<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>História do Mormonismo</title>
	<atom:link href="http://historiamormon.org/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://historiamormon.org</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 20 Feb 2013 20:38:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Lorenzo Snow</title>
		<link>http://historiamormon.org/1032/lorenzo-snow?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lorenzo-snow</link>
		<comments>http://historiamormon.org/1032/lorenzo-snow#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 09:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/historiamormon-org/?p=1032</guid>
		<description><![CDATA[Lorenzo Snow nasceu no dia 3 de abril de 1814 em Ohio. Seus pais se chamavam Oliver e Rosetta Pettibone Snow. Ele era o quinto de sete filhos. Os pais de Lorenzo se mudaram com a família da Nova Inglaterra para a fronteira Americana do Ohio a fim de iniciarem uma nova vida. Mudar-se para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/1032/lorenzo-snow" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p>Lorenzo Snow nasceu no dia 3 de abril de 1814 em Ohio. Seus pais se chamavam Oliver e Rosetta Pettibone Snow. Ele era o quinto de sete filhos. Os pais de Lorenzo se mudaram com a família da Nova Inglaterra para a fronteira Americana do Ohio a fim de iniciarem uma nova vida.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/12/Lorenzo-Snow-mormon-223x300.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1033" title="Lorenzo-Snow-mormon-223x300" src="http://historiamormon.org/files/2012/12/Lorenzo-Snow-mormon-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" /></a>Mudar-se para Ohio foi uma tarefa árdua . Eles tiveram que limpar o terreno, derrubar arvores, e preparar a terra para o plantio. Lorenzo aprendeu logo cedo que não havia espaço para a ociosidade em uma família tão numerosa. O trabalho de seu pai requeria que ele estivesse longe de casa frequentemente, e a carga do trabalho na fazenda acabava por cair nas costas de Lorenzo e de seus irmãos mais novos. A fazenda teve muito sucesso, e com o passar dos anos, a família Snow prosperou e obteve uma certa influencia no estado. Mântua se tornou uma cidade de famílias bem educadas e prosperas que fizeram seu próprio caminho na fronteira do Ohio.</p>
<p>Os pais de Lorenzo encorajaram cada um de seus filhos a obter uma educação através de empresas culturais, sociais e intelectuais. Lorenzo acabou estudando muito mais que os seus contemporâneos. Ele frequentou o segundo grau em uma escola na cidade vizinha de Ravenna e completou um ano na recém fundada faculdade de Oberlin.</p>
<p>Os pais de Lorenzo professavam a crença batista, mas encorajaram seus filhos a explorarem seus próprios interesses religiosos. Eles eram incentivados a pesquisar as religiões e conversar em família os resultados obtidos. As discussões familiares eram francas e abertas. Cada membro da família era incentivado a dar sua própria opinião em todos os tópicos religiosos.</p>
<p>Distante alguns quilômetros da fazenda da família Snow estava a cidade de Hiram, onde residia o Profeta Joseph Smith. Foi nesta época que Lorenzo ouviu falar de uma nova religião chamada Mormonismo e que Joseph Smith, seu fundador, alegava ser um profeta de Deus. Foi sua irmã, de quem ele era muito próximo, que primeiro começou a explorar o Mormonismo, apresentando em seguida a religião a ele. Ele escreveu para ela da Faculdade Oberlin, que frequentava, fazendo perguntas sobre a religião, e ela as respondeu.</p>
<p>O relato pessoal de Lorenzo relembra de como ele ouviu o Livro de Mórmon sendo lido em sua casa e de quando ele encontrou o Profeta em seu lar em 1831. Neste momento, o Mormonismo não era visto como uma religião, mas como uma moda passageira. Lorenzo decidiu saber por si mesmo se aquele auto proclamado profeta realmente era quem alegava ser. Ao contrario das acusações feitas, Lorenzo achou que ele era um homem honesto e sincero. Mais tarde ele disse: “Uma luz iluminou meu entendimento e nunca mais me deixou”.</p>
<p>Não muito tempo depois a mãe e as duas irmãs mais velhas de Lorenzo se batizaram na Igreja Mórmon. Durante a sua juventude nenhuma religião organizada tinha tido um efeito sobre ele, por isso decidiu permanecer neutro, retornando aos seus estudos.</p>
<p>Enquanto estava na Faculdade Oberlin, ele teve a chance de se encontrar com o apostolo David Patten que se mostrou entusiasmado para responder as perguntas de Lorenzo sobre a Igreja Mórmon. Vendo a oportunidade de continuar seus estudos em Kirtland, Lorenzo se mudou junto com duas de suas irmãs. Ele continuou a pesquisar a nova religião, ouvindo muitos dos discursos feitos por Joseph Smith. Lorenzo também recebeu instruções pessoais dele. Ele observou os membros da igreja e seus poderosos testemunhos do evangelho restaurado, um evangelho sem pretensões – simples e poderoso em sua convicção. Lorenzo e Joseph Smith também frequentaram uma classe de hebraico na comunidade Mórmon.</p>
<p>Lorenzo registrou as seguintes observações: “Antes de aceitar a ordenança do batismo, em minhas investigações dos princípios ensinados pelos Santos dos Últimos Dias, eu provei, por meio de comparação, que elas eram as mesmas que as mencionadas no Novo Testamento e ensinadas por Cristo e Seus apóstolos, fui totalmente convencido que pela obediência a esses princípios milagres, revelações e poderes seguiriam meu batismo e confirmação. Essa  manifestação não ocorreu imediatamente após o meu batismo, como esperava, mas quando as recebi, percebi que foram mais miraculosas, tangíveis e perfeitas superando todas as minhas expectativas&#8230; percebi que não havia obtido um conhecimento da verdade e da obra&#8230; deixei de lado meus livros, sai de casa e andei pelo campo enquanto uma opressiva influencia de um espirito sombrio e desconsolado agia sobre mim, uma nuvem de incomparável escuridão parecia me envolver&#8230; Eu me ajoelhei e ofereci uma secreta oração. Mal tinha movido meus lábios par começar a orar, eu ouvi um som, acima de minha cabeça, como o roçar de um vestido de seda, e imediatamente o Espirito de Deus desceu sobre mim, envolvendo completamente a minha pessoa, me preenchendo, do topo da minha cabeça a sola dos meus pés, e oh que alegria eu senti! Nenhuma língua pode descrever a quase instantaneamente mudança de uma densa nuvem de escuridão e confusão mental a um refugio de luz e conhecimento, que naquela vez imprimiu-se sobre o meu entendimento. Eu então recebi um conhecimento perfeito de que Deus vive, que Jesus Cristo é o Filho de Deus, e da restauração do santo Sacerdócio, e da plenitude do evangelho”. Lorenzo foi batizado em 19 de junho de 1836.</p>
<p>Logo apos o seu batismo, Lorenzo viu os missionários que retornavam de suas missões e compartilhavam suas inúmeras experiências da obra do Senhor e da proclamação do evangelho. Ele então desejou servir como um missionário Mórmon e viver por si mesmo aquelas experiências. Na primavera de 1837, ele partiu em sua primeira missão para a Igreja Mórmon. Ele primeiramente visitou sua cidade natal de Mântua, onde ensinou e batizou alguns amigos e familiares. Ele também pregou no Missouri, Illinois e Kentucky. Mais tarde, ele serviu missões na Inglaterra, Itália, Franca e Suíça. Assim como muitos de seus predecessores ele traria milhares de almas para a Igreja Mórmon.</p>
<p>Quando retornou de sua primeira missão ele escreveu: “No inicio da primavera de 1837, eu preparei uma pequena valise e assim como os missionários da antiguidade, ‘sem bolsa nem alforje’, a pé e sozinho, fui proclamar a restauração da plenitude do evangelho do Filho de Deus, e dar testemunho do que eu tinha visto e ouvido, e do conhecimento que eu tinha recebido pela inspiração do Espírito Santo. Foi, no entanto, um teste severo para os meus sentimentos naturais de independência sair sem bolsa nem alforje&#8230; desde o momento em que tive idade suficiente para trabalhar, a sensação que eu era responsável por mim mesmo sempre me pareceu um complemento necessário para o auto respeito, e nada além de um conhecimento positivo daquilo que Deus exigia de mim agora, como fez no passado com os seus servos, os discípulos de Jesus, poderia induzir-me a sair sendo dependente de meus semelhantes para as necessidades diárias da vida. Mas o meu dever a este respeito era claramente conhecido por mim, e eu estava determinado a fazê-lo”.</p>
<p>Em 1838, Lorenzo Snow se mudou para o Missouri com outros Mórmons afim de escapar da perseguição. Entretanto, a perseguição se mostrou ainda mais intensa e ele sofreu juntamente com os outros. Ele partiu para uma missão no Kentucky, Illinois e Missouri e foi ali que ele descobriu que os santos haviam sido expulsos do ultimo. Ele andou 80 quilômetros para Kirtland, Ohio onde ele ensinou em uma escola por dois anos.</p>
<p>Enquanto servia uma missão em 1840, ele preparou uma belíssima copia do Livro de Mórmon para ser entregue a rainha pelo Sir Henry Wheatley. Na sua viagem de retorno, ele liderou um grupo de Mórmons que chegaram em segurança a Nauvoo, Illinois.</p>
<p>Ele estava servindo em uma missão em Ohio quando recebeu a noticia de que o Profeta Joseph Smith havia sido assassinado.</p>
<p>Depois de retornar a Nauvoo de sua missão na Inglaterra, Lorenzo aprenderia o principio do casamento plural revelado ao Profeta Joseph Smith. Em obediência a este principio ele se casou com Charlotte Squires, Mary Adaline Goddard, Sarah Ann Prichard e Harriet Amelia Squires antes de deixar Nauvoo no êxodo de 1846. A família faria uma viagem muito difícil. Eles teriam que fazer uma parada no Iowa porque ele ficou doente e um de seus três filhos que nasceram no caminho, veio a falecer e teve que ser enterrado. Lorenzo foi chamado para presidir sobre um acampamento temporário no Monte Pisgah no Iowa, onde ele ativamente levantou recurso para ajudar os Santos que viajavam para o oeste. A família finalmente conseguiu se mudar para a Cidade do Lago Salgado em 1848.</p>
<p>Em 1849, Lorenzo foi chamado para servir uma missão na Itália. Esta seria a primeira vez que teria que deixar a sua família. Depois de três anos ele retornou a casa e descobriu que sua esposa Charlotte havia falecido.</p>
<p>Em 1853, o presidente Brigham Young, então o Profeta da Igreja Mórmon, chamaria Lorenzo para ser um membro do Quórum dos Doze Apóstolos. Ao mesmo tempo, foi pedido que ele se mudasse com a família para Brigham City em Utah, onde presidiria sobre os membros. Ali ele organizaria e estabeleceria uma Associação Manufatureira. Em 1852 ele foi eleito para a legislatura do estado de Utah e serviu nesta posição por 29 anos.</p>
<p>Em 1864, Elder Snow serviria uma missão de curto prazo nas Ilhas Havaianas. Durante a tentativa de desembarcar em águas turbulentas, os missionários deixaram o navio e embarcaram em um pequeno barco. Enquanto faziam a travessia, enormes ondas viraram o barco. Todos os missionários que estavam acompanhando o Élder Snow foram regatados conscientes, com exceção de Elder Snow. Seu corpo jazia inconsciente na água. Seus companheiros o levaram para a costa e trabalharam para reanimá-lo por uma hora, mas sem sucesso. Élder Cluff, um de seus companheiros, explicou o que aconteceu: “Nós não fizemos apenas tudo o que se podia fazer em tais casos, mas também o que o espírito parecia sussurrar para nós. Depois de fazermos tudo o que podíamos, sem qualquer indicação de que ele voltaria a vida, alguns começaram a dizer que nada mais poderia ser feito. Mas nós não queríamos desistir, e continuamos a orar e a trabalhar, com a garantia de que o Senhor ouve e responde as nossas orações. Finalmente recebemos a impressão de colocar a nossa boca sobre a dele e fazer um esforço para inflar seus pulmões, soprando e tirando o ar, imitando, na medida do possível, o processo natural da respiração&#8230; Depois de algum tempo, percebemos indícios muito fracos de que ele estava retornando a vida&#8230; Estes sinais aumentaram mais e mais, até que a sua consciência foi totalmente restaurada”.</p>
<p>Na Conferência Geral da Igreja Mórmon em abril de 1889, Lorenzo Snow foi apoiado como Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos. Após a conclusão do Templo de Lago Salgado em 1893, ele se tornou o primeiro presidente do templo. Em 1898, quando o Presidente Snow soube da doença do Presidente Woodruff, ele sentiu o peso da responsabilidade; a responsabilidade de que provavelmente teria que ocupar o chamado de presidente apos a sua morte. Presidente Snow foi ao templo para orar sobre o assunto, na esperança de que Deus poupasse a vida do Presidente Woodruff e em ultima analise ele pudesse evitar de ter que assumir a sua responsabilidade. No entanto, ele orou dizendo: “Seja feita a Tua vontade. Eu não desejo assumir esta responsabilidade, mas se for a Tua vontade vou buscar a Tua orientação e instrução. Eu peço que Tu possas me mostrar o que desejas que eu faça”. Presidente Snow aguardava uma resposta, mas aparentemente nenhuma veio. Enquanto deixava a sala celestial, profundamente decepcionado, ele recebeu uma visão maravilhosa. Anos mais tarde, ele relatou sua experiência à sua neta, Allie Young Pond. Ela escreveu:</p>
<p>“Depois que saímos de sua sala e andávamos pelo largo corredor que levava a sala celestial, eu estava alguns passos a sua frente, quando ele me parou e disse, &#8216;Espere um momento, Allie, quero dizer-lhe algo. Foi aqui que o Senhor Jesus Cristo apareceu-me no momento da morte do Presidente Woodruff. . . . &#8216;</p>
<p>Então, o vovô se aproximou de mim e estendeu a sua mão esquerda e disse: ‘Ele estava bem aqui, cerca de três metros acima do chão. Parecia que ele estava de pé sobre uma placa de ouro maciço’.</p>
<p>O vovô me contou que o Salvador é um personagem glorioso, ele descreveu Suas mãos, pés, rosto e as belas vestes brancas, tudo possuía um tal glória e brilho que ele mal podia contemplá-lo.</p>
<p>Então, o vovô veio mais um passo perto de mim e colocou a mão direita sobre a minha cabeça e disse: &#8216;Agora, minha neta, eu quero que você se lembre de que este é o testemunho de seu avô, que ele lhe disse com suas próprias palavras, que realmente viu o Salvador aqui no templo, e conversou com Ele face a face”.</p>
<p>Após a morte do Presidente Woodruff, o Presidente Snow foi apoiado como Profeta, Revelador e Vidente e de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.</p>
<p>Quando o Presidente Snow assumiu a presidência da Igreja ela tinha 2.3 milhões de dólares em dívidas. A principal causa dessa dívida foi o confisco dos bens da Igreja pelo governo dos Estados Unidos sob as disposições da Lei Edmunds-Tucker de 1887. O governo federal tinha apreendido a maioria dos ativos da Igreja, incluindo o dinheiro do dízimo doado pelos seus membros. Alguns dos membros reagiram a isso, deixando de pagar suas ofertas, que incluíam o pagamento do dízimo.</p>
<p>Com esta dívida pesando fortemente sobre o Presidente Snow, ele procurou o Senhor para obter uma resposta de como resolver os problemas financeiros. Em resposta ele recebeu a seguinte revelação: “Esta é a resposta para os nossos problemas financeiros. Mesmo que, como Igreja, estejamos muito endividados, eu vos digo que, se este povo pagar um dízimo integral e honesto, os grilhões da dívida será removido de nós”. Presidente Snow iria levar esta mensagem a todos os Santos em todo o território e renovar o comprometimento a obediência do princípio do dízimo. Antes que falecesse, os problemas financeiros da Igreja haviam sido resolvidos.</p>
