</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando Mitt Romney publicou sua declaração de imposto de renda, ela fazia menção de grandes somas doadas a instituições de caridade, incluindo a sua igreja, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os membros desta igreja às vezes são chamados de mórmons. Três milhões de dólares foram doados para instituições de caridade, [...]]]></description>
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			   </div><p>Quando Mitt Romney publicou sua declaração de imposto de renda, ela fazia menção de grandes somas doadas a instituições de caridade, incluindo a sua igreja, a Igreja de <a href="http://messias.co/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> dos Santos dos Últimos Dias. Os membros desta igreja às vezes são chamados de mórmons. Três milhões de dólares foram doados para instituições de caridade, sendo 1,5 milhões de dólares destinados a igreja.</p>
<p>Os mórmons obedecem ao mandamento bíblico de pagar o dízimo, Romney, um mórmon praticante e fiel, doa, pelo menos, dez por cento do seu rendimento na forma de dízimo. A palavra dízimo significa um décimo, e assim, para obedecer plenamente este mandamento, uma pessoa que acredita e segue a Bíblia deve pagar 1/10 de sua renda total. Além disso, a Bíblia requer que os fiéis também façam ofertas.</p>
<blockquote><p>“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”(Malaquias 3:8-10).</p></blockquote>
<p>Quando os mórmons se juntam à igreja ou quando alguém que acredita na Bíblia se une a uma igreja ou faz uma aliança pessoal de seguir a Deus, eles se comprometem a pagar um dízimo honesto e a ser generoso nas ofertas. Mitt Romney disse que ninguém deve criticar uma pessoa que honra o seu compromisso financeiro para com Deus. Na verdade, ele acredita que elas devem esperar que um candidato mantenha os compromissos assumidos, particularmente aqueles feitos com Deus.</p>
<p>Afinal o que a igreja de Mitt Romney faz com o dinheiro do dízimo? O dinheiro do dízimo é usado para pagar os custos de funcionamento da igreja, financiar o trabalho missionário, e promover os esforços humanitários. Nenhum dinheiro do dízimo é gasto em salários para os líderes da igreja. Quando Mitt Romney servia como bispo (um pastor leigo) e mais tarde como presidente de estaca (supervisionando uma área similar a uma diocese católica) ele não recebia nenhuma compensação financeira ou salário. Ele trabalhava normalmente e sustentava sua família por conta própria. Seu trabalho na igreja era realizado depois do horário de trabalho.</p>
<p>Independentemente de quanto dinheiro a igreja arrecada na forma de dízimo, a sua liderança não se beneficia pessoalmente com ele. Mesmo os lideres de tempo integral da igreja como o profeta e seus apóstolos, não recebem um salário, uma característica que os torna muito diferente dos líderes da maioria das igrejas. Se eles são incapazes de se sustentar por meio de fundos privados, tais como pensões, eles recebem um modesto salário, e esse dinheiro não é proveniente do dízimo. Ao contrário de muitas igrejas, os mórmons não incluem os negócios privados como parte de seu “ministério”. Eles gerenciam um pequeno número de empresas com fins lucrativos e que pagam impostos, operados sob a Deseret Management Corporation, uma holding organizada em 1966. Os fundos para os salários veem destes fundos com fins lucrativos. Um líder de igreja que é rico tornou-se assim por meio de seu trabalho profissional e não do seu serviço na igreja.</p>
<p>O dinheiro pago como dízimo é cuidadosamente monitorado. Os mórmons não tem uma “sacolinha” ou sistema de coleta. Os membros colocam as suas contribuições em envelopes e os entregam a um dos membros do bispado. Quando o dinheiro é contado e registado, pelo menos, dois líderes devem estar presentes. As auditorias são realizadas em vários níveis, tanto a nível local como internacional. Estas auditorias são feitas por membros da igreja comuns que não são líderes da igreja.</p>
<p>A Enciclopédia do <a href="http://giuseppemartinengo.net/index.php?s=mormonismo" class="external_link_tool">Mormonismo</a> explica como isso esta organizado na sede da Igreja:</p>
<p>“A Igreja tem uma Comissão de Auditoria composta por experientes empresários que não estão associados com a Igreja como funcionários ou Autoridades Gerais. Este comitê presta contas diretamente à Primeira Presidência da Igreja e trabalha em estreita colaboração com o Departamento de Finanças e de Registros do Departamento de Auditoria a fim de garantir o respeito aos princípios éticos, rígidas políticas e procedimentos financeiros. O Departamento de Auditoria também presta contas diretamente à Primeira Presidência da Igreja e, portanto, mantém a sua independência de todos os outros departamentos. Sua equipe de contadores públicos realiza auditorias das finanças, operação e sistemas de computadores para os departamentos da Igreja e outras organizações controladas pela Igreja. Os relatórios produzidos por essas auditorias são revisados e monitorados”.</p>
<p>O comitê de auditoria independente emite um relatório na Conferência Geral a cada ano. Esta é uma conferência internacional realizada duas vezes por ano.</p>
<p>O dízimo é repassado para as congregações, estacas e programas de acordo com as necessidades. Cada organização que recebe os fundos deve apresentar uma proposta de orçamento. O dinheiro é distribuído com base nas necessidades desse grupo. Uma vez que todos os mórmons são voluntários, eles são instruídos a não gastar seu dinheiro em seus chamados (serviço voluntário da igreja) a igreja possui um orçamento para cobrir as despesas de todos os programas. Por exemplo, uma classe de domingo para crianças exige um manual de lição para o professor, bem como diversos materiais de ensino, sejam eles lápis, papel, flanelógrafos, gesso e assim por diante. Os meninos que pertencem aos Escoteiros da América nas localidades onde são financiados pela igreja têm todos os seus custos e taxas cobertos. A igreja muitas vezes patrocina eventos para a comunidade que também necessitam de financiamento.</p>