<p>Com o amanhecer de um novo século, o Presidente Snow reiterou a principal responsabilidade dos apóstolos e líderes da Igreja &#8211; a de espalhar o evangelho e preparar os santos para a Segunda Vinda do Salvador. Ele iniciou o trabalho missionário na Rússia, Áustria, e América Latina, e reabriu o trabalho missionário no México. Os jovens da Igreja foram chamados para servir como missionários locais em suas áreas e foram convidados a restabelecer a organização dos rapazes organizada primeiramente pelo Presidente Young. Ele supervisionou a tradução do Livro de Mórmon em várias línguas e preparou panfletos a fim de divulgar as doutrinas da Igreja Mórmon.</p>
<p>Em 1901, com 87 anos de idade, o Presidente Snow faleceu em sua residência na Cidade de Lago Salgado. Quando faleceu, após o curto período de tempo em que serviu como Presidente da religião mórmon, ele deixaria a Igreja com 292.931 membros. 25.680 deles foram batizados durante a sua presidência de três anos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/1032/lorenzo-snow/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hinos Mórmons: Creio em Cristo</title>
		<link>http://historiamormon.org/1028/hinos-mormons-creio-em-cristo?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hinos-mormons-creio-em-cristo</link>
		<comments>http://historiamormon.org/1028/hinos-mormons-creio-em-cristo#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 11:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relatos Pessoais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/historiamormon-org/?p=1028</guid>
		<description><![CDATA[Elder Bruce R. McConkie, um Apostolo Mórmon, escreveu o poema “Eu Creio em Cristo”, o qual ele recitou em um discurso realizado na Conferencia Geral de 1972. O poema serviu de base para o belíssimo hino Mórmon que possui o mesmo titulo. Elder McConkie pediu que um talentoso organista chamado John Longhurst compusesse uma melodia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/1028/hinos-mormons-creio-em-cristo" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/12/Bruce-R-McConkie-Mormon_apostolo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1029" title="Bruce-R-McConkie-Mormon_apostolo" src="http://historiamormon.org/files/2012/12/Bruce-R-McConkie-Mormon_apostolo.jpg" alt="" width="221" height="156" /></a>Elder Bruce R. McConkie, um Apostolo Mórmon, escreveu o poema “<em>Eu Creio em Cristo</em>”, o qual ele recitou em um discurso realizado na Conferencia Geral de 1972. O poema serviu de base para o belíssimo hino Mórmon que possui o mesmo titulo. Elder McConkie pediu que um talentoso organista chamado John Longhurst compusesse uma melodia usando o poema. Em seu ultimo testemunho publico, ele testificou do Salvador sobre o qual o poema e o subsequente hino foram escritos, falando que logo ele iria ver a Sua face. Ele tinha câncer e por isso lhe foi dado dois meses de vida, mas ele conseguiu viver por mais quatorze meses, embora muito doente, pois ele sabia que o Senhor desejava que havia ainda algumas coisas que ele deveria fazer. A despeito da severa dor que sentia, ele continuou fazendo a obra do Senhor. Depois de uma cirurgia, ele disse: “Eu estou tomado por um profundo sentimento de gratidão e alegria pela bondade do Senhor a meu respeito. Ele tem me permitido sofrer dor e ansiedade mas também o Seu poder de cura”. (Ensign, maio de 1984, p. 32)</p>
<p>Ele contou a sua esposa de que faria um discurso a respeito de Jesus Cristo na próxima Conferencia Geral. A Conferencia Geral acontece duas vezes por ano e permite aos Mórmons ouvir os lideres da Igreja. Sua esposa estava muito preocupada por causa disto. Seus médicos tinham medo que se ele tentasse fazer o discurso, e poderia sofrer um colapso na frente das câmeras. Entretanto, ele insistiu e fez o discurso sem incidentes. Ele morreu somente quatorze dias depois, tendo compartilhado um poderoso testemunho do Senhor Jesus Cristo:</p>
<blockquote><p>“Falando de Jesus Cristo, Eu testifico que Ele é o Filho do Deus Vivo e foi crucificado pelos pecados do mundo. Ele é o nosso Senhor, nosso Deus e nosso Rei. Eu sei estas coisas por mim mesmo, independente de qualquer outra pessoa. Eu sou uma de Suas testemunhas, e logo sentirei as marcas dos cravos em Suas mãos e em Seus pés, e molharei Seus pés com minhas lagrimas. Mas nesse momento não saberei melhor do que já sei agora que Ele é o Filho Onipotente de Deus, que Ele é nosso Salvador e Redentor e que a salvação vem por meio de Seu sangue expiatório e de nenhuma outra forma”.</p></blockquote>
<p>O hino ressalta a fundamental crença Mórmon em Jesus Cristo – de que Ele nasceu de Maria e Deus, que enquanto na terra realizou milagres; a musica testifica que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e que um dia O veremos pessoalmente.</p>
<p>Elder McConkie era determinado em continuar fazendo a obra de Deus. Ele comprou um terno e sapatos novos e a cada manhã depois que sua esposa fazia a cama ele se deitava sobre ela, totalmente vestido.  Esta era a maneira pela qual ele demonstrava ao Senhor de que estava preparado para trabalhar, não importando o quanto estava sofrendo. Finalmente, ele recebeu uma benção do sacerdócio pela imposição das mãos na qual lhe foi dito que ele continuaria trabalhando na obra do Senhor depois de sua morte e que não deveria lutar contra a vontade de Deus. Ele aceitou o mandamento e começou a usar pijamas. Mostrando sua disposição de fazer aquilo que Deus desejava que fizesse, não importando se seria nesta vida ou na próxima. Ele morreu cinco dias depois e seu ultimo testemunho e seu hino permaneceram como uma lembrança de sua poderosa fé. Escute abaixo o Coro do Tabernáculo Mórmon cantando este belíssimo hino de fé ao Senhor Jesus Cristo.</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/20UoMqdDPCU?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/1028/hinos-mormons-creio-em-cristo/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Joseph Knight Sênior</title>
		<link>http://historiamormon.org/1022/joseph-knight-senior?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=joseph-knight-senior</link>
		<comments>http://historiamormon.org/1022/joseph-knight-senior#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 Dec 2012 19:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/historiamormon-org/?p=1022</guid>
		<description><![CDATA[Joseph Knight Sênior nasceu em Massachusetts em 1772. Ele era conhecido como um homem sério e trabalhador que era muito respeitado por seus vizinhos. Ele possuía uma fazenda e tinha sucesso suficiente para cuidar de sua família e ajudar outras pessoas, mas não era rico. Em 1827, José Smith foi contratado para trabalhar com o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/1022/joseph-knight-senior" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/12/Joseph-Knigth-Senior-Mórmon.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-1023" title="Joseph-Knigth-Senior-Mórmon" src="http://historiamormon.org/files/2012/12/Joseph-Knigth-Senior-Mórmon.gif" alt="" width="291" height="329" /></a>Joseph Knight Sênior nasceu em Massachusetts em 1772. Ele era conhecido como um homem sério e trabalhador que era muito respeitado por seus vizinhos. Ele possuía uma fazenda e tinha sucesso suficiente para cuidar de sua família e ajudar outras pessoas, mas não era rico.</p>
<p>Em 1827, José Smith foi contratado para trabalhar com o sócio de Knight, Josiah Stowell, pouco antes do jovem profeta se tornar o primeiro líder de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cujos membros são apelidados de Mórmons. Stowell acreditava que havia uma mina enterrada próxima a sua propriedade e contratou José Smith para cavar até encontrá-la. José Smith seguiu as instruções, mas, eventualmente, Stowell se convenceu que aquilo era perda de tempo. José Smith continuou a ter conexões com ambos os homens e posteriormente foi contratado por Knight.</p>
<p>Joseph Knight e sua família desenvolveram um forte laço com o jovem de 21 anos, que tinha aproximadamente a mesma idade de um dos filhos de Joseph Knight e logo José Smith estava confidenciando com Knight sobre o trabalho para o qual havia sido chamado por Deus para fazer. Knight disse a seu filhos que José Smith era honesto e trabalhador, o melhor funcionário que já havia contratado.. Knight e seu filho homônimo acreditaram no que José Smith havia lhes falado; os filhos mais velhos inicialmente não aceitaram, embora gostassem de José Smith. Newell descreveu o jovem profeta como um homem gentil.</p>
<p>José Smith havia visto as placas nas quais o Livro de Mórmon havia sido escrito, mas havia sido proibido de pegá-las até que estivesse digno e preparado. Quando chegou a época, Joseph Knight Sênior veio para sua casa com uma carruagem e cavalo e ficou lá por vários dias. Foi esta carruagem que José Smith e sua esposa, Emma, usaram para ir pegar as placas. No caminho de volta com elas, eles foram atacados, no entanto, quem os estava atacando não conseguiram obter as placas. Quando voltaram para casa e relataram o evento, Joseph Knight e outro homem que também estava ficando na casa de José Smith, saíram na tentativa de encontrar os homens.</p>
<p>Quando as placas estavam em segurança com José Smith, foi iniciado o trabalho de tradução. Joseph Knight estava interessado no trabalho e frequentemente enviava provisões para a casa de José Smith, possibilitando o trabalho contínuo sem a necessidade de passar muitas horas todo dia trabalhando para obter o sustento.</p>
<p>Joseph Knight e sua família aceitaram a doutrina Universal, mas decidiram não filiar a igreja.  Os universais acreditavam que todos iam, mais cedo ou mais tarde, para o Céu. Apesar de não ser Mórmon, ele foi o tema de várias revelações, que eram mais frequentes no início da Igreja. Em uma ele é assegurado que todos que desejam ser chamados para servir a Deus, são chamados. Em outra, ele é encorajado a fazer orações em voz alta, além das suas orações silenciosas. Em uma terceira revelação, Deus o admoesta a se unir a igreja, já que ele tinha o testemunho dela. Knight assim o fez e, logo após a primeira conferência, ele e sua esposa foram batizados. Knight havia pensando em ser batizado no dia que viu José Smith batizar seu próprio pai, mas queria esperar até ter lido o Livro de Mórmon. Posteriormente, ele desejou ter sido batizado naquele primeiro dia, mas ele era o tipo de homem que tomava decisões cautelosamente.</p>
<blockquote><p>O batismo foi um desafio. No dia anterior eles haviam represado o rio, mas as turbas destruíram o que haviam feito durante a noite. O pequeno grupo de membros da igreja reconstruiu-no e realizaram o batismo, enquanto enfrentavam a zombaria das turbas. A turba, não conseguindo evitar os batismos, conseguiu que José Smith fosse preso por desordem antes que pudesse realizar as confirmações. As turbas prosseguiram, então, para a casa de Knight, onde destruíram carroções, empilharam trilhos contra as portas e causaram outras destruições. Quando José Smith foi inocentado das acusações visivelmente inventadas, eles o prenderam duas outras vezes e, todas às vezes, ele foi solto, parcialmente por causa do testemunho de Knight em cada julgamento. Finalmente José Smith estava livre para voltar para casa e realizar as confirmações.</p></blockquote>
<p>As perseguições contra Joseph Knight e sua família se intensificaram e, eventualmente, foram forçados a fugir de sua casa, no meio da noite. A família começou uma série de migrações, forçados pela violência das turbas. Sua esposa morreu durante uma migração, a primeira pessoa a morrer no Missouri. Sua morte deveu-se a doença que foi intensificada pela constante perseguição, mas muitas outras mortes aconteceram devido a ataques violentos contra os Santos. Seu marido observou que ela se recusava a morrer até chegarem ao Missouri, a qual acreditava que seria Sião.</p>
<p>José Smith sempre considerou Joseph Knight um bom amigo, um dos primeiros a se voluntariar seus esforços em benefício da restauração do Evangelho de Jesus Cristo. Ele escreveu o seguinte sobre Joseph Knight Sênior:</p>
<p>“[Ele] esteve entre os primeiros a me ajudarem com minhas necessidades. … por quinze anos, ele tem sido verdadeiro e fiel, justo e exemplar, virtuoso e bondoso, nunca se desviando para a direita ou para a esquerda. Portanto, ele é um homem justo, que o Deus Todo-Poderoso possa prolongar os dias desse homem idoso; e que seu tremor, tortura e corpo quebrado possam ser renovados… e será dito dele, pelos filhos de Sião, enquanto houver um vivo, que este homem foi um homem fiel em Israel.”</p>
<p>Knight morreu em Iowa, outra parada na busca da liberdade religiosa, em 1847.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><a href="http://cedarfort.com/#{selector%3A%22.ldsba-body%22%2Cmodule%3A%22/ldsba/productDetail.module%22%2Cparameters%3A{product%3A%22427%22}}">Every Person in the Doctrine and Covenants</a> (Todas as Pessoas em Doutrina e Convênios, disponível apenas em inglês) por Lynn F. Price, Cedar Fort, 2007</p>
<p><a href="http://www.lds.org/ensign/1978/10/the-joseph-knight-family?lang=eng&amp;query=%22joseph+knight%22">The Joseph Knight Family</a> (A Família de Joseph Knight, disponível apenas em inglês), Larry Porter, Ensign, outubro de 1978.</p>
<p>Conheça mais sobre os Mórmons, acesse <a href="http://www.mormon.org.br">www.mormon.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/1022/joseph-knight-senior/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Milagre Missionário Mórmon em Jerusalém</title>
		<link>http://historiamormon.org/1017/milagre-missionario-mormon-em-jerusalem?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=milagre-missionario-mormon-em-jerusalem</link>
		<comments>http://historiamormon.org/1017/milagre-missionario-mormon-em-jerusalem#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 15:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho missionário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/historiamormon-org/?p=1017</guid>
		<description><![CDATA[Nos anos setenta a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, seus membros são frequentemente chamados de Mórmons, desejava construir um centro em Jerusalém onde os estudantes das escolas e universidades da Igreja poderiam estudar. Entretanto, foi extremamente difícil obter o terreno e a permissão para construí-lo a menos que a igreja fizesse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/1017/milagre-missionario-mormon-em-jerusalem" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p>Nos anos setenta a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, seus membros são frequentemente chamados de Mórmons, desejava construir um centro em Jerusalém onde os estudantes das escolas e universidades da Igreja poderiam estudar. Entretanto, foi extremamente difícil obter o terreno e a permissão para construí-lo a menos que a igreja fizesse parte das cinco denominações especiais que haviam reconhecimento oficial. A Igreja Católica Romana, A Igreja Ortodoxa Grega, Armani Baha’i e a Igreja Anglicana já estavam estabelecidas no local antes da criação do estado de Israel. Eles desejavam que a Igreja provasse que também já existia oficialmente no território antes de 1948.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/12/Jerusalem-Templo-Mormon.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1018" title="Jerusalem-Templo-Mormon" src="http://historiamormon.org/files/2012/12/Jerusalem-Templo-Mormon-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A situação parecia sem esperança. Havia existido uma casa da missão (o quartel general de uma área missionaria) em Haifa antes de 1948, mas eles não podiam encontrar nenhum documento que provasse que a Igreja já havia se estabelecido naquele local. Até que então dois túmulos foram encontrados. Os túmulos pertenciam a John  A. Clarck de Utah e a Adolf Haag da Alemanha. Ambas as tumbas indicavam de eles haviam sidos missionários para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, atestando assim a presença em Israel na época necessária.</p>
<p>Elder Haag serviu em Haifa em 1892. Ele morreu de tifo e foi enterrado em Haifa na Palestina que agora é território israelense. Elder Clark morreu de varíola em 1895 e foi enterrado no mesmo cemitério.</p>
<p>Elder Clark era um professor quando decidiu servir uma missão. Quando ele recebeu seu chamado dizendo que serviria na Palestina, seus pais pediram-lhe que não fosse porque tinham medo que ele não retornasse, mas ele insistiu. Ele começou sua missão e escreveu que aprendeu a linguagem com muita facilidade e nunca mais falou inglês, exceto consigo mesmo. Ele contraiu varíola enquanto visitava um lar onde todos estavam doentes, vindo a falecer alguns dias depois.</p>
<p>Embora ambos os homens tivessem dado suas vidas servindo a Deus, suas mortes mudariam a historia quase cem anos depois. Suas sepulturas provaram que a Igreja estava estabelecida na região antes da formação do estado de Israel.</p>
<p>Hoje, o centro enriquece o processo formativo de muitos estudantes. Se chama Centro de Jerusalém da BYU para Estudos do Oriente Médio, os estudantes geralmente vivem ali por seis meses, estudando sobre o Oriente. Seus currículos incluem o Hebraico, Árabe, e a vida de Jesus Cristo e o trabalho dos Apóstolos. O centro esta localizado no Monte Scopus da onde se pode ver o Monte das Oliveiras. O centro também desempenha o papel de auxiliar os pesquisadores e os Mórmons da área. Todos os que participam no centro assinam um compromisso de não fazer trabalho missionário. O centro foi aberto em 1987, e o governo local atesta que não ha indícios que ninguém tenha sido convertido durante os anos de atividade do centro em Jerusalém.</p>
<p>Este artigo foi escrito por Terrie Lynn Bittner</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/1017/milagre-missionario-mormon-em-jerusalem/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sidney Rigdon</title>
		<link>http://historiamormon.org/1012/sidney-rigdon?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sidney-rigdon</link>
		<comments>http://historiamormon.org/1012/sidney-rigdon#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2012 05:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/historiamormon-org/?p=1012</guid>
		<description><![CDATA[Por Terrie Sidney Rigdon foi um líder nos primeiros anos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada erroneamente de Igreja Mórmon). Ele nasceu em 1793, na Pensilvânia. Quando tinha dezessete anos, seu pai faleceu. Sua mãe faleceu quando ele tinha vinte e seis anos, mas um ano antes deste [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/1012/sidney-rigdon" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p>Por Terrie</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/10/Sideny-Rigdon-Mormon.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1013" title="Sideny-Rigdon-Mormon" src="http://historiamormon.org/files/2012/10/Sideny-Rigdon-Mormon-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>Sidney Rigdon foi um líder nos primeiros anos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada erroneamente de Igreja Mórmon). Ele nasceu em 1793, na Pensilvânia. Quando tinha dezessete anos, seu pai faleceu. Sua mãe faleceu quando ele tinha vinte e seis anos, mas um ano antes deste acontecimento, ele havia se tornado membro da Igreja Batista e saiu de casa para ser um pregador. Seis anos depois, em 1824, Sidney Rigdon, Alexander Campbell e Walter Scott abandonaram a igreja Batista devido a desentendimento sobre o que acontecia com crianças que morriam sem o batismo e então começaram a se reunir para discutir religião. Eles eram conhecidos como Campbellitas, embora se chamassem de Discípulos. Sidney Rigdon continuou a trabalhar como pregador, mas focava em fé, arrependimento, batismo e Espírito Santo, ao invés de promover a doutrina de uma religião específica.</p>
<p>Em 1830, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias foi organizada e seus membros ficaram conhecidos como &#8220;Mórmons&#8221;. Um líder Mórmon, Parley P. Pratt havia conhecido Rigdon previamente, porque Pratt havia sido um missionário para os Campbellitas no passado. Durante uma viagem missionária aos Nativos Americanos, Pratt e seus companheiro se reuniram com Sidney Rigdon e receberam permissão para deixar um sermão na igreja de Rigdon. O sermão teve um forte impacto no pregador e Rigdon e sua esposa começaram a orar para saber se os Mórmons tinham ou não a verdade. Eles também começaram a estudar a nova religião. Duas semanas após o sermão, os Rigdons se batizaram com mais de 100 membros da congregação de Rigdon. O grupo formou uma nova congregação Mórmon e Rigdon foi logo chamado ao ministério.</p>
<p>Em dezembro daquele ano, Sidney Rigdon recebeu o mandamento, por revelação, de se tornar o escrevente de José Smith, que tinha pouca educação formal e usava escreventes nas traduções do manuscrito. Ele trabalhou com José na tradução da Bíblia que nunca chegou a ser concluída, devido ao assassinato de José Smith.</p>
<p>Sidney Rigdon estava entre o primeiro grupo de homens a ser ordenado sumo sacerdote, que fez deles sacerdotes não remunerados, que não correspondia com a visão moderna de ministros profissionais. Ele serviu várias missões para a igreja, sendo chamado a pregar aos Quakers e na estrada para várias conferências da igreja. Ele também fez várias viagens para conter informações falsas que estavam sendo distribuídas por Ezra Booth, um ex-membro da igreja. Booth estava zangado porque a igreja, que era nova e não tinha muito dinheiro, não tinha pagado por sua missão e porque não experimentou milagres contínuos, que ele acreditava ser um aspecto requerido para a verdadeira igreja. Ele estava zangado por José Smith brincar com crianças (ele acreditava que esse comportamento não era apropriado para um profeta de Deus) e por seu trabalho missionário não resultar em uma profecia que pensava que seria aplicada para ele. Eventualmente, ele começou a escrever cartas para um jornal que continua informações incorretas e falsas. Estas cartas levaram à perseguição e até mesmo à morte de alguns Santos dos Últimos Dias (Mórmons).</p>
<p>José Smith e Sidney Rigdon tiveram uma visão que continha elementos importantes da crença Mórmon. Essa visão os ensinou acerca do Plano de Salvação, da ressurreição dos mortos e da estrutura dos Céus. Eles também viram Jesus Cristo e Deus.</p>
<p>Em março daquele mesmo ano, Sidney Rigdon e José Smith foram arrastado de seus lares por turbas, deixando Sidney Rigdon delirante por vários dias e resultando na morte de um dos filhos de José Smith, que fiou exposto ao frio quando José foi levado.</p>
<p>Sidney Rigdon se tornou o Primeiro Conselheiro do profeta. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é organizada com um profeta, que também é o presidente, servindo sob direção de Jesus Cristo, como representante do Senhor na Terra, assim como nos tempos antigos. O profeta é auxiliado por dois conselheiros e os três são chamados de Primeira Presidência. Eles lideram a igreja, auxiliados pelos 12 apóstolos. Quando o profeta morre, a Primeira Presidência dissolve e o membro mais antigo dos doze apóstolos é apoiado como o novo presidente e então, ele chama seus próprios conselheiros.</p>
<p>Entretanto, Rigdon aparentemente tinha problemas mantendo seu papel como conselheiro. Ele havia sido, no passado, várias vezes, castigado por seu comportamento e atenção a seu chamado. Após a viagem missionária com o profeta, José Smith disse que Sidney Rigdon tinha tendência ao egoísmo, o que diminuía sua eficiência como líder.</p>
<p>Em 1834, Rigdon se tornou o reitor e condutor da escola que a igreja estava cuidando durante o inverno. Em 1838 ele e José Smith foram forçados a fugir de Kirtland, Ohio, onde os Mórmons estavam vivendo e se mudaram para o Missouri.</p>
<p>Durante esta época, José parecia ter ficado bastante quieto, com Rigdon proferindo a maioria dos sermões e outros falando sobre mais liderança — liderança que estava mais militante que o próprio estilo de José Smith.</p>
<p>No Missouri, José Smith recebeu uma revelação de começar a construir um templo, mas para evitar qualquer dívida para o projeto. Uma pedra fundamental foi posta para o templo e Sidney Rigdon foi o orador. Infelizmente, ele fez um discurso tão cheio de fúria contra os anti-Mórmons que as pessoas que não eram Mórmons ficaram furiosas.</p>
<p>Os ânimos foram alterados ao ponto de turbas ameaçarem os Santos e as negociações entre o coronel governante e as turbas levaram José Smith, Sidney Rigdon e outros líderes a serem entregues às turbas para evitar a violência contra os Santos. Sidney Rigdon ficou de novembro a fevereiro na cadeia para satisfazer a turba. Ele estava furioso com o governo quando foi solto e queria justiça contra sua prisão ilegal. Em Illinois, ele elaborou um plano para destituir o Missouri por violação contra a liberdade de religião e conseguiu o apoio de dois governadores — os de Illinois e Iowa. Entretanto, o plano não foi levado adiante. José Smith, com outros, fizeram um apelo ao governo federal para reconhecer o abuso realizado contra eles e designaram Rigdon para entregar a carta. Entretanto, Rigdon estava perdendo o interesse no projeto e não foi. Eventualmente, foi pedido novamente a ele para ir e dois outros homens o acompanharam. Ele adoeceu na jornada e não pôde completá-la.</p>
<p>Por volta de 1834, o entusiasmo de Sidney Rigdon pela igreja e seus desafios estava esvaecendo. Na Conferência Geral seguinte, José Smith expressou uma preferência pela desobrigação de Rigdon, mas o irmão de José, Hyrum, sempre o pacificador otimista, falou em favor de Rigdon e José concordou em mantê-lo como Primeiro Conselheiro.</p>
<p>À medida que as perseguições contra os Santos aumentavam e o governo federal se recusava a proteger seus direitos constitucionais da prática de livre religião, José Smith começou a considerar uma candidatura para presidente. Ele sabia que aqueles que as pessoas que estavam votando nele, talvez estivessem jogando seus votos foras, mas ele não queria votar em alguém que intensificasse as perseguições contra os Santos. Embora fosse apenas um gesto, ele recebeu a nomeação para candidato a presidência, com Sidney Rigdon como seu vice-presidente. Quer ele tenha pensado ou não que pudesse vencer, ele viu isso como uma oportunidade para apresentar o assunto de liberdade religiosa para o público. Sua plataforma não se enquadrava em nenhum dos dois partidos (Republicanos e Democratas), fazendo com que fosse um candidato independente. Ele também tinha um programa político antiescravidão, o que aumentou a perseguição pelas pessoas que eram a favor da escravidão, mas ele estava sempre apoiando a liberdade e educação dos escravos, dizendo que ao fazê-lo eles seriam iguais às pessoas brancas.</p>
<p>Logo após ter sido nomeado como vice-presidente, Rigdon foi para Pittsburgh, Pensilvânia, e estava lá quando José Smith foi assassinado. Na época, como não havia nenhum plano de sucessão definido, muitas pessoas tentaram tomar para si o papel de profeta e presidente, incluindo Rigdon. Como Primeiro Conselheiro, ele anunciou em uma reunião que agora ele era o Guardião da Igreja, já que José Smith havia sido morto. Entretanto, naquela tarde outra reunião foi realizada. Quando Brigham Young se levantou e começou a falar, as pessoas viram o rosto e ouviram a voz de José Smith, transpondo a de Young. Essa transfiguração confirmou aos membros da igreja que Deus havia escolhido Brigham Young, que era o presidente dos apóstolos. Atualmente, o membro mais antigo dos apóstolos se torna o novo presidente da igreja quando o presidente morre.</p>
<p>No entanto, muitos se recusaram a aceitar a decisão que as pessoas fizeram de seguir o que acreditavam ser a vontade de Deus. Rigdon ficou furioso e se recusou a apoiar o apóstolo, o que o levou à excomunhão. Ele então disse que estava faltando o Espírito na igreja fazia muito tempo. Ele voltou para Pittsburgh e organizou sua própria igreja, que não durou muito tempo. Ele morreu em 1876.</p>
<p>*Este artigo é adaptado de: Price, Lynn F. 1997. Todas as Pessoas em Doutrina e Convênios. Bountiful, Utah Horizon.</p>
<p>Com informação adicional de: Bushman, Richard L., and Jed Woodworth. 2005. Joseph Smith: Pedra Áspera Rolando. Nova York Alfred A. Knopf.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recursos Adicionais:</strong></p>
<p><a href="http://www.lds.org/scriptures/bofm?lang=por&amp;country=br">O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo</a></p>
<p><a href="http://profetajosephsmith.org/">José Smith, o Profeta de Deus</a></p>
<p><a href="http://mormonsacreditam.org/150/o-que-os-mormons-acreditam">O que os Mórmons acreditam?</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/1012/sidney-rigdon/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Oliver Cowdery</title>
		<link>http://historiamormon.org/1007/oliver-cowdery?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=oliver-cowdery</link>
		<comments>http://historiamormon.org/1007/oliver-cowdery#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Oct 2012 23:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pt.elds.org/historiamormon-org/?p=1007</guid>
		<description><![CDATA[Por Terrie Oliver Cowdery, nasceu no dia 3 de outubro de 1806 em Wells, Rutland County, Vermont e teve um papel importante no inicio de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de Igreja Mórmon). Ele se mudou para o oeste de Nova York junto vários de seus irmãos com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/1007/oliver-cowdery" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p><em>Por Terrie</em></p>
<p>Oliver Cowdery, nasceu no dia 3 de outubro de 1806 em Wells, Rutland County, Vermont e teve um papel importante no inicio de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (frequentemente chamada de Igreja Mórmon). Ele se mudou para o oeste de Nova York junto vários de seus irmãos com esperança de encontrar melhores oportunidades de emprego. Ele se tornou balconista de uma loja, mas também fazia trabalhos de ferreiro e agricultura.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/10/oliver-cowdery-mormon.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1008" title="oliver-cowdery-mormon" src="http://historiamormon.org/files/2012/10/oliver-cowdery-mormon-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Oliver conhecer José Smith quando seu irmão não pôde assumir o trabalho de professor escolar para o qual havia sido contratado. Ele recomendou Oliver para a vaga e ele foi contradado pelos administradores. A vaga era para uma escola próxima a casa dos Smith e o irmão de José, Hyrum, era um dos administradores e ele providenciou que Oliver ficasse na cada de seus pais.</p>
<p>José estava no processo de tradução (com a ajuda de sua esposa, Emma, e do irmão dela, que atuaram como escreventes) das placas que se tornariam o Livro de Mórmon. Entretanto, José Smith também tinha que trabalhar para sustentar sua família e seu tempo de tradução era limitado. Ele não tinha estudo suficiente para ser ele mesmo o escrevente. O irmão de Emma perdeu o interesse de ajudar porque perdeu a fé nos registros. José Smith, frustrado, orou e foi-lhe prometido que um novo escrevente seria enviado e foi-lhe dito para parar o trabalho até que isso acontecesse.</p>