<p>É claro que, administrar uma igreja gera custos. Os edifícios devem ser apropriadamente construídos, mantidos, e mobilados, os gramados devem ser cuidados, e produtos de limpeza devem ser adquiridos. Embora os missionários paguem por suas missões, os custos foram equalizados e as missões mais caras podem exigir um maior financiamento além disso suprimentos de ensino devem ser fornecidos.</p>
<p>A igreja opera uma miríade de programas humanitários. O fundo mais conhecido é o programa de Ajuda Humanitária, uma marca registrada sem fins lucrativos que presta ajuda, independentemente da nacionalidade ou religião. Este programa envia suprimentos durante desastres naturais. Por exemplo, quando o Haiti sofreu um terremoto devastador, os mórmons enviaram dois aviões, cada um contendo 36.000 quilos de alimentos e outros recursos apenas no mês de janeiro de 2010. Hoje, muito tempo depois quando outros grupos já deixaram o país, os mórmons ainda estão lá servindo as pessoas. Normalmente, no período de um ano, a igreja vai enviar 5 mil toneladas de calçados e vestuário, um milhão de kits de higiene, e um 453 mil quilos de suprimentos médicos para os necessitados. Eles treinam centenas de pessoas nos Estados Unidos e ao redor do mundo em capacitação profissional e ajudá-los a encontrar um trabalho. O gasto total da igreja já ultrapassou mais de um bilhão de dólares em dinheiro e materiais para o programa de trabalho humanitário desde que começou a manter registros em 1985. Este serviço é prestado em mais de 185 países. A igreja opera programas de reanimação neonatal, agricultura eficiente nos países em desenvolvimento, cadeira de rodas, serviços odontológicos e de assistência oftalmológica, programas de imunização, iniciativas de água potável e outros serviços que ajudam a melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Cem por cento do dinheiro doado a este programa é destinado a compra dos materiais. A igreja paga os custos administrativos de outros fundos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além deste programa internacional, mais dinheiro e tempo é gasto nas congregações locais. Os dias de serviço são uma atividade popular para grupos de mórmons no mundo todo. Estes são dias quando os mórmons, e aqueles que desejam se juntar a eles, realizam projetos comunitários em suas próprias áreas. Muitas congregações locais fazem cobertores, oferecem programas de alfabetização, montam kits para os desabrigados, e fazem outros projetos financiados pelos fundos da igreja, mas não entram nas estatísticas de ajuda humanitária.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/02/Mormon-humanitarian-aid-tithing.png"><img class="size-medium wp-image-983 alignleft" title="Mormon-humanitarian-aid-tithing" src="http://historiamormon.org/files/2012/02/Mormon-humanitarian-aid-tithing-300x169.png" alt="" width="300" height="169" /></a>Os Mórmons também cuidam de seus próprios membros através de um programa único chamado de ofertas de jejum. Os mórmons são convidados a jejuar por vinte e quatro horas (duas refeições) se forem fisicamente capazes de fazê-lo. Este jejum significa não ingerir comida ou líquidos de qualquer tipo por um período de vinte e quatro horas. Eles doam o que teria gasto em comida e bebida para um fundo de oferta de jejum para cuidar de pessoas necessitadas que vivem em sua própria congregação. Os fundos são usados ​​para fornecer a assistência temporária de alimentos, habitação e outras emergências. Se houver mais necessitados do que uma congregação pode ajudar, a igreja oferece um financiamento suplementar. Aqueles que recebem essa ajuda são convidados a participar dos projetos de serviço da igreja a fim de preservar seu orgulho e senso de autossuficiência. Embora o auxílio quase sempre valha mais do que o serviço prestado, ele permite que o beneficiário ofereça algo em troca. Além disso, o beneficiário pode ajudar os outros através de suas próprias contribuições durante os anos de abundancia, assim todos são imbuídos de um forte senso de comunidade e auto ajuda.</p>
<p>As doações de Mitt Romney estão sendo bem utilizados, ajudando a promover os programas da igreja e servindo os necessitados.</p>
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		<title>O Livro de Mórmon e Escrituras Adicionais</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>

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		<description><![CDATA[A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que é comumente apelidada de a “Igreja Mórmon” por pessoas de outras religiões, tem um grande cânon de Escrituras. Enquanto a maioria das religiões cristãs só aceita a Bíblia como a Palavra de Deus, a Igreja SUD tem quatro livros canonizados de escrituras: a Bíblia [...]]]></description>
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			   </div><p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/02/mormon-jesus-christ2.jpg"><img class="wp-image-979 alignright" title="mormon-jesus-christ2" src="http://historiamormon.org/files/2012/02/mormon-jesus-christ2-240x300.jpg" alt="" width="144" height="180" /></a>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que é comumente apelidada de a “<a href="http://giuseppemartinengo.net/?cat=3" class="external_link_tool">Igreja Mórmon</a>” por pessoas de outras religiões, tem um grande cânon de Escrituras. Enquanto a maioria das religiões cristãs só aceita a Bíblia como a Palavra de Deus, a Igreja SUD tem quatro livros canonizados de escrituras: a Bíblia (versão de João Ferreira de Almeida), o Livro de Mórmon (um livro de escrituras sobre os negócios de <a href="http://messias.co/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> com alguns dos antigos habitantes da América), Doutrina e Convênios (uma coleção de escrituras modernas, a maioria das quais foi revelada ao Profeta <a href="http://profetajosephsmith.net/" class="external_link_tool">Joseph Smith</a>), e a Pérola de Grande Valor (uma coleção moderna de antigas escrituras).</p>