<p>Oliver rapidamente ouviu sobre estas placas, mas percebeu que os Smiths não queria falar sobre elas. Eles estavam cansados de ser ridicularizados pelos vizinhos e outros que os conheciam. Eventualmente, porém, ele ganhou a confiança do pai de José Smith, José Smith Sênior, que lhe contou sobre as placas. Oliver ficou intrigado e começou a orar em particular sobre elas. Ele sentiu a impressão que tinha um papel importante na preparação do livro. Ele também sentiu impressionado a ir encontrar com José Smith depois que as aulas na escola terminassem e fez planos para viajar com o irmão de José, Samuel. Ele estava determinado a fazer o que quer que Deus lhe pedisse nesse assunto.</p>
<p>Durante a jornada, eles pararam para visitar o amigo de Oliver Cowdery, David Whitmer. David ficou curioso e pediu a Oliver que lhe escrevesse acerca de suas impressões sobre José Smith e este registro antigo. Este relacionamento teve um impacto profundo no futuro da Igreja.</p>
<p>Assim que se encontrou com Oliver Cowdery, José sentiu que ele era o escrevente que o Senhor lhe havia prometido. Eles conversaram pelo resto do dia e então, após concluir alguns negócios na terça, começaram a trabalhar na tradução no dia seguinte.</p>
<p>O trabalho foi incrivelmente rápido, com 500 páginas traduzidas em apenas três meses. Durante este tempo, Oliver recebeu várias revelações através de José Smith, lembrando-o que ele estava porque havia orado para saber o que fazer e havia aceitado os sussurros do Espírito. Após receber aquela revelação, Oliver contou a José sobre a noite que ele havia orado concernente às placas e se José Smith era ou não um profeta.</p>
<p>Oliver queria muito poder traduzir também. Deus deu-lhe permissão e Oliver foi autorizado a ver as placas. Ele se esforçou para traduzir, mas não obteve sucesso e Deus revogou a permissão para traduzir. Entretanto, Deus lhe explicou o que ele havia feito de errado. Ele havia presumido que poderia meramente sentar e que as palavras viriam a ele, mas na verdade ele esperava que ele estudasse e então perguntasse a Deus se suas decisões eram as corretas. Se estivessem corretas, ele sentiria um ardor no seu peito, mas não sentiria esse ardor se houvesse traduzido incorretamente. Apesar de perder o poder de traduzir, Oliver Cowdery continuou como escrevente de José Smith.</p>
<p>No dia 15 de maio de 1829, Oliver foi testemunha na participação de uma visão poderosa. José Smith e ele haviam encontrado o ensinamento do Salvador sobre o batismo no Livro de Mórmon. Reconhecendo que o batismo é essencial para a salvação, eles ponderaram como Deus queria que o batismo fosse realizado. Eles decidiram orar sobre isso em um bosque nas margens do Rio Susquehanna, próximo a seu lar na Pensilvânia. Desde evento, Oliver escreveu:</p>
<blockquote><p>&#8220;De repente, como que do meio da eternidade, a voz do Redentor falou paz conosco, enquanto o véu se abriu e o anjo de Deus veio, vestido de glória e nos deixou a mensagem que tanto ansiávamos e as chaves do evangelho do arrependimento! — Que alegria! Que maravilha! Que assombro! Enquanto o mundo estava atormentado e confuso… nossos olhos viram — nossos ouvidos ouviram.”</p></blockquote>
<p>O anjo era João Batista. João lhes disse que estava agindo sob a autoridade de Pedro, Tiago e João. Para batizar, eles precisaram do Sacerdócio Aarônico — o sacerdócio descrito no Velho Testamento. Havia um nível adicional do sacerdócio, mas eles não o receberiam naquele momento.</p>
<p>O batismo deve ser realizado pelos vivos, então João os instruiu a batizar um ao outro. José, como o profeta, foi o primeiro a batizar Oliver e então Oliver pôde batizá-lo. Tanto Oliver quanto José se encheram com o espírito de profecia quando saíram da água, embora não tenham relatado suas profecias devido à perseguição que estava se tornando cada vez mais difícil de controlar.</p>
<p>O Sacerdócio de Melquisedeque e o apostolado foram dados a eles perto do fim do mês e foi dado por Pedro, Tiago e João. Isso lhes deu a autoridade de organizar a igreja e de realizar a obra de Deus na Terra.</p>
<p>Eventualmente, eles se mudaram para a casa de David Whitmer em Fayette para trabalhar na tradução do Livro de Mórmon com mais segurança. Emma ficou onde estavam para poder cuidar da casa. Durante esta época, eles traduziram o trecho do Livro de Mórmon que falava da necessidade de testemunhas. Oliver Cowdery, David Whitmer e Martin Harris pediram a José Smith para orar e pedir para serem as testemunhas e Deus aprovou. Foi-lhes permitido ver não apenas as placas, mas uma grande quantidade de artefatos citados no Livro de Mórmon. Entretanto, depois de algum tempo lendo os manuscritos e orando, Joseph recebeu a revelação que Martin Harris precisava se arrepender para ser digno de participar desse acontecimento.</p>
<p>Os homens foram para um bosque e oraram pelo evento prometido. Após duas tentativas não respondidas, Harris recebeu uma revelação pessoal que ele era a razão pelo qual não estavam recebendo suas respostas. Ele se afastou do grupo e começou a orar em particular.</p>
<p>Os outros três homens começaram a orar novamente e Morôni apareceu para eles. Morôni era um anjo, mas durante sua vida na Terra ele foi o último profeta a escrever nos registros que José Smith estava traduzindo e foi ele quem os escondeu para que pudesse ser revelado nos dias modernos. Ele também foi o ser que preparou José Smith para se tornar o profeta e quem o guiou até o local onde as placas estavam escondidas. Morôni mostrou aos homens as placas e testificou sobre elas, instruindo-os a compartilhar seus próprios testemunhos. José Smith foi então onde estava Martin Harris e ouro com ele para que ele também pudesse ver as placas.</p>
<p>Oliver era o responsável por ajudar a supervisionar a impressão do Livro de Mórmon enquanto José Smith voltava para casa para cuidar de sua família por um tempo. Ele aprendeu sobre o negócio de impressão enquanto supervisionava e acabou imprimindo muito do livro ele mesmo.</p>
<p>Oliver Cowdery estava entre os seis homens convidados para organizar oficialmente A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no dia 6 de abril de 1830 — o número mínimo de pessoas exigidas pelo estado para organizar uma sociedade religiosa. Logo após essa data, no dia 11 de abril, Oliver Cowdery deu seu primeiro sermão público sobre a nova igreja, um evento que levou várias pessoas ao batismo.</p>
<p>Em 1829 José e Oliver haviam recebido a autoridade do apostolado e mais tarde naquele ano, Oliver Cowdery e David Whitmer receberam um mandamento, através de uma revelação, de chamar os doze apóstolos. Martin Harris eventualmente recebeu uma revelação para ajudá-los, para que as três testemunhas chamasse os apóstolos. Foi realizada uma conferência e os apóstolos foram apresentados. Normalmente, a senioridade do apostolado é determinada pelo tempo em que a pessoa está servindo naquela posição, mas no caso, os doze haviam sido chamados ao mesmo tempo e a senioridade foi definida pela idade dos apóstolos.</p>
<p>Em 1834, Oliver Cowdery foi chamado para ser o Presidente Assistente da Igreja. Como segundo em autoridade, era requerido dele ser uma testemunha todas as vezes que o profeta recebia novas chaves de autoridade de Deus. Ele serviu como segunda testemunha da restauração do evangelho e da veracidade da igreja.</p>
<p>Infelizmente, em 1838, ele perdeu sua posição devido a apostasia e foi excomungado. Apesar de deixar a igreja, ele recusou a negar seu testemunho de ter visto as placas e Morôni, mesmo quando pressionado a fazê-lo.</p>
<p>&#8220;Ele foi acusado pelo sumo conselho por perseguir os líderes da Igreja com ações vexatórias, tentando destruir o caráter de José Smith, não respeitando a autoridade eclesiástica em assuntos temporais, vendendo terrenos no Condado de Jackson e deixando seu chamado como Presidente Assistente da Igreja e voltando para a prática da Lei. Oliver recusou a aparecer diante do conselho, mas respondeu por carta. Ele negou o direito da Igreja de ditar como ele deveria conduzir sua vida e pediu que fosse tirado seu nome como membro da Igreja. O sumo conselho o excomungou no dia 12 de abril de 1838. Ele passou uma década fora da Igreja, mas depois, humildemente, se submeteu ao rebatismo em outubro de 1848, em Kanesville, Iowa&#8221; (História da Igreja na Plenitude dos Tempos, capítulo 15).</p>
<p>Oliver Cowdery foi rebatizado e foi um membro fiel até sua morte em 1850. Sua história é uma história de fé, arrependimento, humildade e perdão. Ele sacrificou muito para ajudar a construir o Reino de Deus e embora tenha se afastado por um tempo, ele voltou a ser um membro fiel da Igreja.</p>
<p><strong>Recursos Adicionais:</strong></p>
<p><a href="http://profetajosephsmith.org/">José Smith</a></p>
<p><a href="http://www.lds.org/scriptures/bofm?lang=por&amp;country=br">O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo</a></p>
<p><a href="http://historiamormon.org/">História Mórmon</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/1007/oliver-cowdery/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Papiros Egípcios e o Livro de Abraão</title>
		<link>http://historiamormon.org/992/papiros-egipcios-e-o-livro-de-abraao?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=papiros-egipcios-e-o-livro-de-abraao</link>
		<comments>http://historiamormon.org/992/papiros-egipcios-e-o-livro-de-abraao#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 18:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papiros Egípcios]]></category>
		<category><![CDATA[Tópicos Especiais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://historiamormon-org.pt.elds.org/?p=992</guid>
		<description><![CDATA[Kerry Muhlestein é um professor associado de escrituras antigas da BYU. Muitos críticos tem afirmado que a tradução de Joseph Smith dos papiros Egípcios e sua interpretação dos desenhos Egípcios não estão de acordo com o que a Egiptologia diria destas coisas. Tais críticos então questionam sua habilidade de traduzir registros antigos. Um exame mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/992/papiros-egipcios-e-o-livro-de-abraao" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p><em>Kerry Muhlestein é um professor associado de escrituras antigas da BYU</em>.</p>
<p>Muitos críticos tem afirmado que a tradução de Joseph Smith dos papiros Egípcios e sua interpretação dos desenhos Egípcios não estão de acordo com o que a Egiptologia diria destas coisas. Tais críticos então questionam sua habilidade de traduzir registros antigos. Um exame mais cuidadoso revela que estas afirmações são baseadas em falsas suposições e má informações. Pesquisas sólidas dão suporte às afirmações de Joseph Smith.</p>
<p>Quando eu decidi fazer um doutorado em Egiptologia na UCLA, eu não pretendia estudar ou explicar assuntos referentes ao Livro de Abraão. Eu estava ciente das diversas controvérsias, mas não as achava convincente ou interessante na época. Eu estava terminando o meu mestrado em Hebreu bíblico e estava mais intrigado com o Êxodo e suas conexões Egípcias. Eu também estava fascinado com os assuntos Egiptólogos em si. Assim eu comecei meu programa de PhD sem qualquer plano de despender tempo em qualquer coisa que fosse associado ao Livro de Abraão.</p>
<p>Durante meu trabalho de doutorado, ao ensinar nas classes do instituto sobre a Pérola de Grande Valor, descobri que a mensagem do Livro de Abraão era cada vez mais poderosa e gravitacional. Eu não conseguia escapar do sentimento que eu estava apenas arranhando a superfície, e que havia muito mais coisa que eu não estava entendendo. Quanto mais compreendia as mensagens do Livro de Abraão, maior era este sentimento. Além disto, alguns anos depois, começaram a aparecer várias publicações feita por outros estudiosos sobre o tema que havia escolhido para minha tese; ele não parecia mais um foco viável para uma pesquisa original. Enquanto eu tentava decidir sobre outro tema para minha tese, vários eventos salientaram a necessidade de pesquisar alguns aspectos associados com o Livro de Abraão. Um grande número destes eventos revelaram que alguns Egiptólogos tinham sentimentos profundos contra qualquer assunto associado com aquele livro maravilhoso.</p>
<p>Em algum nível, eu posso entender os sentimentos negativos mantidos por alguns colegas. Os egiptólogos são bombardeados constantemente com ideias descabidas sobre como interpretar aspectos de símbolos e crenças egípcias. Isto foi uma grande verdade principalmente nos séculos XVIII e XIX, período em que houve um interesse renovado no Egito, mas uma ausência de habilidade acadêmica para levar ao conhecimento adequado da cultura do antigo Egito. Eu acredito que este fervor de interessa foi pelo menos parcialmente inspirado pelo Senhor. Ele resultou da chegada súbita de múmias e papiros nos Estados Unidos &#8211; algum dos quais continham o Livro de Abraão e acabaram nas mãos de Joseph Smith. Muitos estudiosos veem Joseph Smith como meramente uma parte desta fascinação dos americanos do século XIX com o Egito. Essa percepção leva a um foco particular do uso de Joseph Smith dos papiros egípcios.</p>
<p>Para entender melhor esta percepção, precisamos perceber que exceto Joseph Smith, nenhum daqueles que afirmaram estar interpretando artefatos  egípcios durante aquele período esteve sequer próximo de estar correto em suas conclusões. Se alguns dos religiosos contemporâneos de Joseph Smith, tais como Ann Lee, George Fox ou Alexander Campbell, afirmassem ter traduzidos papiros egípcios, eu não estaria inclinado a dar o mínima de crédito a suas afirmações. Os egiptólogos estão acostumados com esse tipo de declaração, mas há uma diferença significante entre as afirmações de Joseph Smith e de outros de sua época &#8211; Joseph ainda tem milhões de seguidores que aceitam a sua interpretação como certa. Nenhum dos outros tem seguidores modernos que acreditam em suas ideias. Porque sem a ajuda de Deus ninguém na época e lugar de Joseph poderiam traduzir egípcio, alguns de meus colegas estão maravilhados que alguém continue a acreditar que Joseph Smith o pudesse. Eles são unidos, e até mesmo estimulados, por pessoas de outras religiões que estão inclinados a desacreditar o Profeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_993" class="wp-caption aligncenter" style="width: 313px"><a href="http://historiamormon.org/files/2012/04/Fac-símile-1.gif"><img class="size-full wp-image-993" title="Fac-símile 1" src="http://historiamormon.org/files/2012/04/Fac-símile-1.gif" alt="" width="303" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fac-símile 1</p></div>
<p>Durante este mesmo período que eu estava sendo exposto a este rancor, eu também encontrei um grande número de pessoas boas que se tornaram cegas por aqueles com tal vitríolo. Existem muitas pessoas honestas buscando a verdade, tanto dentro quanto fora da Igreja, que não sabem o que fazer com as afirmações dos críticos anti-Mórmons sobre o Livro de Abraão. Eu percebi que muitos membros da Igreja que tem dificuldade com este assuntos referente ao Livro de Abraão não são necessariamente pessoas buscando desculpas para deixar a Igreja. Muitos simplesmente encontraram argumentos bem escritos (mas não necessariamente bem documentado ou bem pesquisado) conta o Livro de Abraão e não sabem como responder as perguntas colocadas nestes argumentos. Eles, assim como Joseph Smith antes deles, não sabiam como responder as guerras de palavras ao seu redor, mas ainda procuram honestamente pela verdade.</p>