<p>A Bíblia</p>
<p>Os Santos dos Últimos Dias acreditam que a Bíblia é a palavra de Deus, na medida em que for correta a sua tradução. Isto significa que Santos dos Últimos Dias acreditam que uma vez ela continha a plenitude do evangelho de <a href="http://messias.co/" class="external_link_tool">Jesus</a> Cristo, mas ao longo do tempo muitas dessas verdades simples e preciosas foram perdidas. Algumas se perderam através da transmissão e tradução de antigos documentos. Outras foram perdidas porque elas não se encaixavam nas concepções humanas e por isso foram propositalmente eliminadas.</p>
<p>O Livro de Mórmon</p>
<p>A doutrina Mórmon ensina que Deus previu que muitas verdades Bíblicas seriam perdida, por isso ele preparou outro registro que contém a plenitude do evangelho e tivesse sido preservado para vir a luz nos últimos dias. Esse livro de escrituras é agora conhecido como o Livro de Mórmon e é um registro dos antigos habitantes das Américas e seu relacionamento com <a href="http://messias.co/" class="external_link_tool">Cristo</a>. No início dos anos 1800, Deus o Pai e Seu Filho, Jesus Cristo, apareceram a um rapaz chamado Joseph Smith e a ele revelaram muitas destas coisas, chamando-o para ser um profeta e restaurar a verdade sobre a terra. Um anjo chamado Moroni, que havia escondido o registro nos seus últimos anos de vida, conduziu Joseph Smith até ele. Joseph Smith então traduziu o texto, através do poder de Deus.</p>
<p>O Livro de Mórmon é outro testamento de Jesus é o Cristo e pretende ser um texto que acompanha a Bíblia. Reforça e esclarece muitas das doutrinas que já estão presentes na Bíblia.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/02/Bible-book-Mormon.jpg"><img class="size-medium wp-image-980 alignleft" title="Bible-book-Mormon" src="http://historiamormon.org/files/2012/02/Bible-book-Mormon-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a>Doutrina e Convênios</p>
<p>Os Santos dos Últimos Dias acreditam que Deus ainda fala a Seus filhos hoje. Quando Joseph Smith foi chamado para restaurar a igreja de Jesus Cristo em sua plenitude, ele sempre buscou a ajuda do Senhor através da oração. Ele recebeu respostas às suas perguntas através de revelações. Muitas destas revelações estão registradas em Doutrina e Convênios, e elas revelam a vontade de Deus sobre o Seu povo em nossos dias.</p>
<p>A Pérola de Grande Valor</p>
<p>Joseph Smith realizou uma tradução da Bíblia por meio do poder do Espírito Santo e sob a direção de Deus. Na leitura de partes da Bíblia, ele foi inspirado a escrever coisas que tinham sido perdidos a partir do texto original. Muitas delas estão registradas na Pérola de Grande Valor. Além disso, um rolo de papiro antigo chegou às mãos dos primeiros santos, ele era um registro de Abraão de seu tempo no Egito. Este também foi traduzido por Joseph Smith e foi publicado na Pérola de Grande Valor.</p>
<p>Cânone Aberto</p>
<p>Além desses quatro livros de escrituras, os Santos dos Últimos Dias acreditam que Deus continua a falar através de seu profeta hoje. Os líderes da Igreja chamados de Autoridades Gerais também falam a palavra de Deus ao exercer seus chamados. Todas estas palavras sagradas são consideradas escrituras, e são tratados como tal.</p>
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		<title>Gracia Jones, Tataraneta de Joseph Smith</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 21:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bios]]></category>
		<category><![CDATA[Relatos Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Isso pode vir como uma surpresa, mesmo para aqueles que são membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (comumente referido como a Igreja Mórmon) que até as últimas décadas, muito pouco dos descendentes diretos de Joseph e Emma Smith eram membros da Igreja, que hoje está em todo o mundo, [...]]]></description>
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			   </div><p>Isso pode vir como uma surpresa, mesmo para aqueles que são membros de A <a class="external_link_tool" href="http://marcelotodaro.info/?tag=a-igreja-de-jesus-cristo-dos-santos-dos-ultimos-dias">Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</a> (comumente referido como a Igreja <a class="external_link_tool" href="http://www.mormons.com.br/">Mórmon</a>) que até as últimas décadas, muito pouco dos descendentes diretos de Joseph e Emma Smith eram membros da Igreja, que hoje está em todo o mundo, a qual Joseph foi instrumento fundamental na sua fundação. No relato seguinte, uma de suas tataranetas conta sua experiência ao aprender sobre o evangelho restaurado e ter ganho o seu próprio testemunho de que o Livro de Mórmon é verdadeiro e que seu ancestral, <a class="external_link_tool" href="http://profetajosephsmith.org/linha_cronologica_de_joseph/familia/joseph-smith-traduz-a-biblia">Joseph Smith</a>, foi um profeta chamado por Deus para realizar uma grande obra sobre a terra nos últimos dias.</p>
<p>Em 17 de março de 2011, eu [Gracia Normandeau Jones] celebrarei o meu quinquagésimo quinto aniversário de batismo na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Minha avó, Coral, foi uma neta de Joseph e Emma Hale Smith, seu pai, Alexander Hale Smith, foi o terceiro filho sobrevivente. Muitas pessoas perguntam como é que eu sou uma conversa quando eu sou a tataraneta do Profeta Joseph Smith. Se passaram vários anos depois da minha conversão antes que eu finalmente reunisse a história da família e aprendesse a razão pela qual minha família nunca havia falado de Joseph Smith.</p>
<p>Na sequência aterrorizante do martírio de Joseph Smith, e seu irmão mais velho, Hyrum, em Carthage, Illinois, em 1844, minha tatara-avó, Emma, ficou viúva com quatro filhos menores: filha adotiva, Julia, 12 , E os filhos, Joseph III, 11 ½, Frederico, 8, Alexander Hale, 6, e David Hyrum nascido 4 meses e meio depois. No meio de grande aflição, Emma escolheu não ir para o oeste, quando <a class="external_link_tool" href="http://www.igrejadejesuscristo.org/">a Igreja SUD</a> foi forçado a sair de Illinois em 1846. Exceto por um breve período em que ela fugiu por segurança durante as hostilidades do populacho de setembro 1846 a janeiro de 1847, ela criou seus filhos em Nauvoo. Com a Igreja SUD fora de Nauvoo, e em bairro hostil em relação a quem professa a crença, as crianças Smith não foram educados na <a class="external_link_tool" href="http://pt.mormon.wikia.com/wiki/Mission%C3%A1rios_M%C3%B3rmons">fé Mórmon</a>.</p>
<p>Em 1860, Joseph Smith III foi recrutado por um grupo que se chamavam Reorganização. Este grupo acabou se desenvolveu em A Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (RLDS). Quando Joseph Smith III tomou a decisão de aderir a este grupo, sua família estava confusa sobre que medidas deveriam tomar. Alguns aderiram, outros não. Os membros da família moravam em Iowa, Missouri e Illinois até meados da década de 1920, quando os conflitos sobre os dois dirigentes da Igreja RLDS e dinheiro acabou espalhando os membros por todo o país. Em 1932, após ter sido forçada a mudar de várias fazendas, durante a Grande Depressão, os avós de Gracia mudaram-se para Montana. Lá, a mãe de Gracia, Lorena, casou-se e criou os seus próprios filhos.</p>
<p>Eu tive uma experiência religiosa mista por que a família do meu pai era católica e minha mãe, apesar de ser uma bisneta de Joseph Smith, era protestante, embora ela nunca tinha sido batizada. Sua mãe nunca foi capaz de viver perto de uma igreja RLDS. Portanto, algumas vezes, ela serviu como organista na Igreja Metodista e até ensinou na Escola Dominical. Ela não falava sobre o passado de sua família, ela nunca discutiu a história da restauração com os outros filhos a não ser para dizer-lhes que o seu avô tinha visto um anjo. Eu nunca, como criança, ouvi minha avó falar o nome de Joseph Smith, embora ela tenha uma vez falado de &#8220;mártires&#8221;. Eu não entendia ao que ela estava se referindo, e ninguém explicou. . .</p>
<p>Anos mais tarde, depois que nossa família se mudou do leste das Montanhas Rochosas para ConradMontana. Naquele outono, eu estava prestes a entrar em meu último ano do ensino médio. Foi meio difícil tentar se adaptar em uma nova cidade e começar em uma nova escola. Uma coisa que eu precisava era ganhar dinheiro, então eu encontrei um emprego de babá para uma família chamada Lederer. Dee Lederer tinha duas crianças e precisava de ajuda. Eu amei as crianças e ansiosamente comecei a trabalhar depois da escola e nos fins de semana para ajudar esta mulher cujo marido estava ausente. Era uma situação ideal, como nós nos demos muito bem desde o início. Logo em seguida comecei a trabalhar para ela, minha mãe me chamou de lado e disse: &#8220;Não lhe diga que é parente de Joseph Smith; ela vai pensar que você é uma Mórmon&#8221;</p>
<p>Sem nunca ter ouvido a palavra &#8220;Mórmon&#8221; eu não podia imaginar o que ela queria dizer. A atitude da minha mãe e o tom de voz parecia me proibir fazer qualquer pergunta. Eu pensei como isso era realmente estranho.</p>
<p>Fiquei curiosa, mas não ousei perguntar. Não demorou muito para que minha curiosidade sobre &#8220;Joseph Smith&#8221; ficasse satisfeita.</p>
<p>Um dia minha patroa me contou uma história fantástica sobre um homem chamado Joseph Smith, de quem ela disse, ter sido &#8220;um profeta &#8221; . Eu não entendi. Em minha mente, a palavra soou como &#8220;algo diferente, como lucro&#8221;. Pensei &#8220;lucro&#8221; era a diferença entre o que você pagou por algo e pelo que você poderia vendê-lo. Ela logo me explicou que Joseph Smith foi um profeta de Deus, como Abraão, Isaac e Jacó, na Bíblia. Eu tinha ouvido as histórias da Bíblia, mas eu não tinha noção real do que um &#8220;profeta &#8221; era. Parecia um mito, mas ela fez parecer muito especial. Só precisou de uma pequena conversa para eu perceber que o Joseph Smith de quem ela estava falando era o meu bisavô, que minha mãe disse não falar sobre ele. Fiquei intrigada e curiosa. Logo me vi dizendo a ela que o meu bisavô era Joseph Smith. Sua reação foi de surpresa e deleitosa.</p>
<p>Alguns dias depois ela me ligou pela manhã para perguntar: &#8220;Você pode vir depois da escola? Os missionários querem dar-lhe um presente. . . &#8221;</p>
<p>Quando entrei na cozinha naquele dia, Dee Lederer me apresentou ao Élder Waldron e Elder Richins. Em alguns momentos, um deles pegou um pequeno livro preto para mim, e ele disse: &#8220;Este é o Livro de Mórmon. Foi traduzido pelo dom e poder de Deus, pelo seu bisavô, e ele verdadeiro. &#8221;</p>
<p>Quando eu peguei o livro em minhas mãos, eu fiquei com um sentimento muito intenso, quase como um choque elétrico, ou vibração. Em minha mente ecoava as palavras: &#8220;Ele é  verdadeiro! ELE É VERDADEIRO</p>
<p>Gracia conseguiu a permissão de seus pais para continuar a ouvir os missionários, mas ambos estavam contra ela ser batizada. Sua mãe realmente não sabia quase nada sobre a história da Igreja e Joseph Smith, mas ela se lembrou de como a sua mãe ficava zangada cada vez que o assunto era mencionado, por isso ela teve séria oposição   quanto Gracia se unir à Igreja. O pai de Gracia simplesmente sentiu que ela era jovem demais para tomar uma decisão tão importante. Enquanto esperava pelo seu aniversário de dezoito anos, Gracia continuou a estudar a Bíblia e o Livro de Mórmon e seu testemunho cresceu. Pouco depois de seu aniversário, em 1956, ela foi batizada a 104 quiloômetros de seu ramo. Ninguém que ela conhecia pode assistir ao seu batismo, e ninguém no batismo sabia de sua herança. Gracia foi o terceiro descendente de Joseph e Emma a ser batizada, e ela foi a primeira a permanecer ativa e receber as ordenanças do templo. Em grande parte através de seu exemplo e influência, agora mais do que uma centena de descendentes de Joseph e Emma foram batizados, incluindo a mãe de Garcia, Lorena, que foi batizada em 1979 e foi o primeiro dos descendentes de Joseph a servir uma missão de tempo integral para a Igreja Mórmon .</p>