<p>Nesta mesma época, eu comecei a corresponder  com alguns de meus irmãos Cristãos que estavam escrevendo publicações conta o Livro de Abraão. Eu descobri que a maioria deles tinham boa intenções e estavam simplesmente tentando fazer o que lhes parecia correto. Eu acho que poucas pessoas estão cientes de que as coisas que escrevem sobre o Livro de Abraão são baseado em informações incorretas e má suposições. Eles são enganados pelos erros, mentiras, e lixos colocados por alguns,  e acabam passando informações erradas inadvertidamente sem realmente pesquisar as fontes utilizadas. Eles fazem isso porque acreditam sinceramente nas coisas que leem, sem saber que eles também foram enganados.</p>
<p>Porque muitas pessoas acreditam nessas suposições incorretas, suas conclusões lógicas é que eles precisam ajudar outras pessoas a entender o que eles aprenderam. Esses homens e mulheres bons e anteciosos não estão geralmente consciente que eles precisam desenganar as suposições falsas e supostos fatos que eles encontraram.</p>
<p>Todos estes fatos me convenceram que havia uma necessidade real para se fazer um trabalho sério sobre o Livro de Abraão, especialmente no tangente a Egiptologia. Eu estava ciente que alguns estudiosos Santos dos Últimos Dias estavam trabalhando neste tema, mais notavelmente Michael D. Rhodes e John Gee. Mas eu também me convenci que precisava fazer algo mais.</p>
<p><strong>Sacrifício Humano no Egito e o Livro de Abraão</strong></p>
<p>Um assunto que me intrigava era baseado em intimações de alguns autores que o sacrifício humano não existia no antigo Egito. Os egiptólogos negam amplamente a existência dessa prática, algumas vezes com veemência. Eu sempre aceitei essa linha de pensamento, até um amigo Santo dos Últimos Dias em meu programa de doutorado, Val Sederholm, apontar um possível exemplo de sacrifício humano na história Egípcia. Nenhum de nós sentíamos que a prova de sacrifícios humanos era necessário para dar suporte a historia do Livro de Abraão sobre o quase sacrifício de Abraão, pois Abraão deixa claro que o sacerdote que quase o sacrificou representava uma amálgama de religiões do Oriente Médio (ver <a href="http://scriptures.lds.org/pt/abr/1">Abraão 1:7</a>). Algumas das culturas representadas certamente realizavam sacrifício humano. Ainda assim, o conceito completo de violência sagrada me fascinava, então eu determinei escrever minha tese sobre a estrutura religiosa para assassinato sancionado no antigo Egito. Eu não tinha um assunto específico, apenas queria descobrir o que aconteceu no Egito referente a este tema.</p>
<p>Por um ano e meio eu dediquei quase todo o meu tempo &#8211; às vezes quatorze horas por dia &#8211; par pesquisar e escrever sobre a violência sagrada no Egito. O que mais me surpreendeu foi o quanto a cultura Egípcia que eu estava descobrindo se encaixava bem na cultura retratada no Livro de Abraão e também como esse conhecimento me ajudou a entender várias nuances daquele livro. Aqui eu poderei apenas dar uma sinopse de meus achados.</p>
<p>Embora os egípcios <em>possam</em> ter tido algum tipo de programa regular de sacrifício humano (pequenas evidências sugerem isto, mas não há evidência conclusiva), ao mesmo tempo eles certamente <em>acreditavam</em> que haviam algumas circunstancias nas quais a única resposta apropriada era um ritual para matar alguém. O cenário mais provável para isto acontecia quando um indivíduo perturbava a ordem religiosa ou política. O Livro de Abraão indica que Abraão estava pregando contra a idolatria (um conceito que está no coração de quase todo aspecto da cultura e crença Egípcia) e isto fez com que o sacerdote local o tentasse sacrificar (ver Abraão 1:5-7). Uma grande quantidade de tradições não canônicas sobre Abraão concordam com este cenário.</p>
<p>Não só os cenários se encaixam, como eles completam um ao outro. Por exemplo, eu sempre achei curioso que a maioria das tradições não canônicas afirmassem que Abraão devia ser queimado, enquanto o Livro de Abraão fala de um altar &#8211; embora ele nunca especifica como ele seria morto no altar. O Fac-símile 1 indica uma faca sendo usada. O que eu encontrei nos poucos casos de sacrifício egípcios (humanos ou não) sobre os quais temos detalhes é que tipicamente a vítima do sacrifício era atingida com uma lâmina e então era queimada. Em retrospectiva, isto faz muito sentido. É muito mais fácil queimar alguém ou alguma coisa que já está morta. Quase todo sacrifício animal era feito desta maneira. Isto era o que provavelmente iria acontecer com Abraão também, primeiro ser atingido com uma faca enquanto estava no altar (conforme retratado no fac-símile 1) e então queimado. Assim as fontes egípcias ajudaram a compreender o sentido de vários elementos da historia de Abraão.</p>
<p>Eu descobri que realizar pesquisas Egiptólogas completas e corretas eram a chave para entender o Livro de Abraão. Quando buscamos os fatos pesquisando os materiais cuidadosamente, eles se encaixam perfeitamente com as informações recebidas de Joseph Smith. A figura que o Livro de Abraão retrata detalhes claros do grande mural da historia e prática egípcia.</p>
<p><strong>Encontrando Mais Suporte para o Livro de Abraão</strong></p>
<p>Tendo percebido que a egiptologia resolvia um problema que os críticos usavam para tentar desacreditar o Livro de Abraão, eu comecei a me perguntar o que mais minha disciplina poderia oferecer para aproximar e entender o volume sagrado. Eu também estava intrigado com as ideias antigas encontradas dentro do livro de escrituras. Ao começar a procurar em vários elementos textuais, eu não apenas encontrei respostas, mas eu descobri que outros também encontraram estas mesmas respostas. Muitos fragmentos textuais do Livro de Abraão tinham suporte histórico. Deixe-me providenciar um exemplo.</p>
<p>Abraão fala sobre um ponto particular entre Ur e Harã; embora haja algum desentendimento sobre onde Ur de Abraão realmente ficava, muitos estudiosos Santos dos Últimos Dias que consideram a evidencia fornecida no Livro de Abraão acham que a candidata mais provável está em algum lugar a leste de Harã; Abraão cita um lugar próximo chamando-as de planícies de Olisem (ver Abraão 1:10). Este é um nome que ninguém havia ouvido durante os dias de Joseph Smith, mas uma vez que o Livro de Abraão usa vários termos que ninguém havia encontrado em nenhum lugar, Olisem não se destacou a princípio. Entretanto, descobertas de textos antigos desde os dias de Joseph revelam dois textos &#8211; um de antes da época de Abraão e um relativamente contemporâneo a Abraão &#8211; citam um local próximo a Harã chamado Olisem. As chances de que Joseph Smith tivesse inventado uma terra fictícia que veio a ser precisa em nome, tempo e local são muito astronômicas até mesmo para serem consideradas. Eu não sei como este fato poderia ser interpretado como qualquer outra coisa a não ser como uma evidência de que Joseph Smith realmente estava traduzindo um documento antigo.</p>
<p>Existem várias palavras estrangeiras no Livro de Abraão que não encontramos homólogos antigos para elas &#8211; palavras como <em>kae-e-vanrash</em>, a explicação para a figura 5 no Fac-símile 2. Embora estas possam parecer evidencias contra a validade do Livro de Abraão, o caso de palavras estranhas no Livro de Abraão não é de maneira alguma incomum. Isto também é verdade para vários textos egípcios que datam da mesma época e período dos papiros; frequentemente encontramos nomes e palavras que não fazem nenhum sentido para nós. Ao mesmo tempo, uma grande quantidade de palavras do Livro de Abraão tem homólogos bastante reais que dão suporte as traduções de Joseph Smith.</p>
<p>Estas palavras, juntamente com o nome <em>Olisem</em> nos levam a conclusão que uma boa pesquisa tornam o vocabulário de um livro &#8211; antes um dos motivos para subjeção dos críticos &#8211; em uma grande força em favor do Livro de Abraão.</p>
<p>Recentemente u comecei uma outra pesquisa que trouxe mais luz no Livro de Abraão do que eu esperava. Eu estava ciente que algum trabalho havia sido feito sobre o uso de nomes bíblicos e historias em textos religiosos egípcios, os quais me interessavam, especialmente porque eu escavei no Egito, em uma área onde havia uma presença significante de Judeus e onde o Cristianismo pode ter sido divulgado com bastante antecedência. Devido ao meu desejo de entender o passado religioso cultural que possa ter levado a essa rápida conversão ao Cristianismo, e porque o Livro de Abraão parecia pertencer a um sacerdote Egípcio, eu queria aprender mais sobre este assunto. Assim, quando a Academia Russa de Ciências me convidou para participar de uma conferencia sobre Egiptologia que focaria parcialmente em interação intercultural, eu decidi que era a hora perfeita para continuar com minhas investigações sobre este assunto.</p>
<p>Então eu me organizei para investigar mais o fenômeno cultural que poderia me ajudar a entender melhor tanto os resultados da escavação e a historia dos papiros de Joseph Smith, sem saber onde estas evidências podia levar. Embora eu tenha feito pesquisa egiptológa, a evidência me levava para a conclusão que os sacerdotes em Tebas tinham tanto textos bíblicos quanto histórias não bíblicas sobre figuras bíblicas em sua posse desde pelo menos 200 A.C. e que o personagem que mais liam sobre era Abraão. Eu apresentei essa informação na conferência e houve uma aceitação universal, tanto que muitos especialistas em interação entre Judeus e Egípcios deste período de tempo me procuraram após a minha apresentação para compartilhar comigo o quanto eles concordavam com meus achados. O artigo foi solicitado para publicações no procedimento, e eu antecipo que dentro dos próximos anos vai ser publicado.</p>
<p>O mais surpreendente é que, como será discutido mais detalhadamente abaixo, o proprietário do Fac-símile 1 era um sacerdote de Tebas que viveu cerca de 200 A.C. Este fato é perfeitamente complementado pela descoberta que os sacerdotes de Tebas tinham textos bíblicos por volta de 200 A.C. Eu tenho ficado forçosamente impressionado com o quanto as evidências da Egiptologia estão em harmonia com o Livro de Abraão.</p>
<p><strong>Suposições Equivocadas e a Fonte do Livro de Abraão</strong></p>
<p>Uma das questões mais prementes concernentes ao Livro de Abraão tem a ver com sua origem. Qual foi a fonte da tradução de Joseph? Esta questão se torna muito importante quando o Museu Metropolitano de Nova York revela que ele obteve alguns dos papiros que Joseph Smith possuía, incluindo o Fac-símile 1. Eles deram estes papiros &#8211; conhecidos como Papiros Joseph Smith &#8211; para a Igreja e segui-se o fervor sobre o Livro de Abraão. Os textos nestes fragmentos de papiros foram traduzidos como versões de textos funerais egípcios comuns. O texto adjacente ao Fac-símile 1 era uma cópia do Livro de Respirações (Book of Breathings), uma composição que era designada para ajudar os falecidos a atingirem suas metas desejadas no pós-vida.</p>
<p>Uma vez que a existência do papiro foi levada a público, a suposição imediata era que o texto adjacente do Fac-símile 1 deve ter sido o texto de onde Joseph Smith traduziu o Livro de Abraão. A ideia que o texto adjacente à Fac-símile 1 era a fonte do Livro de Abraão foi uma suposição tentadora. Porque agora temos a habilidade de traduzir tais textos, a ideia agradou igualmente Mórmons e não-Mórmons; o primeiro grupo ansioso para ter alguma prova palpável da inspiração do profeta e o outro querendo evidencias contra a habilidade reveladora. Embora a maioria de ambos os grupos não estejam cientes sobre o assunto, suas esperanças estavam baseadas em uma suposição, e uma suposição problemática sobre o tema. Embora a primeira vista parece razoável assumir que o texto adjunto à Fac-símile 1 seria o lugar para procurar a fonte do Livro de Abraão, existem muitas razões para descartar esta suposição. Abaixo estão as seis mais significativas:</p>
<p>1. Mesmo com modernos softwares e tecnologia de publicações, frequentemente não somos capazes de colocar uma ilustração ao lado do texto com os Papiros Egípcios e o Livro de Abraão, o qual é associado. Assim quando um texto diz &#8220;ver figura 3.2&#8243;, esta figura geralmente está em uma outra página. Mesmo com as habilidades de layouts eletrônicos sofisticados que desenvolvemos, quando eu peço a meus alunos quantos deles possuem textos que se enquadram neste caso, quase todos levantam as mãos. Esta dissonância entre texto e figura é ainda mais pronunciada com papiros antigos; é comum encontrar a figura (em um papiro egípcio as chamamos de vinhetas) longe do texto. Tal incongruência foi especialmente endêmica para a época de Ptolomeu, período no qual o Papiro Joseph Smith foi criado e o tipo de texto que encontramos próximo ao Fac-símile 1.21 neste caso, o Papiro Joseph Smith passa a ser exatamente como a maioria dos papiros desta época.</p>
<p>2. Além disto, durante o período no qual o Papiro Joseph Smith foi criado, era comum não apenas para o texto e suas figuras acompanhantes ficarem separadas uns dos outros, mas também era comum vinhetas erradas serem associadas ao texto, ou o texto e a vinheta ficarem completamente desalinhados em um longo pergaminho. O conteúdo de uma vinheta e o conteúdo do texto frequentemente faltavam uma conexão aparente. Isto é particularmente comum no Livro das Respirações, o tipo de textos que está adjacente ao Fac-símile 1 no Papiro Joseph Smith.</p>
<p>3. Não há caso conhecido de qualquer vinheta remotamente semelhante a Fac-símile 1 que está associada com o tipo de texto que esta adjacente a este Fac-símile. Nenhuma outra cópia do Livro de Respirações contem algo semelhante. Baseado em paralelos antigos do Livro de Respirações, a conclusão mais provável é que a figura ao lado do texto não estava associada a ele.</p>
<p>4. o Livro de Abraão em si diz que as imagens (ou desenhos) dos deuses idolatras &#8220;se encontram no início&#8221; (Abraão 1:14), presumidamente do registro ou do papiro no qual o texto foi registrado. Esta declaração parece indicar que a vinheta descrevendo o altar e os ídolos não está adjacente ao texto, mas em algum lugar longe dele &#8211; no início. Não sabemos se foi Abraão ou um outro escritor depois que criou os desenhos e os inseriu na declaração. Além disto, nos manuscritos mais antigos que temos do Livro de Abraão, esta frase foi inserida depois que o resto do texto foi escrito, significando que Joseph ou seu escriba provavelmente o inseriu enquanto estavam preparando para publicar o texto. Não podemos falar quem escreveu esta linha.</p>
<p>5. alguns registros indicam que a fonte para o Livro de Abraão tem alguns caracteres Hebreus inseridos nele. Nenhum dos fragmentos que temos hoje em dia contém qualquer caractere Hebreu. Assim devemos concluir que as testemunhas oculares estavam descrevendo outros textos alem dos que possuímos agora.</p>
<p>6. Finalmente, os registros de testemunhas oculares dos dias de Joseph Smith concordam que o Livro de Abraão estava no longo pergaminho. Através de documentos dos museus podemos corroborar que o longo pergaminho foi vendido para o museu de Chicago. Infelizmente, ele foi destruído por fogo em 1871. A pequena porção do lado de fora daquele rolo parece ter sido cortada e montada para sua proteção (a parte externa do pergaminho é sempre a mais danificada e Joseph deve ter sentido que esta parte danificada precisava de ser preservada). Porque esta parte do pergaminho foi colado a papel que data o período de Kirtland, o registro de uma testemunha ocular concorda que o Livro de Abraão foi traduzido de um longo pergaminho depois que fragmentos foram cortados, testemunhas oculares do papiro durante o período de Nauvoo não pensavam que os fragmentos que temos hoje continham o Livro de Abraão. Novamente, somos forçados a concluir devido a evidências históricas que temos que os fragmentos que temos hoje não são a fonte do Livro de Abraão.</p>