<p>Agora que estou envolvida no trabalho de juntar a posteridade espalhada do Profeta Joseph Smith e sua esposa Emma, eu percebo que eu tenho o talento de simplesmente amá-los. Eu sei que alguns tem fardos pesados ??do preconceito da família que nunca poderão ser deixados nesta vida mortal. Eu sei que outros estão comprometidos com os credos e crenças onde eles encontraram conforto espiritual e social, ou consolo, eles poderão nunca ser &#8220;convertidos&#8221;. Deixe-os adorarem, o que, quando ou como eles quiserem, eu os amo, e eu desejo afastar o preconceito que une as mentes e os corações de tantas pessoas.</p>
<p>Minha paixão contínua é encontrar cada descendente, fazer um vínculo com eles, como parentes, através de reuniões de família, ou talvez apenas por meio de visitas de um-em-um, pessoalmente ou por telefone. Quero ensiná-los a conhecer e respeitar seu antepassado, Joseph Smith, e sua esposa Emma. Neste trabalho eu sou muito abençoada por ter meu marido maravilhoso, Ivor Jones, para dividir o fardo e as alegrias de nossas viagens intermináveis ??em busca dos entes queridos que ainda temos de encontrar. Nosso maior desejo é que todos os descendentes de Joseph e Emma poderão de algum modo vir a saber que Joseph Smith foi um verdadeiro profeta de Deus e que O Livro de Mórmon é realmente, verdadeiro.</p>
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		<title>História de conversão de Estel Neff, parente de Joseph Smith</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:54:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nauvoo, Illinois Estel Neff passou grande parte de sua vida na área de Nauvoo, Illinois. Ele possui e opera o Old House Bookstore, vendendo livros usados ??e algumas antiguidades. Ele é um descendente direto de Joseph Smith, Sr. (pai de Joseph Smith), e é um recém-convertido à Igreja Mórmon (oficialmente A Igreja de Jesus Cristo [...]]]></description>
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			   </div><p>Nauvoo, Illinois</p>
<p>Estel Neff passou grande parte de sua vida na área de Nauvoo, Illinois. Ele possui e opera o Old House Bookstore, vendendo livros usados ??e algumas antiguidades. Ele é um descendente direto de <a href="http://marcelotodaro.info/?p=539" class="external_link_tool">Joseph Smith</a>, Sr. (pai de Joseph Smith), e é um recém-convertido à Igreja Mórmon (oficialmente A <a href="http://www.missionariosmormons.org/79/igreja_de_jesus_cristo" class="external_link_tool">Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</a>). Neff foi batizado em Nauvoo em 05 de abril de 1996. A maior parte da sua família tem crescido no oeste de Illinois, já que todos da família de Joseph Smith, Jr. (exceto família Hyrum Smith) permaneceram na área, quando o resto dos Santos viajaram para o oeste após o martírio de Joseph e seu irmão Hyrum. Neff é o tetra neto da irmã de Joseph e Hyrum, Katherine Smith Salisbury.</p>
<p>Neff e sua esposa, Cecel, criaram suas cinco filhas em Keokuk, Iowa, e posteriormente mudaram-se para perto de Nauvoo, Illinois. Neff trabalhou no ramo de cereais e alimentos para animais, mas ao longo dos anos ele colecionou muitos livros relacionados ao <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/fe_mormonismo" class="external_link_tool">mormonismo</a> por terem muito de sua história familiar. Cerca de 1988, Neff decidiu usar os livros para abrir sua loja em Hamilton, Illinois, perto de Nauvoo. Ele começou a ter mais interesse em religião a medida que ficava mais velho e enquanto explorava a sua coleção de livros. Ele começou a frequentar a Ala Nauvoo em 1995, se socializando com os membros e aprendendo mais sobre a igreja.</p>
<p>Neff foi batizado por Hyrum Mack Smith, bisneto do ex-<a href="http://aigrejamormon.com/318/os-profetas-mormon-ensinam-os-valores-de-deus-%E2%80%93nao-dos-homens" class="external_link_tool">profeta Mórmon</a> Joseph F. Smith, que servia como diretor de centro de visitantes, em Nauvoo, quando ele se familiarizou com Neff. Smith veio todo o longo caminho de Seattle para batizar Neff.</p>
<p>Enquanto crescia em Illinois, Neff e outros membros de sua família raramente mencionavam sua filiação com a história da Igreja Mórmon, porque ainda havia tanta animosidade para com a Igreja, mesmo depois de 150 anos. Neff diz que a maioria da animosidade já se foi, mas ele tem uma conexão exclusiva com pessoas que ainda são hostis para com a Igreja Mórmon. Ele lhes pergunta se tinham lido o <a href="http://twitter.com/oLivrodeMormon" class="external_link_tool">Livro de Mórmon</a>, e quando eles respondem negativamente, ele lhes diz para experimentar. Ele disse que leu pela primeira vez, poucos anos antes, de ser batizado, com o objetivo de encontrar algo que ele não concordava. &#8220;Eu não achei uma coisa&#8221;, disse ele.</p>
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		<title>História de conversão de Mike Kennedy, descendente de Joseph Smith</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 18:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Joseph Smith, Jr. Vários dos descendentes de Joseph Smith, Jr. se uniram à Igreja Mórmon (oficialmente A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), mas a maioria deles sabia sobre a história da família desde tenra idade. Mike Kennedy não sabia sobre o seus ancestrais, até que ele recebeu uma tarefa em sua [...]]]></description>
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						</div>
			   </div><p><a href="http://mormon.org/learn/0,8672,957-2,00.html" class="external_link_tool">Joseph Smith</a>, Jr.</p>
<p>Vários dos descendentes de Joseph Smith, Jr. se uniram à <a href="http://pt.thomasmonson.com/25/16%C2%BA-presidente-de-a-igreja-de-jesus-cristo-dos-santos-dos-ultimos-dias" class="external_link_tool">Igreja Mórmon</a> (oficialmente A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias), mas a maioria deles sabia sobre a história da família desde tenra idade. Mike Kennedy não sabia sobre o seus ancestrais, até que ele recebeu uma tarefa em sua escola de enswino médio, em Tonopah, Nevada, de pesquisar sua história familiar e escrever um artigo sobre um de seus antepassados??. Quando Mike pediu ao pai para ajudá-lo no projeto, seu pai deu a Mike uma grande caixa de papelão cheia de fotos e histórico familiar.</p>
<p>Neste ponto, Mike nunca tinha sequer ouvido falar da Igreja <a href="http://www.alaum.net/index.php?OPCAO=6&amp;SUBOPCAO=30" class="external_link_tool">Mórmon</a>. Enquanto ele estava vasculhando os itens que ele tinha despejado sobre a mesa da cozinha, houve uma batida na porta. Eram dois <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Igreja_de_Jesus_Cristo_dos_Santos_dos_%C3%9Altimos_Dias" class="external_link_tool">missionários Mórmons</a>. (Lembre-se, Mike não sabia nada sobre a Igreja neste momento.) Mike chamou seu pai para vir abrir a porta. Ele também chamou todos os seus irmãos para assistir. Apenas alguns dias antes, o pai de Mike havia recusado a visita em sua casa um par de missionários diferentes de outra igreja. Mike esperava a mesma coisa desta vez e achou que seus irmãos gostariam de assistir a &#8220;diversão.&#8221;Entretanto, o pai de Mike os fez bem vindo os missionários, como se fossem &#8220;amigos perdidos.&#8221;</p>
<p>Enquanto os missionários visitavam a família, eles olharam para os papéis sobre a mesa e viram uma foto de Lucy Mack Smith. Curiosos, eles perguntaram o que os documentos se tratavam. Mike disse que estava fazendo uma trabalho da história de sua família sobre &#8220;um cara que começou a Igreja Mórmon.&#8221; Mike continuou, &#8220;Eles ficaram estáticos. Eu acho que eles tentaram nos dar todas as seis lições nos próximos dez minutos. &#8220;Os missionários estavam compreensivelmente muito animados para começar a se reunir e ensinar os atuais descendentes de Joseph Smith sobre a plenitude do evangelho que o profeta Mórmon ajudou a restaurar.</p>
<p>Mike foi o único de sua família que continuou com as palestras, mas sua agenda lotada logo fez com que ele perdesse seus compromissos com os missionários. Sem desanimar, os missionários convidadaram outra investigadora da idade de Mike para participar das discussões, ao mesmo tempo. Mike concordou e foi batizado quatro meses depois. Cerca de um ano depois, Mike e esta menina, Darcy, se casaram no <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/templos_mormons" class="external_link_tool">Templo Mórmon</a> de Provo Utah, enquanto freqüentava a Universidade Mórmon Brigham Young.</p>
<p>Quando Mike foi ordenado ao Sacerdócio de Melquisedeque, foi dito que a sua conversão cumpriu, em parte, uma profecia contida em Doutrina e Convênios 109:70. Na época em que Joseph Smith recebeu esta revelação, ele orou para que os preconceitos de sua família imediata fossem &#8220;quebrados e varridos, como um dilúvio, para que pudessem ser convertidos e resgatadas com Israel.&#8221; Isto foi possível através de Mike, porque seu avô, que era membro da Igreja RLDS, tinha morrido em um acidente de carro quando o pai de Mike era um bebê. A avó de Mike se casou novamente, mas o novo marido não queria nada com as igrejas LDS ou RLDS, então Mike foi criado, sem preconceitos contra a Igreja Mórmon.</p>
<p>Mike e Darcy ambos sentem que a sua conversão a Igreja Mórmon tem mudado suas vidas para o melhor. Eles agora estão lutando para chegar aos outros descendentes de Joseph Smith no amor e na amizade. &#8220;Nossa missão inteira juntos desde o início tem sido trabalhar com a família de Joseph Smith Jr.&#8221;, disse Darcy. &#8220;Tudo girava em torno da família de Joseph Smith Jr.&#8221;.</p>
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		<title>Contos Pessoais dos Primeiros Santos</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 22:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relatos Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos dos primeiros conversos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias sofreram e sacrificaram muito ao responder ao chamado para se coligar em Salt Lake City, no Oeste. Depois de já terem sofrido tantas dores e perseguições, e depois do martírio de seu líder, Brigham Young seguiu o mandamento do Senhor de [...]]]></description>
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			   </div><p>Muitos dos primeiros conversos da Igreja de <a href="http://www.igreja-jesus-cristo.pt/" class="external_link_tool">Jesus Cristo</a> dos Santos dos Últimos Dias sofreram e sacrificaram muito ao responder ao chamado para se coligar em Salt Lake City, no Oeste. Depois de já terem sofrido tantas dores e perseguições, e depois do martírio de seu líder, Brigham Young seguiu o mandamento do Senhor de mover os Santos para o Oeste, onde eles esperavam e acreditavam que ninguém iria incomodá-los. Aqui, em suas próprias palavras, estão algumas das suas histórias da travessia das planícies para entrar no Vale de Salt Lake, do seu tempo gasto em Winter Quarters, do início do Batalhão <a href="http://www.alaum.net/index.php?OPCAO=6&amp;SUBOPCAO=30" class="external_link_tool">Mórmon</a>, e do sofrimento presente nas companhias de carrinhos de mão de 1856 .</p>
<p><strong>Winter Quarters</strong><strong> e a formação do Batalhão Mórmon</strong></p>
<p><a href="http://historyofmormonism.com/files/2010/04/jesus-christ-mormon11.jpg"></a>O primeiro grupo de Santos que viajou para o Oeste parou em Winter Quarters depois que os líderes decidiram que era demasiado tarde do ano para continuar para o Oeste. Pouco antes de chegarem a Council Bluffs, uma ordem do Exército dos EUA  determinou que reunissem 500 jovens <a href="http://gmormon.org/447/mitos-mormons" class="external_link_tool">mórmons</a> para lutar na Guerra do México. Isso deixou muitas famílias sem ninguém para proteger e cuidar delas e era geralmente uma tribulação enorme para todos os envolvidos. No entanto, o serviço deles trouxe bênçãos alguns deles previram.</p>