<p>Dados os problemas com a suposição que o texto ao redor do Fac-símile 1 era a fonte do Livro de Abraão e o fato que possuímos apenas uma pequena porcentagem do rolo de papiro original no qual o Fac-símile 1 foi desenhado (talvez apenas 5 por cento), devemos concluir que seja muito improvável e temerário insistir que o texto adjunto a Fac-símile 1 deva ser o texto do Livro de Abraão. Ainda assim os críticos insistem nesta suposição equivocada.</p>
<p>Isto traz a tona a questão de quanto papiro Joseph Smith tinha, e especialmente quão longo o papiro com o Fac-símile 1 pode ter sido. Os fragmentos que temos hoje em dia (os quais contém o Fac-símile 1, o Papiro Egípcio, e o Livro de Abraão e o texto adjacente) consistem em menos de 60 centímetros quando colocados juntos. Mas qual era o tamanho do pergaminho originalmente, e ele continha a fonte para o Livro de Abraão?</p>
<p>Sabemos de testemunhas  oculares que Joseph tinha &#8220;dois rolos de papiros, alem de alguns outros escritos do Egito antigo&#8221;. Do papiro sobrevivente, podemos identificar cinco antigos donos, indicando que haviam pelo menos cinco conjuntos de papiros. Uma variedade de registros estabeleceram que pelo menos dois destes eram de tamanho considerável. Outra testemunha contemporânea descreveu uma quantidade de fragmentos de papiros contidos em um vidro, um &#8220;rolo longo&#8221; supostamente contendo o Livro de Abraão, bem como &#8220;um outro rolo&#8221;. Assim as evidências históricas que temos estabelecem a existência de um papiro de tamanho considerável, um outro pergaminho mais longo, e várias outras peças de papiros. A maior parte dos escritos deviam estar nos dois rolos de papiro.</p>
<p>Concernente a tamanho, não podemos ter certeza do comprimento dos rolos. Vários métodos foram usados na tentativa de descobrir seu comprimento, mas a mais apropriada probabilidade vem das aplicações de uma fórmula matemática de John Gee (que foram usadas por outros Egiptólogos) no qual a circunferência do rolo e o quão firmemente apertado ele estava pode ser usado para calcular seu comprimento original. Aplicando esta fórmula matemática, Gee estimou que o pergaminho antigo que pertencia a Seminis (o rolo menor) teria cerca de 6,1 a 7,6 cm de comprimento. O pergaminho mais longo (que continha Fac-símile 1) pertencia na antiguidade a um sacerdote chamado Horus. É estimado que este papiro tivesse mais de 12m de comprimento. Estas evidências combinadas retratam uma realidade convincente que Joseph Smith tinha uma grande quantidade de papiros em sua posse. Como é muito comum que os rolos de papiros tenham escritos em ambos os lados, um conservador estima aproximadamente mais de 24m de textos no rolo que continha o Fac-símile 1. Estes achados indicam que temos apenas cerca de 2,5% do que Joseph Smith tinha originalmente. Havia claramente espaço para o Livro das Respirações, o Livro de Abraão, e uma quantidade enorme de outros textos no rolo longo. Durante aquela época não era incomum ter múltiplos textos em um único papiro.</p>
<p><strong>Os Papéis Egípcios de Kirtland</strong></p>
<p>Alguns supuseram que uma coleção de papéis ecléticos, às vezes conhecidos como os Papéis Egípcios de Kirtland, provam que o texto adjacente ao Fac-símile 1 era a fonte para o Livro de Abraão. Este argumento vem de algumas folhas de papel, duas das quais exibem alguns escritos com a caligrafia de Joseph Smith, que mostram caracteres hieráticos egípcios na margem e nos parágrafos do Livro de Abraão escritos ao lado deles. Algumas pessoas supuseram que isso significa que os longos parágrafos do texto de Abraão são uma tradução dos caracteres hieráticos próximos as escritas. Uma vez que estes caracteres parecem vir do texto hierático próximo ao Fac-símile 1no Papiro Joseph Smith, alguns tem argumentado que Joseph estava traduzindo do papiro que temos atualmente quando ele nos deu o Livro de Abraão.</p>
<p>Existem algum problemas com esta interpretação: (1) como foi claramente explicado acima, as evidências indicam que estes papiros não eram a fonte do Livro de Abraão. Devido a registros de testemunhas oculares, somos levados a concluir que a fonte estava em algum outro lugar no pergaminho, os caracteres do Papéis Egípcios de Kirtland devem servir para algum outro propósito. (2) Erros de transcrição em todas estas cópias mostram claramente que esta não é a tradução original do Livro de Abraão. Eles são cópias posteriores daquele livro. Se Joseph tivesse escrito originalmente um caractere egípcio na margem e então tivesse ficado intrigado ou tivesse a tradução revelada para ele, não haveria a necessidade de continuar a escrever os caracteres originais quando tivesse fazendo a terceira ou quarta cópias do texto de escrituras. (3) Podemos documentar que Joseph Smith não estava em Kirtland quando muitos dos Papéis Egípcios de Kirtland foram criados. (4) Tanto o fato de que o texto hierático foi substituído na versão em inglês do Livro de Abraão quanto a evidência de práticas escriba especifica sugerem que o texto hierático foi uma adição posterior. Isto indica que eles foram escritos depois que o texto estava completo, não copiado previamente e então traduzido.</p>
<p>Eu não entendo a relação entre os caracteres egípcios e o resto dos papeis. Eu acredito que as evidências nos levam a concluir que os papeis não são um registro do processo de tradução, mas eu estou meio perdido para dizer de que registros eles foram tirados. Talvez os caracteres egípcio foram colocados ao lado do texto para excitar a mente de leitores em potencial na esperança de aumentar a circulação do livro; talvez eles são meramente uma manifestação do tipo de fascinação com línguas e escritos que sabemos que W. W. Phelps demonstrava frequentemente. Ou as figuras egípcias podiam meramente servir como adornos caprichosos e arcaicos. Provavelmente nenhuma destas especulações é a resposta. O ponto importante é que as evidentes que temos não apoiam a conclusão que os críticos tentam derivar deste papeis. De fato, elas indicam que estas conclusões estão erradas.</p>
<p><strong>O Autor do Livro de Abraão</strong></p>
<p>Tanto os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias quanto aqueles de outras religiões  tem frequentemente assumido que a declaração: &#8220;Os escritos de Abraão enquanto se encontrava no Egito, chamados Livro de Abraão, escritos do próprio punho em papiro&#8221; (cabeçalho do Livro de Abraão), significa que o próprio Abraão copiou os escritos para o papiro adquirido pelo Profeta Joseph. Os críticos tem atacado este pressuposto porque podemos datar os papiros que temos, incluindo o Fac-símile 1, em um período posterior ao de Abraão. Sabemos exatamente quem era o dono deste rolo de papiro, quais eram seus ofícios sacerdotais e seus deveres, que ele serviu e viveu em Tebas, e o nome de várias gerações de sua família. O homem que era dono (e provavelmente o criador) dos fragmentos do Papiro Joseph Smith 1, 10 e 11 (que constituem o inicio do pergaminho que contem o Fac-símile 1) era Hor (Horus em sua forma grega) &#8211; um sacerdote influente de Tebas, por volta da época da criação da Rosetta Stone (que é uma pedra do antigo Egito contendo um decreto emitido em Memphis, aproximadamente 200 A.C.). Seu pai era o governador de Tebas e tinha a mesma posição sacerdotal que seu filho. Horus teria sido altamente educado, letrado , e provavelmente tinha o conhecimento de vários idiomas; ele também devia ter acesso às grandes bibliotecas dos templos de Tebas. Eu já discuti a evidência mostrando que os sacerdotes em Tebas durante este período tinham acesso a historias sobre Abraão. Assim o proprietário deste papiro era um sacerdote com alto nível de educação que provavelmente tinha acesso a informações sobre figuras bíblicas. Curiosamente, um dos seus papéis como sacerdote estava associado com os rituais de execração egípcias, que às vezes envolvia o sacrifício humano &#8211; algo semelhante ao que Abraão descreve no Livro de Abraão e que está retratado no Fac-símile 1.</p>
<p>Os críticos dizem que se este papiro foi escrito no segundo século antes de cristo, não é possível que ele tenha sido escrito por Abraão. Referente a esta suposição, eu pergunto, quem disse que este papiro particular foi escrito pelas próprias mãos de Abraão? O cabeçalho não indica que Abraão escreveu naquela cópia em particular, mas que ele era o autor do texto original. O que estes críticos tem feito é confundir as diferenças entre o texto e o manuscrito. Por exemplo, muitas pessoas tem uma copia do best seller de J. R. R. Tolkien, O Senhor dos Anéis; cada um tem uma cópia manuscrita do texto que Tolkien escreveu originalmente. Um texto, indiferente de quantas cópias ele possa ter no mundo, é escrito pelo mesmo autor. Entretanto, cada cópia daquele texto é um manuscrito.</p>
<p>As primeiras cópias conhecidas do livro de Isaías datam de centenas de anos após a morte do profeta. Ainda assim isto não nos leva a conclusão que Isaias não seja o autor do Livro de Isaías. Certamente os manuscritos que temos são cópias do texto original que ele escreveu durante a sua vida. Todos sabemos que quando um autor do mundo antigo escrevia alguma coisa, se estes escritos deviam sobreviver ou ser disseminado, o texto tinha que ser copiado várias vezes, por várias gerações. Quando o cabeçalho declara que o livro foi escrito pelas próprias mãos de Abraão, ele refere quem é o autor, não quem copiou o manuscrito particular que veio a ficar em posso de Joseph Smith. Se os críticos tivessem pensado sobre o assunto cuidadosamente, eles nunca o teriam levantado. Estes assuntos também destacam a questão de como o Livro de Abraão veio a estar no Egito, pra inicio de conversa. Existe um número estonteante de possibilidades. O próprio Abraão estava no Egito, assim como estava seu bisneto, José, e todos os seus descendentes israelitas por centenas de anos depois. Após o Êxodo, os Israelitas continuaram a viajar e a viver no Egito. Após a destruição de Jerusalém pela Babilônia, um grande grupo de judeus se mudaram para o Egito e criaram comunidades duradouras e prósperas, até ao ponto de construírem um templo. Foi durante este período que os Papiros Joseph Smith 1, 10 e 11 foram criados. Cópias destes papiros poderiam ter sido levados de um lado para o outro entre o Egito e Israel por vários anos desta era.</p>
<p><strong>Interpretações dos Fac-símiles</strong></p>
<p>As possíveis interpretações dos Fac-símiles são complicadas e numerosas, fazendo com que seja possível nos aprofundar muito concernente as muitas questões que são levantadas referente a estes Fac-símiles. Ainda assim alguns assuntos precisam ser tratados, especialmente referente aqueles ataques feitos contra os Fac-símiles, baseados em um pressuposto problemático. Tipicamente, as pessoas tem perguntado como os Egípcios teriam interpretado estes desenhos e como isto se compara com a maneira que Joseph Smith os interpretou. Mas esta questão é geralmente respondida sem examinar as crenças Egípcias, mas baseadas no que os Egiptólogos modernos dizem. Isto é compreensível, já que não temos acesso a nenhum Egípcio antigo. Ainda assim sabemos que os egiptólogos modernos podem estar errados concernente a como os egípcios teriam interpretado estes desenhos. Por exemplo, John Gee demonstrou que as poucas vezes encontramos rótulos egípcios das várias figuras nos hipocéfalos (desenhos semelhantes ao Fac-símile 2), os rótulos raramente estavam de acordo com o que os egiptólogos modernos haviam dado para as figuras. Além disto, nós, egiptólogos, usamos uma metodologia pobre quando interpretamos os símbolos egípcios do período do Papiro Joseph Smith. A maior parte do nosso conhecimento sobre o que os símbolos do antigo Egito significam vem da Décima oitava Dinastia , por volta de 1500 A.C. Nós então aplicamos, frequentemente, estes significados para figuras semelhantes de qualquer período de tempo. Entretanto, o Papiro Joseph Smith data de mais de mil anos voláteis depois, e é quase certo que as interpretações de muitas imagens mudaram durante este período de tempo. Assim, um problema em criticar as interpretações que Joseph fez dos Fac-símiles é que nosso único meio de interpretá-las é baseado em uma comparação equivocada.</p>
<p>Devido a estes problemas, é ineficiente usar a interpretação de egiptólogos modernos dos Fac-símiles para julgar a validade da interpretação de Joseph Smith. Se tivéssemos que nomear a interpretação de Joseph como X, a dos egiptólogos como Y e o que os Egípcios antigos acreditavam como Z, muitos provavelmente diriam que se Joseph está certo, então X é igual a Z. Mas para descobrir se X é igual a Z, eles comparam X com Y. Como não sabemos se Y é igual a Z, essa comparação se torna completamente sem sentido. Além do mais, sequer podemos assegurar que os egípcios saberiam como interpretar os símbolos do Livro de Abraão. Sabemos que, em muitas ocasiões, os descendentes de Abraão pegaram elementos da cultura egípcia e aplicaram seu próprio significado para elas. Assim precisamos perguntar se devemos procurar por uma interpretação judaica ao invés de uma interpretação egípcia. Devemos considerar a possibilidade que o artista original primeiro desenhou em um estilo artístico judeu, mas quando um Egípcio copiou novamente os desenhos no Século II A.C., o artista o fez de acordo com seus costumes artísticos. Então, onde devemos procurar para saber como interpretar estes desenhos? É aparente que existem sérios problemas em tentar verificar as explicações de Joseph sobre os Fac-símiles comparando-os às explicações egiptológas.</p>
<p>Tendo dito isto, ainda é interessante ver como os Fac-símiles se encaixam no que conhecemos do seu contexto egípcio; há uma chance que podemos aprender alguma coisa desta maneira. Começaremos com o Fac-símile 1. Já esclarecemos que ele não esta associado ao Livro de Respirações. Mas se não é uma vinheta do Livro de Respirações, o que ele é?</p>
<p>Alguns tem sugerido que é uma cena típica de embalsamento. Ainda assim ela é mais diferente do que igual a cenas de embalsamento. A única semelhança é que a pessoa está em uma mesa com forma de leão com outra pessoa de pé ao lado. Outros sugeririam que o paralelo mais próximo desta cena estão no templo de Dendera e que a figura na mesa está associada a Osiris. Recentemente John Gee examinou detalhadamente estas descrições de Dendera. Ele observou que apenas um destes tinha uma figura alada, de certa forma semelhante ao Fac-símile 1. Esta cena está acompanhada por um texto que diz que Bastet, uma deusa egípcia sequer retratada na cena &#8220;é a sua proteção diária; ela ordena que seus mensageiros matem seus inimigos&#8221;. Assim encontramos um irmão contextual perfeito para iconográfico mais próximo de se encaixar ao Fac-símile 1, de que ambos são sobre alguém que está em perigo e recebe proteção. Existem outros textos semelhantes que acompanham cenas semelhantes em Dendera. Outra cena com mesa em forma de leão no templo inclui cenas de Anubis e os filhos de Horus defendendo alguém de seus adversários, ou listam Shesmu, um deus associado com o sacrifício humano, como parte da cena. 48 textos adjacentes descrevem que a pessoa no altar está sendo morta, seus confederados sendo apunhalados, e &#8220;sua carne sendo cinzas, o mau conspirador destinado a mesa em forma de leão / matadouro, para que não mais exista&#8221;.  Eu continuo sem me convencer que estas cenas em Dendera são realmente paralelos ao Fac-símile 1, embora possa ser. Ainda assim, se os críticos continuam insistindo em associar os dois, eles também devem estar dispostos a associa-los com os elementos sacrificais das cenas de Dendera &#8211; as quais apenas corroboram com a interpretação de Joseph deste Fac-símile.</p>
<p>Entretanto,  deve-se notar que o Fac-símile 1 é único em vários aspectos. Nesta cena a figura não está nem na forma mumificada, nem nua, como é o caso da maioria dos supostos paralelos. A figura na mesa tem as duas mãos levantadas, em uma posição que quase certamente denota um esforço. E embora ninguém possa falar isto do Fac-símile, no papiro original fica claro que o sacerdote está de pé entre o altar e as pernas da pessoa no altar. Em outras palavras, a pessoa no altar está apenas com uma parte do corpo sobre ele, porque o sacerdote está ocupando o espaço entre ambas as pernas da vitima e o altar. Eu não consigo imaginar nenhuma outra razão para isto, se não que a pessoa no altar estava tentando fugir. Se o sacerdote estivesse ajudando-o a subir no altar ele não estaria entre suas pernas. Fica claro que esta descrição é única e que denota algum tipo de movimento que não é encontrado em qualquer paralelo.</p>
<p>Além disto, é interessante notar que encontramos um papiro descrevendo uma pessoa em uma mesa em forma de leão que os Egípcios descreveram como Abraão. Aqui vemos que os próprios egípcios associaram a cena com Abraão.</p>
<p>Como já foi discutido anteriormente, a história sacrifical descrita  no Fac-símile 1, contrário a maioria das publicações, descreve algo que temos agora estabelecido como algo congruente com as práticas egípcias. Embora o Fac-símile 1 seja incomum em vários aspectos, a interpretação que Joseph Smith fez sobre ele é corroborada por uma pesquisa egiptóloga bem feita.</p>
<p>Argumentos semelhantes podem também ser feitos para os outros dois Fac-símiles. Os próprios egípcios identificaram textualmente cenas paralelas com a de Abraão em dado período de tempo. Cada um tem elementos que se encaixam bem com as interpretações de Joseph, e todas, como de costume, tem sido interpretadas erroneamente pelos críticos. Alguns aspectos dos Fac-símiles ainda me deixam intrigados, mas porque eu entendendo o relacionamento entre minhas perguntas e o conhecimento revelado (veja abaixo) eles não me perturbam. Até o presente, sempre que algo da egiptologia parece estar em desacordo com o conhecimento revelado, estudos egiptólogos cuidadosos tem dado suporte para o que eu já sabia através de revelação. A egiptologia está continuamente evoluindo e avançando. Todos os anos decidimos que algo que estávamos ensinando está incorreto. Mas este não é o caso para conhecimento revelado. Assim, embora eu tenha um grande respeito pelo conhecimento obtido através de ferramentas e habilidades da minha disciplina, eu não as considero tão confiável quando o conhecimento obtido pelo Espírito Santo.</p>
<p><strong>Primazia do Conhecimento</strong></p>
<p>Aqui eu tive a oportunidade de abordar apenas algumas poucas questões sobre o Livro de Abraão. Mas por fim, um principio pode responder a todas as questões que temos &#8211; ou teremos &#8211; relacionadas a este livro de escrituras. Este principio é entender como valorizar as várias formas de aprender.</p>
<p>Enquanto fazia meu PhD em Egiptologia na UCLA, eu desenvolvi uma dor aguda em meu joelho. Ela se tornou tão aguda que eu podia usar apenas as calças mais largas, não podia me ajoelhar, e ficava receoso toda vez que meus filhos se moviam em direção a minha perna, com medo que eles pudesse tocar no meu joelho. Eu podia sentir uma pequena saliência debaixo da pele que estava pressionando o nervo ou alguma outra coisa. Eu procurei os médicos do departamento médico da UCLA. Eles tentaram sentir esta saliência e tiraram vários tipos de raio-x e ressonância magnéticas. Não foi encontrado nada. Nenhum dos muitos médicos que me viram acreditaram que havia alguma coisa dentro do meu joelho; eles acharam que devia ser algum outro tipo de problema. Alguns até tentaram tratar problemas imaginados. Finalmente fui encaminhado para a diretoria da medicina ortopédica, que disse que ele estava pensando em fazer uma incisão e ver se conseguia achar alguma coisa. Através desta incisão ele achou um pedaço de cartilagem que havia se soltado e havia começado a arrancar os tecidos circunvizinhos. Sua remoção me curou por completo.</p>
<p>O ponto da minha historia é que de acordo com as melhores práticas e tecnologias disponíveis, não havia nada no meu joelho. Porque muitos médicos confiavam apenas no que eles mesmos sentiam ou viam, ou o que a tecnologia lhes havia mostrado, eles não acreditavam que havia de fato um objeto físico me causando dor. Ainda assim, com os sentidos que estavam disponíveis para mim, mas não para eles, eu podia sentir que havia alguma coisa dentro de mim. O fato que os outros não podiam achar ou detectar esta coisa não mudou o fato que ele estava lá, nem o fato que eu podia senti-lo e ter certeza que estava lá. Ele não diminuiu os efeitos reais que tinha em minha vida. No fim, meus sentidos (que não estavam disponíveis no processo empírico) estavam certos.</p>
<p>Eu sei que Joseph Smith foi um profeta inspirado através de processo semelhante. Eu aprendi através dos sentidos disponíveis para mim (mas não para a ciência ou para a tecnologia) que Joseph Smith foi um profeta de Deus. O fato que outros não podem provar isto não quer dizer que seja mentira ou que seja menos real para mim. Portanto, parece algo tolo questionar o Livro de Abraão devido a qualquer coisa que a egiptologia me diga. Eu sei que durante a minha vida os egiptólogos vão mudar sua visão sobre a maioria das coisas que eles tem certeza agora. Os egiptólogos sabem que estão errados com certa frequência. Contudo, o que eu aprendi através do Espírito jamais esteve errado. Por que eu estaria mais de acordo com o que um egiptólogo pode me falar do que um profeta? Isto seria como acreditar nos médicos que me falaram que não havia nada no meu joelho. Eu me recusei a ser tão tolo.</p>
<p>Mesmo com esta certeza, estou ansioso para aprender mais sobre o Livro de Abraão. Eu espero fazer isto tanto através de revelação pessoal quanto através de inspiração que está disponível para meus colegas e para eu mesmo aplicar em nossos melhores esforços, treinamento e ponderação. Eu tenho sido afortunado de não estar sozinho em meus estudos de Egiptologia de do Livro de Abraão; muitos outros estão avançando neste tema, mais notavelmente John Gee e Michael Rhodes. Eu tenho desfrutado de fica colaboração com estes homens e com outros. Estamos atualmente em um período de pesquisas intensas referente ao Livro de Abraão. Parece que a cada mês aparecem informações novas e empolgantes. Somos abençoados por viver em uma época em que respostas e oportunidades excedem nossas energias e tempo para continuar as pesquisas.</p>
<p>A maioria dos materiais em ambos os lados deste assunto tem sido preenchidos com trabalhos mal feitos. Alguns Santos dos Últimos Dias tem oferecido argumentos para apoiar o Livro de Abraão que são tão problemáticos quanto os argumentos que estão tentando negar. Temos sido desleixados em nossos esforços de tentar encontrar uma prova da legitimidade do livro através de materiais paralelos, e eu acho que temos causado tanto estragos quanto benefícios em muitas destas tentativas. Talvez o pior trabalho tenha sido feito por Santos dos Últimos Dias bem intencionados que querem genuinamente entender o Evangelho mais profundamente e de alguma forma chega a conclusões que uma má interpretação de religiões e símbolos egípcios os ajudaram a entender melhor o verdadeiro evangelho. Esta prática tem sido usada tanto em ensinamentos verbais quanto impressos. Precisamos fazer mais com relação a isto.</p>
<p>Mas ainda existem muitas coisas que estamos fazendo bem. Eu antecipo os Santos dos Últimos Dias farão um grande bem a egiptologia com o passar dos próximo dez ou vinte anos. Tem experiência pessoal que quando estudamos a egiptologia corretamente, o que aprendemos apoia as coisas que muitos de nós já acreditamos e com frequência nos ajuda a expandir um pouco mais o nosso entendimento. Tais estudos contém muitos achados que confirmam a fé. Embora ainda haja muitas perguntas a serem respondidas, os próximos anos parecem promissores.</p>
<p><strong>Recursos Adicionais:</strong></p>
<p>A <a href="http://scriptures.lds.org/pt/pgp/contents">Pérola de Grande Valor</a> inclui o Livro de Abraão e é uma coleção de registros de escrituras. Aprenda mais no <a href="http://lds.org.br/">site oficial</a> de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (inadvertidamente chamada por amigos de outras religiões de &#8220;Igreja Mórmon&#8221;).</p>
<p><a href="http://profetasmodernos.org/">Os profetas falam atualmente</a>.</p>
<p><a href="http://mormon.org/freeoffers/1,17785,2071-2-1-BRAZ,00.html?src=tv">Peça uma cópia gratuita do Livro de Mórmon</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/992/papiros-egipcios-e-o-livro-de-abraao/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filhas Em Meu Reino, A História da Sociedade de Socorro</title>
		<link>http://historiamormon.org/985/filhas-em-meu-reino-a-historia-da-sociedade-de-socorro?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=filhas-em-meu-reino-a-historia-da-sociedade-de-socorro</link>
		<comments>http://historiamormon.org/985/filhas-em-meu-reino-a-historia-da-sociedade-de-socorro#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 15:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://historiamormon-org.pt.elds.org/?p=985</guid>
		<description><![CDATA[A história de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (muitas vezes chamada de a “Igreja Mórmon” por pessoas de outras religiões) não seria completa sem reconhecer a influência e apoio da Sociedade de Socorro e milhares de incríveis mulheres que serviram fielmente e em silêncio. Esta história foi recentemente compilada em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/985/filhas-em-meu-reino-a-historia-da-sociedade-de-socorro" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/03/DaughtersinMyKingdom.png"><img class=" wp-image-986 alignleft" title="DaughtersinMyKingdom" src="http://historiamormon.org/files/2012/03/DaughtersinMyKingdom.png" alt="" width="125" height="145" /></a>A história de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (muitas vezes chamada de a “Igreja Mórmon” por pessoas de outras religiões) não seria completa sem reconhecer a influência e apoio da Sociedade de Socorro e milhares de incríveis mulheres que serviram fielmente e em silêncio. Esta história foi recentemente compilada em um belo livro chamado Filhas em Meu Reino: a história e o trabalho da Sociedade de Socorro. Um grande esforço foi realizado para a compilação deste livro, porque os líderes da Igreja, tanto homens quanto mulheres, sentiram que seria uma fonte de força maravilhosa para mulheres mórmons de hoje.</p>
<p>A Sociedade de Socorro foi organizada em Nauvoo, Illinois. Em 1842, os santos estavam trabalhando duro para construir o Templo de Nauvoo, e um pequeno grupo de mulheres se ofereceram para ajudar. Elas se organizaram para fornecer aos homens que trabalhavam no templo alimentos, vestuário, um lugar para dormir e outros suprimentos. Elas organizaram o seu próprio estatuto e o apresentaram ao Profeta Joseph Smith, que declarou “que era o melhor estatuto que ele já tinha visto”. No entanto, ele viu em seus planos o potencial para algo ainda maior. Em 17 de março de 1842, vinte mulheres reunidas com o Profeta se organizaram em uma forma divinamente inspirada. Deus tinha um plano para as mulheres de Sua igreja.</p>
<p>Desde aquela época, a Sociedade de Socorro (que é uma das maiores organizações de mulheres no mundo) tem ajudado milhões de pessoas. Muitas servem dentro dos limites de suas próprias congregações, mas o serviço prestado é imensurável e contribuem também a cada ano ao confeccionarem kits de higiene, cobertores de bebê, ligaduras para hanseníase, e inúmeros outros itens para ajudar as vítimas de desastres naturais, guerra e pobreza em todo o mundo.</p>
<p>A Presidente Geral da Sociedade de Socorro Julie Beck falou o seguinte a respeito dessa divina organização:</p>
<p>O propósito da Sociedade de Socorro é preparar as filhas de Deus para as bênçãos da vida eterna, pois aumentam sua fé e dignidade pessoal, fortalecem a família e o lar, e buscam e ajudam os necessitados.</p>
<p>A Sociedade de Socorro esclarece nosso trabalho e nos une como filhas de Deus na defesa de Seu plano. Nesta época de identidades indefinidas, confusão e distração, a Sociedade de Socorro foi criada para ser uma bússola e um guia ao ensinar a verdade para as mulheres fiéis. As mulheres justas de hoje buscam uma manifestação abundante de revelação para resistirem as distrações, combaterem o mal e a destruição espiritual, e para erguerem-se das tragédias pessoais, aumentando a sua fé, fortalecendo a família, e proporcionar alívio para o próximo (“Filhas em Meu Reino: A História e Trabalho da Sociedade de Socorro”, Julie Beck, A Liahona, novembro de 2010).</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/03/mormon-visiting1.jpg"><img class="alignright  wp-image-987" title="mormon-visiting1" src="http://historiamormon.org/files/2012/03/mormon-visiting1-240x300.jpg" alt="" width="168" height="210" /></a>Aqueles que compilaram este livro tinham em mente várias metas específicas para seu uso. Eles reconhecem que “um estudo deste livro pode ajudar as mulheres a aumentarem a sua apreciação pelo passado e compreenderem sua herança espiritual” (Filhas em Meu Reino: a História e o Trabalho da Sociedade de Socorro).</p>
<p>Histórias de mulheres incríveis, sua fé e compromisso, e as coisas maravilhosas que têm realizado, relembram as leitoras de sua identidade divina e o infinito valor e potencial que possuem como filhas de Deus. O livro ensina através da história da Sociedade de Socorro os “propósitos, princípios e padrões” para as mulheres de Deus e como coloca-los em prática em suas próprias vidas, princípios que lhes trará a felicidade eterna (Filhas em Meu Reino: a História e o Trabalho da Sociedade de Socorro).</p>
<p>Um dos propósitos maravilhosos da Sociedade de Socorro é fornecer segurança e um refúgio as irmãs que fazem parte dela. As irmãs mais velhas podem ensinar suas habilidades as irmãs mais jovens e as verdades espirituais que aprenderam através da experiência. Nenhuma mulher está sempre sozinha, não importa o quão perto ou quão longe sua mãe ou família pode estar. As mulheres se unem para cuidar umas das outras nos momentos de provação e compartilharem suas alegrias também.</p>
<p>Ler as experiências de tantas mulheres fortes, humildes e fiéis será uma oportunidade maravilhosa para as mulheres em todo o mundo. Uma força miraculosa preencherá a vida de quem o ler não importa se seja um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ou não.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/985/filhas-em-meu-reino-a-historia-da-sociedade-de-socorro/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As Doações Mórmons de Mitt Romney</title>
		<link>http://historiamormon.org/982/as-doacoes-mormons-de-mitt-romney?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-doacoes-mormons-de-mitt-romney</link>
		<comments>http://historiamormon.org/982/as-doacoes-mormons-de-mitt-romney#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 17:07:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://historiamormon-org.pt.elds.org/?p=982</guid>