<p>Job Smith fala sobre as tribulações de sacrificar 500 jovens sãos para o Exército dos Estados Unidos para lutar na Guerra do México, ficar sem provisões, e os efeitos do ecorbuto negro, assim como a sua ingenuidade em fazer cestas para sustentar sua <a href="http://lds.org/languages/gospeldoctrine/familyguidebook/start_here_59.pdf" class="external_link_tool">família</a>.</p>
<p>O coronel Thomas Kane acompanhou os Santos parte do caminho em sua jornada ao Oeste depois que 500 de seus homens jovens foram requisitados pelo governo para lutar na Guerra do México. Suas palavras oferecem uma perspectiva única de alguém viajando com o Santos que não era da sua fé.</p>
<p>O relato de Helen Kimball Whitney é profundo e toca em temas tão interessantes como a origem do Batalhão Mórmon, a construção de Winter Quarters, as relações dos Santos e os seus negocios com os nativos americanos, as condições gerais e as experiências da época.</p>
<p>As bênçãos decorrentes do serviço do Batalhão Mórmon foram listados por Brigham Young, em seu diário. Era esperado pelo Exército dos EUA que, em troca de seus serviços, os Mórmons estariam entre os primeiros colonizadores na Califórnia, portanto, reembolsando-os pelos muitos de erros comitidos contra eles. No entanto, os Santos não iam para a Califórnia. Brigham Young também dá uma razão para isso.</p>
<p><strong>Atravessando as Planícies</strong></p>
<p>Joseph F. Smith, filho do irmão de <a href="http://www.mission.net/brazil/ribeirao-preto/page.php?pg_id=617" class="external_link_tool">Joseph Smith</a>, Hyrum Smith, conta suas experiências ao atravessar as planícies aos 9 anos de idade com sua mãe. Ele fala da fé de sua mãe na busca de bois roubados e de ter fé que seriam curados quando estavam doentes.</p>
<p>Mary Goble Pay dá seu relato pessoal de cruzar as planícies com a idade de 13 anos com a Companhia John Hunt, em 1856. Ela conta das dificuldades enfrentadas ao longo do caminho, os membros da família que perdeu, e uma promessa que Brigham Young deu a ela de que seus pés congelados curariam sem que ela tivesse que amputar mais do que os dedos dos pés. Embora os médicos duvidassem, Mary tinha fé de que ela seria curada.</p>
<p><strong>Relatos pessoais</strong><strong> da Companhia de Carrinhos de Mão Willie </strong></p>
<p><a href="http://historyofmormonism.com/files/2010/04/Trail-Pioneers-Mormon1.jpg"></a></p>
<p>&#8220;Ninguém pode descrever, nem poderia ser compreendido ou entendido por qualquer ser humano vivo nesta vida, mas somente por aqueles que foram chamados para passar por isto.&#8221; Jens Neilson, membro Willie Handcart Companhia.</p>
<p>Peter Howard McBride relata a viagem de sua família, da Escócia e em seguida, para o Oeste com a Companhia de Carrinhos de Mão Willie, quando ele tinha apenas 6 anos de idade. Ele lutou em condições extremas, e seu pai morreu no caminho, mas eles conseguiram com sucesso ir para o Vale de Salt Lake.</p>
<p>Agnes Caldwell Southworth fala da imgenuidade de sua mãe ajudando sua família a atravessar as planícies e de seu resgate perto do fim da jornada deles. Agnes era 9 anos de idade, quando atravessou as planícies em 1856.</p>
<p>Um Trecho do Diário da Companhia Willie de Carrinhos de Mão relata a fé que esses santos tiveram e registra uma promessa feita a eles pelo presidente Franklin D. Richards que teriam sucesso em suas tribulações, com a ajuda de Deus.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Resgate da Companhia de Carrinhos de Mão em 1856</strong></p>
<p>Efraim Hanks era um desbravador habilitado que foi chamado para ajudar no resgate dos Santos encalhados na última companhia de carrinhos de mão no final de 1856. Ele foi a seu próprio risco, como fizeram todos os outros socorristas, e conta suas experiências sendo capaz de encontrá-los e milagrosamente trazê-los carne fresca de búfalo, que precisavam desesperadamente em seu estado de fome.</p>
<p><strong>O</strong><strong> Fim da Viagem, no Vale de Salt Lake</strong></p>
<p>Howard Egan relata sua sensação de segurança ao entrar no Vale de Salt Lake.</p>
<p>O Fim da Jornada. O Santos chegam pela primeira vez no Vale de Salt lake em 24 de julho de 1847. O Presidente Brigham Young se dirigiu com um pequeno grupo de homens para fazer um levantamento do vale. Onze anos mais tarde as companhias de carrinhos de mão afligidas chegam no final do ano de 1856 depois de sofrer provações inimagináveis. Todos os que fizeram esta viagem fizeram imensos sacrifícios para ajudar a construir o Reino de Deus. As palavras do Presidente Hinckley lembram os membros da Igreja de suas responsabilidades de continuar.</p>
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		<title>Extratos do Diário da Companhia de Carrinhos de Mão  Willie</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 20:16:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relatos Pessoais]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar das dificuldades que esses santos passaram para chegar ao vale de Salt Lake, sua fé ficou inabalável. Isso foi certamente fortalecido pelas promessas feitas a eles, como mostra o trecho a seguir: Sexta Feira, 12 de Setembro de 1856, perto do North Platte, Nebraska, Diário da Companhia Willie Nos termos de uma ameaça anterior [...]]]></description>
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			   </div><p>Apesar das dificuldades que esses santos passaram para chegar ao vale de Salt Lake, sua fé ficou inabalável. Isso foi certamente fortalecido pelas promessas feitas a eles, como mostra o trecho a seguir:</p>
<p>Sexta Feira, 12 de Setembro de 1856, perto do North Platte, Nebraska, Diário da Companhia Willie</p>