		<description><![CDATA[Quando Mitt Romney publicou sua declaração de imposto de renda, ela fazia menção de grandes somas doadas a instituições de caridade, incluindo a sua igreja, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os membros desta igreja às vezes são chamados de mórmons. Três milhões de dólares foram doados para instituições de caridade, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/982/as-doacoes-mormons-de-mitt-romney" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p>Quando Mitt Romney publicou sua declaração de imposto de renda, ela fazia menção de grandes somas doadas a instituições de caridade, incluindo a sua igreja, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os membros desta igreja às vezes são chamados de mórmons. Três milhões de dólares foram doados para instituições de caridade, sendo 1,5 milhões de dólares destinados a igreja.</p>
<p>Os mórmons obedecem ao mandamento bíblico de pagar o dízimo, Romney, um mórmon praticante e fiel, doa, pelo menos, dez por cento do seu rendimento na forma de dízimo. A palavra dízimo significa um décimo, e assim, para obedecer plenamente este mandamento, uma pessoa que acredita e segue a Bíblia deve pagar 1/10 de sua renda total. Além disso, a Bíblia requer que os fiéis também façam ofertas.</p>
<blockquote><p>“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação. Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes”(Malaquias 3:8-10).</p></blockquote>
<p>Quando os mórmons se juntam à igreja ou quando alguém que acredita na Bíblia se une a uma igreja ou faz uma aliança pessoal de seguir a Deus, eles se comprometem a pagar um dízimo honesto e a ser generoso nas ofertas. Mitt Romney disse que ninguém deve criticar uma pessoa que honra o seu compromisso financeiro para com Deus. Na verdade, ele acredita que elas devem esperar que um candidato mantenha os compromissos assumidos, particularmente aqueles feitos com Deus.</p>
<p>Afinal o que a igreja de Mitt Romney faz com o dinheiro do dízimo? O dinheiro do dízimo é usado para pagar os custos de funcionamento da igreja, financiar o trabalho missionário, e promover os esforços humanitários. Nenhum dinheiro do dízimo é gasto em salários para os líderes da igreja. Quando Mitt Romney servia como bispo (um pastor leigo) e mais tarde como presidente de estaca (supervisionando uma área similar a uma diocese católica) ele não recebia nenhuma compensação financeira ou salário. Ele trabalhava normalmente e sustentava sua família por conta própria. Seu trabalho na igreja era realizado depois do horário de trabalho.</p>
<p>Independentemente de quanto dinheiro a igreja arrecada na forma de dízimo, a sua liderança não se beneficia pessoalmente com ele. Mesmo os lideres de tempo integral da igreja como o profeta e seus apóstolos, não recebem um salário, uma característica que os torna muito diferente dos líderes da maioria das igrejas. Se eles são incapazes de se sustentar por meio de fundos privados, tais como pensões, eles recebem um modesto salário, e esse dinheiro não é proveniente do dízimo. Ao contrário de muitas igrejas, os mórmons não incluem os negócios privados como parte de seu “ministério”. Eles gerenciam um pequeno número de empresas com fins lucrativos e que pagam impostos, operados sob a Deseret Management Corporation, uma holding organizada em 1966. Os fundos para os salários veem destes fundos com fins lucrativos. Um líder de igreja que é rico tornou-se assim por meio de seu trabalho profissional e não do seu serviço na igreja.</p>
<p>O dinheiro pago como dízimo é cuidadosamente monitorado. Os mórmons não tem uma “sacolinha” ou sistema de coleta. Os membros colocam as suas contribuições em envelopes e os entregam a um dos membros do bispado. Quando o dinheiro é contado e registado, pelo menos, dois líderes devem estar presentes. As auditorias são realizadas em vários níveis, tanto a nível local como internacional. Estas auditorias são feitas por membros da igreja comuns que não são líderes da igreja.</p>
<p>A Enciclopédia do Mormonismo explica como isso esta organizado na sede da Igreja:</p>
<p>“A Igreja tem uma Comissão de Auditoria composta por experientes empresários que não estão associados com a Igreja como funcionários ou Autoridades Gerais. Este comitê presta contas diretamente à Primeira Presidência da Igreja e trabalha em estreita colaboração com o Departamento de Finanças e de Registros do Departamento de Auditoria a fim de garantir o respeito aos princípios éticos, rígidas políticas e procedimentos financeiros. O Departamento de Auditoria também presta contas diretamente à Primeira Presidência da Igreja e, portanto, mantém a sua independência de todos os outros departamentos. Sua equipe de contadores públicos realiza auditorias das finanças, operação e sistemas de computadores para os departamentos da Igreja e outras organizações controladas pela Igreja. Os relatórios produzidos por essas auditorias são revisados e monitorados”.</p>
<p>O comitê de auditoria independente emite um relatório na Conferência Geral a cada ano. Esta é uma conferência internacional realizada duas vezes por ano.</p>
<p>O dízimo é repassado para as congregações, estacas e programas de acordo com as necessidades. Cada organização que recebe os fundos deve apresentar uma proposta de orçamento. O dinheiro é distribuído com base nas necessidades desse grupo. Uma vez que todos os mórmons são voluntários, eles são instruídos a não gastar seu dinheiro em seus chamados (serviço voluntário da igreja) a igreja possui um orçamento para cobrir as despesas de todos os programas. Por exemplo, uma classe de domingo para crianças exige um manual de lição para o professor, bem como diversos materiais de ensino, sejam eles lápis, papel, flanelógrafos, gesso e assim por diante. Os meninos que pertencem aos Escoteiros da América nas localidades onde são financiados pela igreja têm todos os seus custos e taxas cobertos. A igreja muitas vezes patrocina eventos para a comunidade que também necessitam de financiamento.</p>
<p>É claro que, administrar uma igreja gera custos. Os edifícios devem ser apropriadamente construídos, mantidos, e mobilados, os gramados devem ser cuidados, e produtos de limpeza devem ser adquiridos. Embora os missionários paguem por suas missões, os custos foram equalizados e as missões mais caras podem exigir um maior financiamento além disso suprimentos de ensino devem ser fornecidos.</p>
<p>A igreja opera uma miríade de programas humanitários. O fundo mais conhecido é o programa de Ajuda Humanitária, uma marca registrada sem fins lucrativos que presta ajuda, independentemente da nacionalidade ou religião. Este programa envia suprimentos durante desastres naturais. Por exemplo, quando o Haiti sofreu um terremoto devastador, os mórmons enviaram dois aviões, cada um contendo 36.000 quilos de alimentos e outros recursos apenas no mês de janeiro de 2010. Hoje, muito tempo depois quando outros grupos já deixaram o país, os mórmons ainda estão lá servindo as pessoas. Normalmente, no período de um ano, a igreja vai enviar 5 mil toneladas de calçados e vestuário, um milhão de kits de higiene, e um 453 mil quilos de suprimentos médicos para os necessitados. Eles treinam centenas de pessoas nos Estados Unidos e ao redor do mundo em capacitação profissional e ajudá-los a encontrar um trabalho. O gasto total da igreja já ultrapassou mais de um bilhão de dólares em dinheiro e materiais para o programa de trabalho humanitário desde que começou a manter registros em 1985. Este serviço é prestado em mais de 185 países. A igreja opera programas de reanimação neonatal, agricultura eficiente nos países em desenvolvimento, cadeira de rodas, serviços odontológicos e de assistência oftalmológica, programas de imunização, iniciativas de água potável e outros serviços que ajudam a melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas ao redor do mundo. Cem por cento do dinheiro doado a este programa é destinado a compra dos materiais. A igreja paga os custos administrativos de outros fundos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além deste programa internacional, mais dinheiro e tempo é gasto nas congregações locais. Os dias de serviço são uma atividade popular para grupos de mórmons no mundo todo. Estes são dias quando os mórmons, e aqueles que desejam se juntar a eles, realizam projetos comunitários em suas próprias áreas. Muitas congregações locais fazem cobertores, oferecem programas de alfabetização, montam kits para os desabrigados, e fazem outros projetos financiados pelos fundos da igreja, mas não entram nas estatísticas de ajuda humanitária.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/02/Mormon-humanitarian-aid-tithing.png"><img class="size-medium wp-image-983 alignleft" title="Mormon-humanitarian-aid-tithing" src="http://historiamormon.org/files/2012/02/Mormon-humanitarian-aid-tithing-300x169.png" alt="" width="300" height="169" /></a>Os Mórmons também cuidam de seus próprios membros através de um programa único chamado de ofertas de jejum. Os mórmons são convidados a jejuar por vinte e quatro horas (duas refeições) se forem fisicamente capazes de fazê-lo. Este jejum significa não ingerir comida ou líquidos de qualquer tipo por um período de vinte e quatro horas. Eles doam o que teria gasto em comida e bebida para um fundo de oferta de jejum para cuidar de pessoas necessitadas que vivem em sua própria congregação. Os fundos são usados ​​para fornecer a assistência temporária de alimentos, habitação e outras emergências. Se houver mais necessitados do que uma congregação pode ajudar, a igreja oferece um financiamento suplementar. Aqueles que recebem essa ajuda são convidados a participar dos projetos de serviço da igreja a fim de preservar seu orgulho e senso de autossuficiência. Embora o auxílio quase sempre valha mais do que o serviço prestado, ele permite que o beneficiário ofereça algo em troca. Além disso, o beneficiário pode ajudar os outros através de suas próprias contribuições durante os anos de abundancia, assim todos são imbuídos de um forte senso de comunidade e auto ajuda.</p>
<p>As doações de Mitt Romney estão sendo bem utilizados, ajudando a promover os programas da igreja e servindo os necessitados.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/982/as-doacoes-mormons-de-mitt-romney/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Livro de Mórmon e Escrituras Adicionais</title>
		<link>http://historiamormon.org/978/o-livro-de-mormon-e-escrituras-adicionais?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-livro-de-mormon-e-escrituras-adicionais</link>
		<comments>http://historiamormon.org/978/o-livro-de-mormon-e-escrituras-adicionais#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 14:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Destro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://historiamormon-org.pt.elds.org/?p=978</guid>
		<description><![CDATA[A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que é comumente apelidada de a “Igreja Mórmon” por pessoas de outras religiões, tem um grande cânon de Escrituras. Enquanto a maioria das religiões cristãs só aceita a Bíblia como a Palavra de Deus, a Igreja SUD tem quatro livros canonizados de escrituras: a Bíblia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="gpo_rightcontainer">
						<div class="gpo_buttons">
						        <g:plusone href="http://historiamormon.org/978/o-livro-de-mormon-e-escrituras-adicionais" size="medium" count="true"></g:plusone>
						</div>
			   </div><p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/02/mormon-jesus-christ2.jpg"><img class="wp-image-979 alignright" title="mormon-jesus-christ2" src="http://historiamormon.org/files/2012/02/mormon-jesus-christ2-240x300.jpg" alt="" width="144" height="180" /></a>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que é comumente apelidada de a “Igreja Mórmon” por pessoas de outras religiões, tem um grande cânon de Escrituras. Enquanto a maioria das religiões cristãs só aceita a Bíblia como a Palavra de Deus, a Igreja SUD tem quatro livros canonizados de escrituras: a Bíblia (versão de João Ferreira de Almeida), o Livro de Mórmon (um livro de escrituras sobre os negócios de Jesus Cristo com alguns dos antigos habitantes da América), Doutrina e Convênios (uma coleção de escrituras modernas, a maioria das quais foi revelada ao Profeta Joseph Smith), e a Pérola de Grande Valor (uma coleção moderna de antigas escrituras).</p>
<p>A Bíblia</p>
<p>Os Santos dos Últimos Dias acreditam que a Bíblia é a palavra de Deus, na medida em que for correta a sua tradução. Isto significa que Santos dos Últimos Dias acreditam que uma vez ela continha a plenitude do evangelho de Jesus Cristo, mas ao longo do tempo muitas dessas verdades simples e preciosas foram perdidas. Algumas se perderam através da transmissão e tradução de antigos documentos. Outras foram perdidas porque elas não se encaixavam nas concepções humanas e por isso foram propositalmente eliminadas.</p>
<p>O Livro de Mórmon</p>
<p>A doutrina Mórmon ensina que Deus previu que muitas verdades Bíblicas seriam perdida, por isso ele preparou outro registro que contém a plenitude do evangelho e tivesse sido preservado para vir a luz nos últimos dias. Esse livro de escrituras é agora conhecido como o Livro de Mórmon e é um registro dos antigos habitantes das Américas e seu relacionamento com Cristo. No início dos anos 1800, Deus o Pai e Seu Filho, Jesus Cristo, apareceram a um rapaz chamado Joseph Smith e a ele revelaram muitas destas coisas, chamando-o para ser um profeta e restaurar a verdade sobre a terra. Um anjo chamado Moroni, que havia escondido o registro nos seus últimos anos de vida, conduziu Joseph Smith até ele. Joseph Smith então traduziu o texto, através do poder de Deus.</p>
<p>O Livro de Mórmon é outro testamento de Jesus é o Cristo e pretende ser um texto que acompanha a Bíblia. Reforça e esclarece muitas das doutrinas que já estão presentes na Bíblia.</p>
<p><a href="http://historiamormon.org/files/2012/02/Bible-book-Mormon.jpg"><img class="size-medium wp-image-980 alignleft" title="Bible-book-Mormon" src="http://historiamormon.org/files/2012/02/Bible-book-Mormon-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" /></a>Doutrina e Convênios</p>
<p>Os Santos dos Últimos Dias acreditam que Deus ainda fala a Seus filhos hoje. Quando Joseph Smith foi chamado para restaurar a igreja de Jesus Cristo em sua plenitude, ele sempre buscou a ajuda do Senhor através da oração. Ele recebeu respostas às suas perguntas através de revelações. Muitas destas revelações estão registradas em Doutrina e Convênios, e elas revelam a vontade de Deus sobre o Seu povo em nossos dias.</p>
<p>A Pérola de Grande Valor</p>
<p>Joseph Smith realizou uma tradução da Bíblia por meio do poder do Espírito Santo e sob a direção de Deus. Na leitura de partes da Bíblia, ele foi inspirado a escrever coisas que tinham sido perdidos a partir do texto original. Muitas delas estão registradas na Pérola de Grande Valor. Além disso, um rolo de papiro antigo chegou às mãos dos primeiros santos, ele era um registro de Abraão de seu tempo no Egito. Este também foi traduzido por Joseph Smith e foi publicado na Pérola de Grande Valor.</p>
<p>Cânone Aberto</p>
<p>Além desses quatro livros de escrituras, os Santos dos Últimos Dias acreditam que Deus continua a falar através de seu profeta hoje. Os líderes da Igreja chamados de Autoridades Gerais também falam a palavra de Deus ao exercer seus chamados. Todas estas palavras sagradas são consideradas escrituras, e são tratados como tal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://historiamormon.org/978/o-livro-de-mormon-e-escrituras-adicionais/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