<p><a href="http://historyofmormonism.com/files/2010/04/handcart-pioneers-salt-lake-mormon.jpg"></a></p>
<form>Nos termos de uma ameaça anterior ou promessa, o Capitão Atwood derrubou uma ou duas barracas esta manhã (cerca de uma hora e meia após a trombeta ser tocada), expondo as características serenas de sono dos seus reclusos habitantes, para sua decepção, e espanto dos que passavam. Alguns dos dorminhocos queriam puxar a tenda de volta sobre eles como uma cobertura, mas foi um &#8220;não vá&#8221;. . .</p>
<p>Esta noite, o presidente Franklin D. Richards. . . chegou pouco antes do anoitecer em 3 viaturas e dois vagões. . . . em seguida presidente Richards, dirigiu-se ao Santos, manifestando a sua satisfação de terem viajado até agora, e mais especialmente com carrinhos de mão, e. . .  o que ele sabia tinha sido provado, e iria provar a salvação deles, se eles ouvissem e obedecessem diligentemente os conselhos ao pé da letra. Em que ele mesmo prometeu, em nome do Deus de Israel, e pela autoridade do Santo Sacerdócio, que nenhum obstáculo seja  ele qual fosse que aparecesse no caminho deste acampamento, mas o que eles deveriam ser capazes, pela sua fé, unidos e obras, a vencer, com Deus sendo o seu ajudante. E que, se um mar vermelho se interpusesse, deveriam por sua união de coração e de mão, caminhar através dele como a antiga Israel, em pés secos. Nas mesmas condições, ele prometeu que, embora possam ter algumas tribulações a suportar, como prova a Deus e aos irmãos, que eles tinham a verdadeira &#8220;coragem&#8221;.</p>
</form>
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		<title>Relato de Joseph F. Smith</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 20:11:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na primavera de 1848, assim como a Presidência e todos os que podiam deixavam Winter Quarters indo para o Vale, minha mãe fez uma tentativa de ir junto. Durante o outono e inverno, ela tinha feito duas viagens até Missouri para comprar provisões e fazer  trocas por &#8220;necessidades&#8221; para a família, que contava ao todo, [...]]]></description>
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			   </div><p>Na primavera de 1848, assim como a Presidência e todos os que podiam deixavam Winter Quarters indo para o Vale, minha mãe fez uma tentativa de ir junto. Durante o outono e inverno, ela tinha feito duas viagens até Missouri para comprar provisões e fazer  trocas por &#8220;necessidades&#8221; para a <a href="http://mormon.org/learn/0,8672,1149-2,00.html" class="external_link_tool">família</a>, que contava ao todo, cerca de onze pessoas.</p>
<p><a href="http://historyofmormonism.com/files/2010/04/Joseph-F-Smith-mormon.jpg"></a>Uma vez eu a acompanhei junto com o meu tio Joseph Fielding, na época em que fomos a St. Joseph, Missouri, e compramos milho e o moemos em Savannah. No caminho caminho para casa ficamos acampados na beira de um bosque, perto de um grande rebanho de gado que estava sendo conduzido para o mercado. Na manhã o nossa melhor parea de gado desaparecereu. Meu tio e eu os caçamos ao longe e perto, mas não conseguimos encontrá-los. Indagamos os boiadeiros e seguimos suas direções, mas não conseguimos encontrar os nossos bois. Isso quebrou as nossas pareas de bois de forma  que não pudemos viajar e ficamos na necessidade de comprar ou negociar de alguma forma outra parea antes que pudessemos seguir em frente.</p>
<p>Mas após algum atraso, e da mãe ter desaparecido depois o dejejum, ela começou a procurar os bois. O tio achava que era inútil ela ir. Confesso que eu também pensava assim, mas eu tinha mais fé que ela iria encontrá-los, se pudessem ser encontrados, do que eu tinha em mim ou em meu tio de encontrá-los. Enquanto minha mãe estava andando pela grama alta, um dos boiadeiros cavalgou até ela e disse que tinha visto os bois dela na direção oposta a que ela estava indo. Estranho dizer que ela passou direto e não acatou o que foi dito. Ele repetiu, ela não prestou atenção, mas passou como, se ela estivesse “no caminho estreito e apertado.&#8221; De repente ela veio sobre uma ravina cheia de salgueiros altos, e em um denso aglomerado de salgueiros largos, ela encontrou os bois, onde eles haviam sido presos durante a noite pelos boiadeiros com a intenção de roubá-los e conduzi-los ao mercado, pois eles estavam em boas condições. Depois que os bois foram encontrados, os boiadeiros dignos derepente partiram, talvez em busca da honestidade, que espero que tenham encontrado.</p>
<p>Fomos em frente calmammente até que chegamos a um ponto no meio do caminho entre os rios Platte e Sweetwater. Um de nossos melhores bois deitou na canga como se envenenado, e todos supomos que ele iria morrer. O Captão Lott tumultuou como se o mundo estava prestes a chegar ao fim. &#8220;Não&#8221;, disse ele. &#8220;Eu disse que você teria que ser ajudada, e que seria um fardo para a conmpanhia.&#8221; Mas nisto, ele estava enganado, pois depois de orar pelo boi e derramar óleo sobre ele, ele se levantou e caminhou em frente, retendo a companhia apenas por um tempo muito curto.</p>
<p>Nós não tínhamos ido muito longe quando um outro boi caiu como o primeiro. Mas, com o mesmo tratamento que o anterior ele se levantou. Eu acredito que isto foi repetido por uma terceira vez, para o espanto de todos que viram e para o desgosto do Capitão Lott.</p>
<p>Os nomes dos líderes de minhas parrelhas eram Thom e Joe, nós os criamos desde que eram bezerros, e eles eram ambos brancos. Thom cresceu elegante, ativo, jovem e mais inteligente do que muitos homens. Muitas vezes, enquanto viaja estradas de areia ou ásperas, em longos caminhos secos, meus bois eram lentos com o calor e a fadiga. Gostaria de colocar meus braços em volta do pescoço de Thom e chorar lágrimas amargas! Isso era tudo que eu podia fazer. Thom foi o meu servo favorito e melhor e mais disposto e obediente amigo. Ele era um eleito!</p>
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